quinta-feira, 31 de maio de 2012

Serie de Videos sobre a Crise Mundial

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Africanos vivem em florestas na Espanha

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Quando a Crise nos deixa sem chance...


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Há o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas, não há o suficiente para a cobiça humana.


As imagens a seguir meus estimados leitores(a) são para que possam observar e analisar.
E deixo está questão em evidência:  O que essas imagens tem em comum  levando em conta seu  País de origem? Será que a miséria está se internacionalizando?
Paquistão
Irlanda

México


Grécia

EUA
Xangai
Palestina


Tibet 















































Bulgária

China

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pobreza relativa afeta 13 milhões de crianças europeias



Paris, 29 mai (Prensa Latina) Ao redor de 13 milhões de crianças padecem de pobreza relativa ou privações nos países da Europa, revelou um relatório do Fundo de Nações Unidas para a Infância (Unicef), difundido hoje aqui.

  O estudo intitulado "Crianças pobres em países ricos" abarcou os 27 membros da União Europeia, mais Islândia, Noruega, Suíça, Canadá, Estados Unidos, Japão, Austrália e Nova Zelândia.

A situação mais grave no chamado velho continente é a da Romênia, Bulgária e Hungria e na melhor situação estão a Islândia, Suécia e Noruega, assinala o documento.

O estudo analisa duas grandes variáveis, uma delas a chamada pobreza relativa, que corresponde às crianças de lares onde a renda é equivalente à metade da média nacional.

A outra é a situação de privação, que ocorre quando um menor carece de dois ou mais dos 14 elementos considerados indispensáveis, como a alimentação, condições para estudar, livros adequados a seu nível de conhecimentos e outros.

Quanto à participação estatal para combater estes flagelos, a França ocupa o primeiro lugar europeu com uma despesa de 3,7 por cento do Produto Interno Bruto mas, apesar a isso, 10,1 por cento das crianças sofrem carências e 8,8 estão na pobreza relativa.

Segundo Fabienne Quiriau, presidenta da Comissão Infância da delegação francesa de Unicef, outras fontes indicam que na França há pelo menos 600 mil menores mal alojados e 20 mil sem domicílio fixo.

Embora as autoridades conseguiram reduzir a taxa bruta de pobreza relativa infantil de 19,4 para 8,8, outros países com menos despesas atingiram resultados mais favoráveis, assinala o relatório.

Quiriau afirmou que para melhorar os efeitos do investimento estatal nesta matéria ainda falta criar um observatório nacional da infância e a juventude, bem como um mecanismo de compensação da pobreza para acompanhar os menores e suas famílias.

Os resultados confirmam um diagnóstico elaborado pela Unicef da França e apresentado aos partidos políticos para ser considerado durante as eleições presidenciais e legislativas deste ano, informou Quiriau.

Nota:
Durante a pesquisa para que este post fosse publicado, o Google omitiu em suas Pesquisas a realidade de outros Países da Europa,citando como países pobres apenas países da América do Sul, Africa, e outros países do Oriente.
O importante é deixar claro que a pobreza e a fome está se alastrando para países antes abastados e ricos como é o caso da Europa e EUA.

domingo, 20 de maio de 2012

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores




Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer


quarta-feira, 16 de maio de 2012

O capitalismo selvagem e os consumidores desesperados


Por Rizzatto Nunes

Éfato conhecido que muitos consumidores jamais poderão adquirir a maior parte dos produtos e serviços oferecidos no mercado de consumo. Por mais que o sistema financeiro consiga, cada vez mais, oferecer crédito para uma ampla camada da população, muitos objetos do desejo dos consumidores continuam e continuarão inacessíveis.
Há muito a ser dito a respeito disso, mas o que interessa neste artigo é o elemento psíquico:  o que o marketing, que oferece esses bens de difícil aquisição alimenta, de fato, é a frustração (Alguns entendem que a frustração é boa para o mercado, pois, como o consumidor não consegue preencher seu “espaço interior” adquirindo mercadorias, nunca para de comprar na tentativa  — vã – de apaziguar sua alma).
Além disso, como esses consumidores – já frustrados ou que ainda se frustrarão – são seres humanos, têm, dentro de si, uma coisa chamada esperança. Daí, vivem a ilusão da possibilidade de um dia realizar seu sonho de aquisição – qualquer que seja ele.  Assim, de frustração em frustração o consumidor vai preenchendo o vazio de sua esperança; se olhar para trás, verá o quanto não conseguiu obter.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Estrangeiro de Guilherme de Almeida

O Estrangeiro....Que a gente encontra, ás vezes, no fundo de um espelho.
Quem és tu? 
  - Se eu soubesse, não diria.
De onde vens?
  - De um país que não tem nome.
Quando chegaste?
  - Certo noite...  um dia...
Sozinho?
  - Minha sombra acompanhou-me.
Que trazes?
  - A esperança de um "jamais".
Vieste?...
  - Lembrar ou esquecer aqui.
Lembrar o que?
  - Já não me lembro mais.
Vieste esquecer o quê?
  - Já me esqueci.




De: Guilherme de Almeida
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Postado por:ByPrila                Fonte:QCS?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Do Nascimento à morte o que mais conta é a classe social


Michael Marmot veio ao Portugal em crise relembrar que por cada 1% na subida da taxa de desemprego, os suicídios crescem 0,8%. A boa notícia é que descem as mortes por acidentes de viação, ironiza. Viagem ao mundo das desigualdades na saúde com muito humor negro.
Em Washington D.C. entre o mais rico dos habitantes e o mais pobre há 18 anos de diferença na esperança média de vida


Já não soa a surpreendente dizer que a esperança média de vida de uma mulher no Zimbabwe é de 42 anos e a de uma japonesa é de 80 anos, uma diferença de 38 anos, portanto. Ou que um queniano morre em média aos 47 anos e um sueco pode chegar contar aos 82, enuncia Michael Marmot, professor catedrático em Epidemiologia e Saúde Pública e director do Instituto Internacional para a Sociedade e Saúde na University College de Londres.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Desemprego atinge 17 milhões de pessoas na Europa por causa da crise

A Espanha tem o pior quadro. Praticamente um quarto da população está fora do mercado de trabalho. Em seguida, vem a Grécia, onde mais de um quinto da população continua em busca de trabalho.

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O desemprego assombra a Zona do Euro. Em toda a Europa, os números são assustadores. Milhões estão sem trabalho. As economias estão parando. As medidas de austeridade impostas pelos governos da zona do euro sufocam a produção, a indústria, os serviços.
O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, assumiu um tom crítico. Segundo ele, a Europa, que está investindo muita energia em criar instituições, não está conduzindo bem o processo para voltar a crescer. Os dados da agencia Eurostat confirmaram o aumento da depressão econômica do continente.
São os trabalhadores as grandes vítimas da crise europeia. Ao todo, 17 milhões de pessoas estão desempregadas na Zona do Euro. É como se a população inteira da Holanda não tivesse trabalho. É o maior índice europeu dos últimos 15 anos, só registrado em 1997.

A Espanha tem o pior quadro. Praticamente um quarto da população está fora do mercado de trabalho. E a situação é ainda mais dramática entre os jovens: a metade não consegue arranjar emprego. Em seguida, vem a Grécia, onde mais de um quinto da população continua em busca de trabalho.
Em meio ao rigor das reformas econômicas, poucos países saem ilesos. A Alemanha, o país mais rico da Europa, tem uma das taxas de desemprego mais baixas. A previsão dos economistas é de que a situação continue piorando no bloco, e o desemprego atinja os 11%.

As repercussões amargas vêm de lideres políticos e sindicais, que afirmaram que a política econômica conservadora da Europa não funciona e que os objetivos financeiros dos 17 países do Euro são irreais e incompatíveis com o desenvolvimento.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Leis de Saúde Americana exigem Implante de "Microchip"

A exato 1 ano e 4 meses atrás o Blog Qual Caminho Seguir já tinha nos alertado a respeito deste fato como podem conferir lendo a postagem clicando neste link: http://britocappa.blogspot.com.br/2011/01/leis-de-saude-americana-exigem-implante.html

O tempo passou e agora temos mais está confirmação:


Estados Unidos implanta o microchip obrigatório

Obama aprova a implantação do microchip nos Estados Unidos como reforma na saúde para o ano de 2013. O microchip será obrigatório, sem o qual não se poderá ter acesso aos centros de saúde.

A implantação se fará primeiro nos centros de saúde e será uma desculpa para muitas outras coisas como por exemplo controlar o ser humano.

Sem ele não será possível fazer nada, não se poderá comprar nem vender e este substituirá o documento de identidade. Todos os "nossos" dados pessoais e movimentos serão guardados nesse sistema.

O implante será no dorso da mão como profetiza a bíblia em Apocalipse 14:9. 

Se é verdade que a implantação do microchip poderá extrapolar o objetivo de controle sobre a saúde dos cidadãos, não sei, mas está aí a informação e que cada um tire a conclusão que melhor lhe convém.

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