terça-feira, 26 de julho de 2011

Médico explica os riscos do paracetamol e diz que não sabe por que remédio continua no mercado

Anthony Wong

O risco dos analgésicos

Paracetamol, princípio ativo de alguns dos remédios mais vendidos no mundo, como o Tylenol, não é inofensivo, alerta o médico Anthony Wong

Lena Castellon e Lia Bock(Revista Isto é)

Dar um remédio para baixar a febre em crianças ou tomar um comprimido para aliviar a dor de cabeça não é tão simples quanto parece. No primeiro caso, é comum os pais abusarem da dosagem na tentativa de diminuir a temperatura corporal dos filhos adoentados. No segundo, a pessoa pode estar ingerindo alguma substância nociva. Para evitar esses problemas, é preciso saber exatamente o que seu organismo tolera. E também entender os riscos embutidos nos medicamentos. Inclusive daqueles que são famosos por ser inofensivos. Uma dessas drogas está na mira do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das Clínicas de São Paulo. É o paracetamol, princípio ativo de um dos analgésicos mais vendidos no mundo, o Tylenol. O médico Anthony Wong, 54 anos, chefe do setor, alerta para os perigos da substância, que pode causar lesões no fígado e até levar à morte. O especialista luta no País pela revisão da bula desse remédio e de outros que tenham o princípio ativo. Recentemente, a revista Time, dos Estados Unidos, publicou uma matéria sobre os riscos do paracetamol. Isso motivou Wong a debater o tema no Brasil.
Istoé -
Recentemente, o FDA (órgão que fiscaliza medicamentos nos Estados Unidos) recomendou mudanças nas embalagens do Tylenol. Essa substância não é tão inofensiva quanto boa parte da população pensa?
Anthony Wong -
 Não é uma droga inofensiva. Sabe-se há muito tempo que o paracetamol causa falência hepática, a destruição total do fígado. Inicialmente, dava-se como dose segura para um adulto cerca de oito gramas diários. Mas, há sete anos, o FDA baixou essa dose para seis gramas e, há quatro anos, determinou que ela deve ser quatro gramas para adultos. Se pensarmos que o Tylenol Super (um dos produtos da marca) tem 750 mg, podemos dizer que essa dose equivale a cinco cápsulas por dia, em função da presença da substância no medicamento. Ou seja, o limite que era considerado seguro tempos atrás está mudando, progressivamente, no decorrer dos anos. O segundo problema da substância é que ela é um remédio para dor e febre muito menos eficaz do que os outros que existem no mercado. Isso porque, em geral, sua capacidade de baixar febres elevadas (acima de 39,5 graus) é menor do que a da dipirona (princípio ativo da Novalgina, por exemplo). Além disso, dificilmente ele mantém a temperatura corporal baixa por mais de quatro horas, enquanto o efeito da dipirona dura mais de seis horas. O ibuprofeno (princípio ativo do remédio Advil, entre outros medicamentos) age como a dipirona: diminui rapidamente a febre e mantém a temperatura baixa por mais tempo. O problema de o paracetamol ser menos eficaz é que as pessoas usam o remédio mais vezes e atingem logo a dosagem tóxica. Tanto no adulto quanto na criança.
Istoé - O paracetamol é mais seguro para crianças do que para adultos?
Anthony Wong -
 Sempre se considerou que a substância era mais segura em crianças do que em adultos porque o fígado da criança teria mais estoques de uma substância chamada glutationa, que neutraliza o potencial tóxico do paracetamol. Teria, portanto, mais condições de reagir à droga. No entanto, vários estudos já mostraram que a criança pode ficar com baixos estoques de glutationa quando está com febre prolongada, diarréia, vômitos ou subnutrida. Então, ela também está sujeita a lesões no fígado, assim como o adulto.
Istoé - Como acontece exatamente a lesão no fígado pelo paracetamol?


Anthony Wong -
 O paracetamol em si não causa a lesão. Ele é transformado em um composto no fígado para que faça efeito contra a febre. Depois é transformado mais uma vez para que possa ser eliminado. É assim que funciona a maioria dos medicamentos. Em detalhes, no caso do paracetamol, quando há quantidade suficiente de glutationa, o organismo transforma uma das substâncias presentes nesse processo, o NAPQI (N-acetilparabenzoquinoneimina, que é extremamente agressiva à célula hepática) num outro composto. Esse terceiro composto não é tóxico e depois é descartado pelos rins. Caso o NAPQI se acumule, pode ocorrer uma necrose, ou seja, a morte de células do fígado. E com isso pode haver um comprometimento irreversível desse órgão.
Istoé - O perigo só existe em casos de superdosagem?
Anthony Wong -
 Falava-se que a lesão do fígado só acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica mais claro que essa lesão não ocorre apenas com superdosagens, mas também com doses terapêuticas, as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro fato é que existem muitos remédios com paracetamol. Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância. Alguns antiinflamatórios também. Então, acontece muito de as pessoas usarem medicamento para gripe e tomarem paracetamol para dor de cabeça e febre. Assim, facilmente se ultrapassa a dose máxima de quatro gramas diários recomendada para adultos.
Istoé - O que pode acontecer nesses casos?
Anthony Wong -
 É comum as pessoas tomarem analgésicos porque o antiinflamatório, sozinho, pode não tirar a dor. A associação com o paracetamol pode gerar uma nefrite analgésica, uma doença renal muito séria. E não precisa ter overdose. Essa doença não é percebida imediatamente. A alteração renal não é fácil de se notar. Só se descobre a nefrite com exames. E não se faz exame todo dia. Precisamos fazer o alerta desse risco no Brasil. Nos Estados Unidos, já se sabe do perigo em associar o paracetamol com antiinflamatórios há mais de 15 anos.
Istoé - Há também uma relação entre paracetamol e bebidas alcoólicas. O que se sabe hoje a esse respeito?
Anthony Wong -
Quando se bebe álcool demais, o fígado é agredido. Acreditava-se que o mecanismo de metabolização do álcool seria diferente do metabolismo do paracetamol, pois eles usariam sistemas enzimáticos diferentes. Como se eles não tivessem nada a ver um com o outro. Mas descobriu-se que não é bem assim. Antigamente, imaginava-se que as pessoas que ingerissem até três doses de uma bebida destilada não seriam afetadas pelo paracetamol. Só quem fizesse uso de doses maiores que essa teria problemas ao tomar o remédio. O primeiro conceito está errado e o segundo, certo. O álcool interfere na disponibilidade de glutationa, causando lesão hepática. Além disso, o álcool é irritante para o estômago e, associado ao paracetamol, pode provocar sangramento gástrico. Não se sabe o mecanismo, mas isso acontece. Está até na bula americana dos medicamentos que contêm o princípio ativo. Portanto, quem ingerir três ou mais doses de bebidas destiladas (como uísque, pinga, vodca, gim) não deve tomar paracetamol.
Istoé - Além desses problemas de associação com bebida alcoólica ou antiinflamatórios, existem outras situações de risco?
Anthony Wong -
 Sim. O uso de paracetamol durante algumas doenças também pode ser arriscado. Crianças com diarréia e vômito, por exemplo, estão com estoques baixíssimos de glutationa e podem até se intoxicar com doses consideradas normais, já que não têm a substância para metabolizar o paracetamol. Quem está com hepatite crônica B, C e D também não pode tomar o remédio. Nesses e em outros casos em que o fígado não funciona direito, os pacientes estão mais propensos à intoxicação por paracetamol.
Istoé - A propaganda do Tylenol é de que, exatamente por ser o mais seguro, ele é o único da categoria recomendado para crianças e gestantes. Isso é verdade?
Anthony Wong -
 Na gravidez, o uso de qualquer remédio deve ser feito com muita cautela. Administrar medicamentos para crianças também requer muita atenção. No caso da gestação, podemos analisar os quatro analgésicos que estão no mercado: dipirona, paracetamol, ácido acetilsalicílico (princípio ativo da Aspirina, por exemplo) e o ibuprofeno. O ácido acetilsalicílico não deve ser usado no primeiro trimestre da gestação porque existe suspeita de que possa afetar o bebê. Mas certamente no terceiro trimestre não se usa porque provoca risco de sangramento. Por ser também antiinflamatório, o ibuprofeno pode propiciar sangramento e ameaçar a gravidez. Como a dipirona não é consumida nos Estados Unidos, não se avaliou seu risco na gravidez. Está escrito na bula: risco na gravidez não avaliado. Mas no segundo e terceiro trimestres de gravidez o risco parece ser pequeno. O paracetamol sempre teve propaganda a favor muito grande, mas nunca foi avaliado adequadamente. Em vista dos novos alertas sobre o paracetamol, seu risco deveria ser revisto. É preciso alertar as pessoas: a propaganda não pode ser a alma do negócio nesses casos.
Istoé - Qual a importância dessas advertências constarem do rótulo?
Anthony Wong -
 Nos últimos sete anos, a bula do paracetamol foi modificada pelo menos quatro vezes nos Estados Unidos. Mas as advertências funcionam no mercado americano. Aqui, não. A bula não é fiscalizada. Apesar de existir uma lei que diz que no Brasil a bula deve estar de acordo com a bula original do remédio, isso não ocorre.
Istoé - O que falta na bula do Tylenol, por exemplo?
Anthony Wong -
 Ela não esclarece qual o risco para quem bebeu ou vai beber três ou mais doses de bebida alcoólica. Fala apenas de alcoólatras crônicos. Mas o que é um alcoólatra crônico? Fica vago, fica na mão do consumidor. Eu conheço muita gente que bebe mais de três doses por dia e não se considera um alcoólatra.
Istoé - Desse jeito, a responsabilidade pelo consumo do medicamento fica para o consumidor, já que ele é vendido no mundo todo sem prescrição?
Anthony Wong -
Nem sempre. Na Inglaterra, por exemplo, limita-se o número de comprimidos vendidos ao consumidor. Não sei se essa medida funcionaria no Brasil. Temos a tendência de imaginar que o consumidor brasileiro tem pouco conhecimento sobre a toxicidade dos medicamentos e que faz muita automedicação. Mas isso só acorre quando há falta de instrução. Se fosse feita uma campanha sobre os problemas da automedicação, com certeza as pessoas teriam mais cuidados. Se ninguém fala nada, fica complicado.
Istoé - No Brasil, existem muitos casos de intoxicação e de morte por overdose?
Anthony Wong -
 No Ceatox, o analgésico com mais relatos de overdose tem sido o paracetamol. As pessoas usam demais o remédio. Pensam que é seguro, abusam e têm problemas. O primeiro caso que constatei foi em 1979. Uma criancinha de quatro meses com gripe e febre teve convulsões porque a mãe deu alta dose de analgésico com paracetamol. Nós nem sabíamos que o paracetamol poderia intoxicar. Fizemos exame de sangue e urina e deu uma altíssima quantidade da substância.
Istoé - Por ser vendido sem prescrição, é possível que o risco do medicamento acabe sendo maior do que o de remédios que são controlados?
Anthony Wong -
 O risco é diferente. As pessoas que tentam se matar com barbitúricos, por exemplo, apresentam sintomas claros. É mais fácil salvá-las. Com o paracetamol, não. A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece só depois de 24 horas. Aí, já é muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas, é muito difícil reverter o quadro.
Istoé - Que alertas podem ser dados à população?
Anthony Wong -
Ao tomar mais de um remédio, verifique se eles contêm a substância. Caso contenham, não ultrapasse a margem terapêutica recomendada. Segundo lugar, não se pode pensar que o medicamento é seguro só porque é vendido sem prescrição. São remédios como outro qualquer e requerem cuidado. É preciso lembrar que a intoxicação por paracetamol é muito mais frequente do que o que se pensava antigamente. Por último, nunca se deve fazer automedicação, mesmo com remédios de venda livre, principalmente para crianças. O fato de ser de venda livre não reduz em nada os possíveis efeitos danosos.
Istoé - Se a criança estiver com febre, a mãe deve ligar para o médico antes de dar alguma medicação com paracetamol?
Anthony Wong -
A mãe deve saber que a dose de paracetamol é limitada. Se a febre não baixar com a dose recomendada, não se deve repeti-la.
Istoé - E quem faz uso frequente do paracetamol? Aqueles que tomam uma ou duas cápsulas por dia correm algum risco a longo prazo?
Anthony Wong -
 Há indícios de que o uso crônico do paracetamol em doses próximas do limite diário estabelecido pode levar à lesão do fígado a médio e longo prazos. Então, o fato de limitar os comprimidos diários não é garantia de que a pessoa não vá sofrer. Se ele tomar por muito tempo, existe, sim, o risco de lesão do fígado. Outro alerta que consta até na bula, mas que ninguém lê, é que o paracetamol é uma das poucas drogas que, associadas a outros remédios, podem causar lesão hepática. Ele não pode, por exemplo, ser tomado com barbitúricos (substâncias usadas contra convulsões).
Istoé - E com tudo isso, vale a pena tomar o paracetamol?
Anthony Wong -
Todo remédio, apesar de ser benéfico, traz riscos. Todo medicamento tem suas indicações e limitações. Sabendo quais são e seguindo rigorosamente as orientações, ele é seguro.
Istoé - Para conhecermos esses riscos dependemos da boa vontade da indústria?
Anthony Wong -
 Dependemos basicamente da responsabilidade civil da indústria farmacêutica, de campanhas, orientação e fiscalização do governo e da educação do povo.
Istoé - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) poderia tomar alguma medida imediata com relação a essa conscientização?
Anthony Wong -
Isso sim. E urgente. A Anvisa deveria exigir que todas as bulas médicas fossem adequadas às encontradas nos países de origem dos remédios. O FDA exige revisão de bula, que deve ser feita em dias, e não em meses, como acontece aqui. E a indústria ainda envia uma carta aos médicos avisando da mudança. Essa medida é importante porque poucos profissionais fazem cursos de atualização terapêutica e por isso eles acabam ficando à margem da evolução da medicina e podem prejudicar seus pacientes.
Assista Vídeos relacionados com o assunto:
Obs: Segundo pesquisas comprovadas o Paracetamol é maléfico a saúde mesmo em doses
Seguras por isso não se engane..evite-os.
 

Dengue e Paracetamol - Os Riscos - Part 1
Dengue e Paracetamol - Os Riscos - Part 2

Postado por: ByPrila

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Até em Jerusalém já fizeram Parada Gay

Ao assistir este vídeo fiquei estarrecida pois sempre tive em mente que os Judeus são um povo que pertencem a uma linhagem bíblica fica difícil acreditar que adotaram um estilo moderno que vai contra os princípios pelos quais viveram seus antepassados inclusive viver debaixo de leis ditadas por Deus,que instituiu o casamento entre homem e mulher devia pelo menos ter sobrado um pouco de essência e equilibrio moral pelo qual viviam antigamente seus antepassados lamentavél.O Vídeo abaixo nos mostra uma realidade tal qual já se tornou comum.

video

terça-feira, 19 de julho de 2011

10 Erros comuns na hora de cozinhar

Tudo o que você quer é ter um estilo de vida mais saudável? Pois uma maneira eficiente de conquistar esse objetivo é rever os ingredientes que você usa, o tipo de preparação e como manipular os alimentos .

1 Não lavar as mãos antes de começar a cozinhar
Já parou para pensar que na superfície da mão extremamente bem cuidada, macia e sedosa, diversos vírus, bactérias e até coliformes fecais podem estar alojados, sem emitir qualquer sinal de vida? Pois os especialistas garantem que uma das maiores fontes de contaminação para os alimentos são, sim, as mãos de quem cozinha! “Esses microorganismos nocivos que ficam na superfície da pele contaminarão automaticamente alimentos crus ou prontos, bastando o contato com eles. O resultado pode ser uma intoxicação alimentar”, explica a nutricionista Maria Aparecida R. Silveira, coordenadora da área de qualidade alimentar da Controlare Segurança Alimentar.
Para acertar:“Lave as mãos antes de entrar na cozinha, com água e sabão”, indica a médica veterinária Cynthia Rubião, diretora da BioSafe, empresa de consultoria em segurança de alimentos. Simples assim!

2 Deixar a comida esfriar antes de colocar na geladeira
Se você é do tipo que morre de medo de estragar o refrigerador, guardando o feijão quentinho, recém-tirado da mesa, espere até ouvir essa! “Conforme a temperatura do alimento vai baixando, vamos criando condições cada vez mais propícias para a multiplicação das bactérias, dentro do alimento”, afirma Maria Aparecida. Em duas horas, o seu delicioso feijão já terá potencial para se transformar em material extremamente tóxico. “Depois disso, as bactérias chegam a dobrar de número a cada 20 minutos”, complementa o biomédico Roberto Figueiredo, ou Dr. Bactéria.
Para acertar:em vez de cuidar tão bem da geladeira, tenha dó da sua saúde. Mande logo o feijão e tudo o mais que você serviu no almoço direto para o lugar onde eles permanecerão sempre fresquinhos e a salvo dos micro-organismos.

3 Usar colher de pau para mexer os alimentos
A madeira é um material poroso que vai acumulando resíduos dos alimentos em seu interior. Daí, por mais que você lave depois de usar, muitos micro-organismos nocivos não vão sentir nem cosquinha e continuarão bem acomodados ali, comendo o que sobrou nas fissuras e nas lascas. Como se não bastasse, os bichinhos maus ainda se multiplicam! “Esses micro-organismos, com o tempo, começam a migrar para os alimentos”, alerta Cynthia.
Para acertar: pode até doer o coração, mas o certo é jogar a colher, junto com todos os outros utensílios de madeira que você tem em casa, no lixo! “Troque por similares de plástico ou vidro, que podem ser higienizados de maneira mais adequada e não juntam tantos resíduos de alimentos”, ensina Figueiredo.

4 Guardar os enlatados na geladeira, para comer depois
  Eis um erro que os especialistas consideram gravíssimo! “Uma vez aberta, a lata já não pode ser vedada da maneira adequada. Com isso, fica muito mais fácil acontecer a contaminação por micro-organismos potencialmente perigosos”, esclarece Cynthia.
Para acertar:felizmente, existe um caminho do meio entre o desperdício e a sua falta de vontade de consumir a lata num só dia. “Basta transferir imediatamente o alimento para um pote plástico ou de vidro, que possa ser fechado”, diz Roberto Figueiredo, biomédico da Microbiotécnica.


5 Cozinhar vegetais em água fria
Um brócolis fresquinho reúne uma porção de propriedades nutricionais interessantes. Porém, ao colocá-lo para cozinhar, boa parte desses compostos ficarão boiando na água, em especial as vitaminas hidrossolúveis e os minerais. O mesmo acontece com a maioria dos vegetais que você não consome crus.
Para acertar:a pior forma de cozinhar os vegetais é mergulhando-os na água fria, esperando até que ela ferva. “Ao colocá-los já na água fervente, o tempo de cocção será menor e a perda de nutrientes, também”, explica nutricionista funcional Fernanda Granja. A melhor solução é cozinhá-los no vapor. “Aproveite a água da cocção para fazer molhos ou regar carnes”, ensina.

6 Usar apenas o azeite de oliva
O azeite de oliva extravirgem tem compostos antioxidantes, gordura monoinsaturada e é fonte de vitamina E. O caso é que boa parte desses benefícios desaparece quando o azeite é aquecido em temperaturas acima de 190oC, o que é comum na preparação de frituras. “Nessas condições, além de perder grande parte das propriedades nutricionais, o azeite pode oxidar, formando compostos que são tóxicos”, alerta Fernanda.
Para acertar: preserve sua saúde e seu orçamento doméstico reservando o azeite de oliva extravirgem, cujo preço é infinitamente superior ao dos óleos vegetais, para preparações frias, refogados e também ensopados. No momento de grelhar e fritar, procure utilizar os óleos de canola ou girassol, que são muito mais recomendados.

7 Tostar a carne ou colocá-la na grelha
"Quando alimentos gordurosos, como as carnes, são expostos a altas temperaturas por um determinado período de tempo, formam-se substâncias tóxicas chamadas de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são absorvidas pela carne. A queima do carvão também pode levar à produção desses compostos, que são carcinogênicos”, explica Cynthia.
Para acertar:quando o pecado da carne for inevitável, prefira um bife ao ponto. “A carne malpassada também apresenta grande risco de contaminação”, alerta Patrícia Nakasone Uchima, da Santa Casa.

8 Quebrar o ovo na pia da cozinha
Que é prático, é. Mas existe um motivo forte para mudar de vez esse hábito. Os ovos podem conter salmonella, uma bactéria que provoca diversas doenças gastrointestinais graves. “Em muitos casos, o alimento contamina a pia e, por contaminação cruzada, atinge outros alimentos”, explica o Dr. Bactéria. O contrário também acontece. Micro-organismos que caminham despreocupados pela sua pia podem decidir, de repente, mergulhar dentro daquela piscina amarela que nós chamamos de gema. E aí... já viu!
Para acertar:antes de usar, lave os ovos um a um com água e detergente neutro. “Depois, use uma colher limpinha para quebrar a casca”, indica Maria Aparecida.

9 Salgar demais
  Não é nenhuma novidade o fato de que o sal faz mal à saúde. O que pouca gente sabe é que, sem querer, acaba abusando desse condimento no dia a dia, expondo-se a todos esses riscos. “A Organização Mundial da Saúde recomenda utilizar apenas 2 g de sódio por dia. Só que o brasileiro ingere, em média, entre 8 g e 12 g de sal (uma colher de sopa), o que equivale a 4,5 g de sódio. É mais que o dobro do recomendado!”, informa Patrícia.
Para acertar: “Cozinhe os alimentos sem sal nenhum, só com temperos naturais, como ervas. Depois, adicione uma colher de café (1 g) de sal, direto no prato, no almoço e no jantar”, sugere a nutricionista. Mas só isso não basta. É preciso controlar a ingestão de alimentos prontos e que já vêm de fábrica com uma quantidade enorme de sódio.

10 Abusar do creme de leite
Não dá para negar que ele é capaz de transformar qualquer molhinho borocoxô em uma iguaria dos deuses. O único problema é que o tal creme também multiplica as calorias da sua receita. “O creme de leite é obtido a partir da gordura do leite, que se acumula na superfície, formando aquela camada de nata. Por isso mesmo, ele torna qualquer preparação mais gordurosa e, consequentemente, mais calórica”, avisa Fernanda.
Para acertar: quer salvar seu acompanhamento sem comprometer a saúde? Então use a criatividade. “Substitua o creme de leite pelo leite semi ou desnatado, engrossado com amido de milho”, indica Patrícia. Ou use a versão light do produto. Outra dica: “Adicione o creme ao prato sempre depois que ele estiver pronto, para evitar que ele coalhe e embolote na preparação”, complementa Fernanda.
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Postado por:ByPrila          Fonte: Viva Saúde

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Recall de antisséptico bucal Oral-B chega ao Brasil

A Procter & Gamble, a maior fabricante do mundo de produtos para o lar e higiene pessoal, anunciou  que está recolhendo alguns tipos de antissépticos bucais Oral-B no Brasil.

De acordo com comunicado da empresa, a medida preventiva foi tomada depois que foram encontrados agentes microbianos fora de especificação em alguns produtos fabricados em uma de suas unidades terceirizadas na Colômbia.
P&G retira da China 35 mil enxaguantes bucais feitos na Colômbia
A empresa já havia anunciado nesta sexta que recolheria 35.892 enxaguantes bucais na China, todos de um lote com vencimento em 30 de junho de 2014.
No Brasil, os produtos que serão recolhidos são os antissépticos bucais Oral-B nos tamanhos 2 litros, 750 ml e 500 ml. A P&G não informou quantos produtos serão tirados do mercado no país.
"As demais versões e aqueles produzidos no Brasil atendem a todas as especificações de qualidade e continuarão disponíveis aos consumidores", informa a empresa. A informação sobre o local de produção está disponível no verso de cada embalagem.
Na nota, a P&G diz que mesmo que o nível microbiano esteja presente nos antissépticos, não representa "praticamente nenhum risco às pessoas saudáveis. Entretanto pessoas com sistema imunológico severamente debilitado podem estar suscetíveis a efeitos adversos."
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Postado por:ByPrila            Fonte: Net


domingo, 17 de julho de 2011

Escassez de domésticas pode mudar hábitos da classe média

A menor oferta e a maior renda de empregadas domésticas podem trazer "impactos profundos" para a sociedade brasileira, dizem analistas, obrigando famílias a reorganizarem suas vidas e hábitos domésticos.

"As classes média e média alta se organizaram em função do trabalhador doméstico, que estrutura suas vidas e possibilita suas jornadas de trabalho", diz Luana Pinheiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
 
"Essa não-reposição (de profissionais na categoria) pode ter impactos muito profundos na sociedade. Se a oferta se tornar muito pequena, as famílias podem ter que se reorganizar e redistribuir as tarefas domésticas", diz a socióloga.



De acordo com a pesquisadora, a migração de mulheres jovens para outros setores do mercado de trabalho formal tende a reduzir a oferta de trabalhadoras domésticas, mas a demanda continua alta.

Famílias acostumadas à ajuda doméstica terão que encontrar novas maneiras de dar conta de cuidados com filhos, limpeza e alimentação, diz Pinheiro, e adotar uma divisão de tarefas mais equilibrada entre homens e mulheres.

Mas também o Estado será chamado à responsabilidade, afirma a socióloga, preenchendo lacunas que vêm sendo compensadas por trabalhadoras domésticas.

"O Estado vai ter que compartilhar com as famílias a responsabilidade por atividades como o transporte escolar e a oferta de creches", diz Pinheiro. "Os cuidados não devem ser responsabilidade só da família, ou só da mulher dentro da família. Se for assim, quem tem dinheiro resolve, quem não tem não resolve."

‘Serviço de luxo’
Para o economista Leandro de Moura, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), a queda no total de trabalhadores no setor – observada desde setembro nas seis principais metrópoles brasileiras – pode fazer com que o Brasil caminhe para uma realidade próxima à de países desenvolvidos:
"A gente pode estar caminhando para uma tendência de grandes centros como Estados Unidos e Europa, de o serviço doméstico se tornar um serviço de luxo, mais caro", diz.

Margareth Galvão Carbinato, presidente do Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo (Sedesp), diz que as dificuldades da classe média têm outra raiz: os encargos e as exigências trabalhistas, que desestimulam contratações.


Novos direitos


Em junho, uma resolução histórica da Organização Internacional do Trabalho (OIT), integrada por 183 países, determinou que empregados domésticos devem ter os mesmos direitos básicos que trabalhadores de outros setores, incluindo regulação de jornada de trabalho, descanso semanal de 24 horas consecutivas e um limite para pagamentos em dinheiro vivo.

Após a decisão, o Ministério do Trabalho anunciou que vai elaborar uma proposta para equiparar os direitos trabalhistas de empregadas domésticas aos de outros trabalhadores, assegurando, por exemplo, o direito ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e o pagamento de horas extras. De acordo o ministro Carlos Lupi, o projeto será apresentado à presidente Dilma Rousseff até o fim do ano.

A decisão levou a protestos entre representantes de empregadores, que argumentam que a medida levaria a forte queda nas contratações.
Carbinato afirma que o trabalho doméstico deve continuar sendo tratado como uma categoria especial e argumenta que é impossível regular a jornada de trabalho de uma empregada doméstica ("O empregador não teria condições de saber se o empregado trabalhou enquanto estava fora de casa ou se ficou assistindo a novela, ou falando no celular sentado na cozinha. Não tem como controlar.")
"Com cada vez mais encargos no ombro do empregador, vai acabar havendo uma mudança nos hábitos", diz. "Em vez de você ter uma pessoa que vai todo dia, vai acabar pegando diarista. Quem tinha três empregados vai ter uma, e quem tinha uma vai ter só uma diarista, ou nenhuma. E as pessoas que eram empregadas vão ter que pular para outra área para sobreviver", diz.
Quando se casou, há dois anos e meio, o casal Mariana e Thiago Lago, de Niterói, no Rio de Janeiro, contava com uma diarista uma vez por semana, mas se viu obrigado a cortar a empregada por conta do aperto no orçamento com a chegada do primeiro filho, no início do ano.
"O dia a dia trabalhando e sem uma empregada é um inferno", reclama Thiago.
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Postado por: ByPrila         Fonte: Net

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sobre a arte de criar um filho

Eles tentam, mas não conseguem destruir a família


Hoje não é mais como antigamente! Quem já não ouviu esta frase quando criança e é repetida quase diariamente nos dias de hoje? Este velho ditado está correto. De fato, muita coisa mudou. Enquanto antigamente, como bem lembrado por Konrad Adenauer nos anos 50, ter filhos era uma coisa automática, a formação de uma família atualmente já não faz mais parte de muitos projetos de vida. As mães já não permanecem mais em casa e educam seus pequenos filhos: a maioria deixa o lar nas primeiras horas do dia, as crianças vão para a creche...

Por sorte esta rotina não se tornou comum para muitas pessoas, mesmo que a propaganda política e a manipulação midiática tenham planejado outra coisa. Em muitos casais ainda está arraigado o desejo em fazer tudo da forma correta e não deixar abafar a voz interior. Rabenmuter? Rabenvater? (mãe e pai desleixados? - NR) Por sorte existem tais termos que levam os pais a discutir sempre novamente as conseqüências de suas responsabilidades tomadas quando decidiram por ter filhos.

E justamente para estas pessoas é que viveu e trabalhou o famoso pediatra e terapeuta infantil Wolfgang Bergmann. Ele fez de tudo para manter acordada a voz interior das mamães e papais. Ele avisava e alertava: dê ouvidos à voz do coração. Tente compreender suas crianças. Dê-lhes principalmente bastante de seu tempo.
Bergmann relacionou muitos sinais negativos da sociedade como prova para uma crescente desumanização do mundo: drástico aumento das taxas de depressão, elevado consumo de álcool pelas crianças e jovens, anorexia nervosa e obesidade, desenvolvimento deficiente e suicídio. A conclusão de Bergmann: as crianças e os jovens de hoje estão doentes como nunca estiveram. Eles precisam urgentemente de ajuda, eles precisam do pai e da mãe e clamam por amor.

Todas as situações críticas citadas, segundo Bergmann, estão relacionadas ao fato das crianças terem de trabalhar interiormente o longo período de ausência, longe de seus pais, já na mais tenra idade. É claro que eles não estão preparados e sofrem muito com isso, assim Bergmann.

Os pequeninos nem tem uma noção de tempo; não podendo compreender que logo pela manhã são entregues a pessoas estranhas e a mão simplesmente desaparece. Os pequeninos se vêem sozinhos, não sabem quando e nem mesmo se haverá um retorno, pois ainda são muito pequenos para poder reconhecer cognitivamente do que se trata essa separação diária.

E desta forma eles entram num profundo buraco de desespero e desolação, assim o psicólogo, a cada nova manhã. Estes períodos são extremamente perigosos para as pequenas almas, assim como para o cérebro infantil em desenvolvimento. Aqui aparecem danos que nunca mais poderão ser reparados.

Wolfgang Bergmann era por causa disso a favor de uma reestruturação e um novo sistema social: as mães que ficam em casa com seus filhos, para poder lhes proporcionar a necessária formação espiritual por toda a vida, devem ser novamente respeitadas valorizadas por este trabalho, que é comparável a uma jornada de trabalho de 24 hs. Em seus inúmeros livros, Bergmann aborda cada um dos problemas individualmente. Ele fornece conselhos e auxilia os pais a reencontrar um caminho até seus filhos.

Em sua última entrevista, Bergmann discorre sobre a arte do amor paterno, sobre a loucura do ensino prematuro, e ele apela às mães e pais a adotar a naturalidade nas relações mútuas e com isso se aproximar novamente ao sentido da vida.

O livro de conselhos de Bergmann e também sua última longa entrevista “Sabedoria esquecida – como pais fortalecem seus filhos” forma uma sólida ajuda aos casais e filhos inseguros da época moderna. Você pode ajuda r a tornar este mundo um pouco melhor.

Texto de: Eva Herman
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Postado por: ByPrila                   Fonte: Inacreditavél.com


sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Enganação do Flúor /The Flouride Deception


The Fluoride Deception (A Enganação do Fluoreto), uma entrevista com o autor, Christopher Bryson, do livro com o mesmo nome do filme, demonstra que o fluoreto usado em nossa água é uma substância altamente tóxica e que até nas concentrações usadas na água, produz doenças físicas, limita nossa inteligência e reduz nosso nível de energia. Por isso, o uso de água fluoretada está proibido em todos os países da Europa com exceção da Irlanda e existe um forte movimento Internacional para educar a população e eliminar o fluoreto das nossas torneiras.
            O autor resume a história do uso da água fluoretada e como isso foi o projeto da indústria norte-americana junto com o governo dos EUA para evitar ou ganhar processos na justiça das pessoas ou das famílias das pessoas que trabalhavam em ou moravam ao redor das suas fábricas. 

A idéia era, desde o inicio, enganar o público norte-americano, através de pesquisas com resultados distorcidos e propaganda manipuladora, para fazê-lo pensar que o fluoreto é uma espécie de nutriente essencial a prevenir caries e que conseqüentemente o uso do flúor e seus compostos é seguro na indústria e nas fábricas que produzem armas nucleares.

            O filme ilustra os casos de alguns cientistas cujas carreiras foram estragadas por ousar apresentar pesquisas sérias questionando o uso de água fluoretada. É um chamado, não somente para mobilizarmos para tirar o fluoreto da nossa água, mas para entender a estrutura da dominação da ciência e da mídia típica, que não permitem a disseminação dessa informação sobre o uso de fluoreto.

            Além do filme, veja o site. www.fluoridealert.org para ver referências às 1.100 pesquisas indicando os problemas com água fluoretada e para um volume imenso de outras informações sobre o assunto.
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Postado por: ByPrila                    Fonte: DocVerdade




quarta-feira, 6 de julho de 2011

Médicos pedem menos tomografias para evitar radiação

Médicos brasileiros estão reduzindo os pedidos de tomografia e substituindo o exame por outros que não emitem radiação ionizante, como o ultrassom e a ressonância magnética.

A iniciativa, confirmada pelo CBR (Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem), ocorre após estudos recentes revelarem que até 2% dos cânceres nos Estados Unidos são resultantes das irradiações da tomografia computadorizada. 

Também está em discussão na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a revisão de uma portaria de 1995 que regulamentou a radiologia no Brasil. 

A nova versão do documento vai estabelecer o limite de radiação que os pacientes devem receber em um exame radiológico. 

A radiação ionizante pode causar morte celular, e a probabilidade de câncer é proporcional à dose recebida.
Hoje não há um limite estabelecido de quantos exames uma pessoa pode fazer para estar segura. A orientação é quanto menos, melhor. 

Estudos apontam que o risco de câncer aumenta quando a exposição à radiação, que é cumulativa, passa de 40 milisieverts (mSv). 
Em uma tomografia computadorizada de abdome, por exemplo, o paciente se expõe de 2 mSv a 10 mSv de radiação ionizante. Se for obeso, a dose chega a ser o dobro. 
A preocupação cresceu porque, nos últimos anos, a tomografia passou a ser um dos exames mais pedidos pelos médicos e, muitas vezes, sem necessidade. 
Nos EUA, ela responde por 50% de toda radiação recebida em exames. Estima-se que até 40% dos exames feitos por ano sejam desnecessários. No Brasil, não há estimativas do tipo, mas estudos mostram situação parecida. 
ULTRASSOM
 
Para o radiologista Fernando Alves Moreira, especialista em tomografia e porta-voz do CBR, o comportamento dos médicos brasileiros começa a mudar. 

"Como a tomografia tem uma resolução melhor e consegue pegar alterações menores, o pessoal pedia mais. Agora, com a preocupação da radiação, já se intercala com ultrassom ou ressonância." 

O urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, é um dos que mudaram de conduta, passando a limitar os pedidos de tomografia computadorizada no seguimento de pacientes oncológicos. 

Antes, ele solicitava uma tomografia a cada quatro meses nos casos de tumores de bexiga, por exemplo. 

Agora, intercala o exame com o ultrassom. "Se der alguma anormalidade, aí peço a tomografia. Diante das novas evidências, deve ser usada com cautela." 

O oncologista Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, diz que há mudanças também no acompanhamento do câncer de testículo. 

"O exame deve ser feito para complementar uma hipótese clínica, nunca para avaliar se há um câncer quando não existe outra indicação de que isso esteja acontecendo." 

RESTRIÇÃO EM CRIANÇAS
 
Estudos mostram que uma tomografia computadorizada em uma pessoa de 25 anos aumenta o risco de câncer em 0,6%, em relação a quem nunca tenha feito o exame.

Moreira diz que, em crianças, o bom senso em limitar exames deve ser ainda maior. 

Já existe um movimento mundial neste sentido. Para crianças com doenças pulmonares crônicas, já se discute dispensar algumas fases do protocolo do tratamento (que prevê exames periódicos para análise da doença) para evitar o excesso de radiação.

Clique na Imagem para ver em Zoom.
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Postado por: ByPrila             Fonte: Net