segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Desequilíbro do Clima no Brasil e no mundo

Declinio Iminente

Limpeza De volta ao básico

Produtos comuns na limpeza da casa no passado, vinagre, bicarbonato de sódio, óleo e limão tiveram seu uso com essa finalidade esquecido. Este é o momento ideal para recuperá-los. Além de baratos, eles livram os ambientes da química.

Detergentes, solventes, ceras e lustradores contêm em sua fórmula compostos orgânicos voláteis que poluem o ar e podem causar irritação nas vias respiratórias, fadiga e falta de ar. Sobretudo nesta época do ano, quando as alergias respiratórias atacam com tudo, evitar seu uso é algo a ser considerado. "Muitos produtos de limpeza podem ter efeito irritante", alerta o médico Fábio Morato Castro, do serviço de alergia e imunologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Especialistas consultados por VEJA avaliaram os benefícios da volta aos limpadores naturais.



ÓLEO DE COZINHA

A opinião dos especialistas: os óleos vegetais, como os de oliva, girassol e linhaça, servem para dar brilho
Produtos de limpeza que substitui: lustradores de móveis
Químicas eliminadas na substituição: formaldeído e solventeDicas de como usá-lo:• Para manter janelas e esquadrias de alumínio brilhando – é só limpá-las uma vez por mês com uma mistura de óleo de cozinha e álcool em partes iguais. Em seguida passe um tecido macio ou flanela com óleo e faça o polimento • Para limpar e lustrar móveis de madeira – Junte duas xícaras de óleo ao suco de um limão. Use um tecido suave para aplicar a misturaEconomia em dinheiro com a troca de produtos*: 65%




SUCO DE LIMÃO

A opinião dos especialistas: a acidez do limão remove a sujeira e as manchas de ferrugem. Misturado ao sal, forma uma pasta especialmente potente na limpeza doméstica
Produtos de limpeza que substitui: água sanitária e removedores de manchas e ferrugem
Químicas eliminadas na substituição: cloro e solvente
Dicas de como usá-lo:• Para remover a gordura das louças – pode-se adicionar um quarto de xícara de chá de limão direto no frasco de detergente ou diluí-lo em água e aplicar a mistura sobre o material a ser limpo
• Para tirar a ferrugem de objetos como talheres e grelhas – esfregue suco de limão com uma palha de aço
• Para remover manchas de suco e molho de tomate em tecidos – esfregue a mancha com limão, enxágue e deixe secar. Se ainda houver vestígios, molhe a peça em uma solução de um quarto de xícara de água morna, meia colher de chá de detergente e uma colher de sopa de vinagre branco por quinze minutos. Enxágue e lave
• Para alvejar roupas amareladas – Coloque-as de molho em água com pedaços de limão. Elas ficarão cheirosas e sem aparência desbotada
Economia em dinheiro com a troca de produtos: 67%



VINAGRE

A opinião dos especialistas: de todos os limpadores naturais, o vinagre branco é o campeão da limpeza – graças a sua acidez, combate de mofo a gordura e odores fortes
Produtos de limpeza que substitui: detergentes, amaciantes e limpadores multiuso
Químicas eliminadas na substituição: cloro, amoníaco, formaldeído e soda cáustica
Dicas de como usá-lo:
• Para limpar tapetes e carpetes – a cada litro de água, acrescente duas colheres de sopa de vinagre
• Para eliminar cheiro de mofo em armários – coloque uma bacia ou assadeira com vinagre branco puro dentro do móvel vazio. Deixe pernoitar
• Para retirar o cheiro de urina e fezes deixado pelos bichos de estimação – aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco. Depois passe um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente
• Para limpar o fogão depois de uma fritura – deixe um pouco de vinagre sobre a gordura quinze minutos antes de começar a limpeza
• Para remover o mofo dos azulejos – Aplique uma boa quantidade de vinagre branco puro com uma escova de dentes velha. Deixe-o agir por duas horas e, depois, lave a superfície com água e sabão
• Para a limpeza do vaso – Despeje o vinagre e deixe-o agir por trinta minutos, depois borrife bicarbonato de sódio em uma escova apropriada e esfregue as áreas manchadas
• Para limpar janelas e espelhos – Dilua três colheres de vinagre em 10 litros de água quente. Se o vidro estiver muito sujo, limpe-o primeiro com água e sabão
Economia em dinheiro 
com a troca de produtos: 32%


BICARBONATO DE SÓDIO

A opinião dos especialistas: ótima opção para absorver odores e para a limpeza da cozinha. É importante usar luvas ao manejá-lo
Produtos de limpeza que substitui: água sanitária e detergente
Químicas eliminadas na substituição: cloro e formaldeído
Dicas de como usá-lo:• Para limpar o forno – passe com um pano uma solução de água quente com bicarbonato de sódio
• Para desentupir ralos com gordura – Use uma xícara de sal, uma xícara de bicarbonato de sódio e uma chaleira de água fervendo
• Para a limpeza interna da geladeira – água misturada com bicarbonato de sódio e sabão é uma boa solução
• Para limpar recipientes plásticos manchados – esfregue uma pasta de suco de limão e bicarbonato de sódio
• Para limpar pias de aço inoxidável – basta esfregar a superfície com bicarbonato de sódio e depois enxaguar
• Para soltar alimentos incrustados em panelas ou assadeiras – misture água quente e bicarbonato de sódio. Quando o alimento se soltar, esfregue com uma esponja
Economia em dinheiro com a troca de produtos: 63%
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Postado por:ByPrila                        Fonte: Revista Veja






sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Seguro-desemprego terá sua 'malha fina'


Sistema achará vaga para desempregado; quem recusar três ofertas ficará sem o benefício

Receber o seguro-desemprego ficará mais difícil até o fim do ano. 

Agências do trabalhador de todo o país vão atualizar os cadastros de um sistema integrado de dados, batizado de Mais Emprego, que permitirá ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) coibir fraudes na liberação do benefício. Em linhas gerais, ficar sem emprego durante o período do seguro deixará de ser uma opção. 

Com o sistema Mais Emprego, o trabalhador que pedir o benefício será encaminhado para uma série de entrevistas. Quem recusar até três oportunidades de trabalho equivalentes à do emprego anterior (salário e função) terá o pagamento do seguro bloqueado automaticamente. 

Já quem quiser mudar de profissão precisará comprovar a participação em algum curso profissionalizante para assegurar o benefício. 

A regra de recusa de três ofertas de vaga para suspensão do benefício já existia, mas, na prática, sem o sistema integrado e informatizado, o trabalhador recusava propostas de trabalho e, mesmo assim, recebia as parcelas do seguro-desemprego. 

Queda de 40% até 2014 Com o sistema eletrônico, o Ministério do Trabalho estima que o número de segurados caia 40% até 2014. 

O novo mecanismo já está sendo implementado em agências de 18 Estados, entre eles Rio, Goiás e Minas Gerais. A meta é instalá-lo em todas as agências do ministério e nas agência da Caixa Econômica Federal (CEF) até ao fim deste ano. 

O sistema deve acabar com uma série de fraudes. Uma delas é o acordo feito entre patrão e empregado para simular uma demissão, de modo que o trabalhador possa receber o seguro enquanto trabalha na informalidade.

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Postado por:ByPrila             Fonte:Jornal Destak

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

EUA: Conferência pró-pedofilia provoca horror nos participantes

 Líderes pró-família que estiveram numa polêmica conferência pró-pedofilia na cidade de Baltimore na semana passada dizem que ficaram profundamente abalados com o que viram e ouviram.


“Nunca senti o nível de malignidade e opressão espiritual que senti naquela sala”, Matt Barber, vice-presidente do  Liberty Counsel Action, disse para LifeSiteNews.


“Como ex-agente policial lidei com situações envolvendo suicídio, homicídio e outros tipos de violência. Mesmo assim, nunca senti o nível de malignidade e opressão espiritual que senti naquela sala”, Matt Barber, vice-presidente do  Liberty Counsel Action, disse para LifeSiteNews.


“Esses ‘profissionais’ de saúde mental, e ativistas que se descrevem como pedófilos e ‘gays’ tiveram, não sei como, condições de discutir arrogantemente, de um modo quase indiferente, a ideia de estupro contra uma criança”, disse Barber. “Eles usaram termos psicológicos baratos, de modo elegante e eufemístico, para dar acobertamento quase científico para uma discussão acerca do pior tipo de perversão”.


A organização B4U-ACT patrocinou o evento em Baltimore na semana passada, no qual estiveram presentes profissionais de saúde mental e ativistas pró-pedofilia. A conferência examinou as maneiras em que “indivíduos que sentem atração por menores” podem se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.


Os líderes da conferência incluíam Fred Berlin da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, Renee Sorentino da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, John Sadler do Centro Médico Sudoeste da Universidade do Texas, e John Breslow da Escola Londrina de Economia e Ciência Política.

Os palestrantes falaram para os 50 participantes presentes sobre temas que variavam desde a noção de que pedófilos são “injustamente estigmatizados e demonizados” pela sociedade até a ideia de que “as crianças não são inerentemente incapazes de dar consentimento” para fazer sexo com um adulto. Na discussão também houve argumentos de que o desejo de um adulto de ter sexo com crianças é “normativo” e que o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM) ignora o fato de que os pedófilos “têm sentimentos de amor e romance por crianças” do mesmo jeito que adultos heterossexuais e homossexuais têm sentimentos românticos uns pelos outros.


Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Judith Reisman, professora convidada daUniversidade Liberty, disse, depois de estar na conferência, que “após a decisão ‘histórica’ Lawrence versus Texas [do Supremo Tribunal] em 2003, parafraseando o juiz Antonin Scalia, vale tudo”.

“Trato desse assunto em detalhe no meu último livro, ‘Sexual Sabotage’ (Sabotagem Sexual)”, disse ela. “Depois de Alfred Kinsey, os sexólogos começaram a ocupar nossas escolas, de modo que profissionais formados têm em grande parte sido treinados para ser uma forma de anarquistas sexuais”.


“Embora a estupidez de promover uma inofensiva sexualidade sem moral nos deixe diariamente chocados, nossas arrogantes populações ‘cultas’ dizem que a moralidade não tem lugar em nossas vidas sexuais”, disse Reisman. “Exatamente como a AIDS é uma consequência natural da educação sexual e meios de comunicação sem valores morais, assim também são os abusos sexuais contra crianças. Estamos criando um novo caráter humano e o abuso sexual contra crianças é cada vez mais parte desse caráter”.


“Eu, por minha parte, já estou farto”, Barber disse para LifeSiteNews. “Esses anarquistas sexuais, qualquer que seja a classe de sua perversão, precisam parar de incomodar nossos filhos e deixarem as crianças serem crianças”.


“Eles sabem que para possuir o futuro, eles precisam possuir a mente das crianças”, disse ele. “Daí, grupos como B4U-ACT, a Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero, a Federação de Planejamento Familiar e organizações semelhantes, utilizam as instituições acadêmicas, desde as pré-escolas até as faculdades de pós-graduação, para fazer lavagem cerebral e doutrinar”.


Conforme foi noticiado antes por LSN, B4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma ligado à pedofilia”. Howard Kline, diretor de ciência de B4U-ACT, criticou a definição de pedofilia usada pela Associação Americana de Psicologia, descrevendo seu tratamento de “pessoas que sentem atração por menores de idade” como “impreciso” e “equivocado”.

Semelhantes pressões políticas, então por ativistas homossexuais, levaram à desclassificação da homossexualidade como uma desordem mental em 1973 no MDEDM. Como consequência da desclassificação do MDEDM, o debate sobre a homossexualidade e os muitos danos documentados associados com o estilo de vida homossexual tem sido totalmente censurado nos círculos psicológicos acadêmicos.
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 Postado por:ByPrila                 Tradução: Julio Severo          
 Fonte:http://noticiasprofamilia.blogspot.com

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Você consegue viver sem internet?

Falar com os amigos, tirar dúvidas, ler notícias e buscar informações do seu interesse. Tudo isso em casa, entre uma soneca e outra que seu filho tira, sem atrapalhar a rotina. Para descobrir a importância da internet na vida das mães, o grupo americano Parenting, que publica as revistas Parenting e Babytalk, do mesmo segmento que CRESCER, realizou uma pesquisa com mais de mil mães.

Mais de 70% delas não consegue ficar mais de um dia sem usar a internet enquanto para 40% ficar sem navegar na web por apenas algumas horas já é um incômodo. A pesquisa também mostrou que 79% das mães consideram o celular uma necessidade maior do que um telefone fixo. É na internet que as mães entrevistadas encontram os amigos: 81% estão no Facebook e 57% têm blogs para contar suas experiências e se comunicar com outras mães.

Assim como suas mães, a pesquisa mostrou que as crianças estão adotando os mesmos hábitos dos pais e estão aprendendo a usar as ferramentas disponíveis da internet mais cedo do que nunca. Os pesquisadores descobriram que 1 em cada 4 mães estimula a interação das crianças com o celular antes de completar 2 anos. Por volta dos 4 anos, 60% das crianças já usaram, pelo menos uma vez, o computador; 43% uma câmera digital; 32% um smartphone; 25% um iPod e 14% já usaram um tablet.

A pesquisa também quis saber como a qualidade do tempo está sendo aproveitada atualmente. O resultado revelou que o site de vídeos YouTube se tornou o principal passatempo das famílias: 45% das mães disseram que assistem vídeos com seus filhos. E se ele faz uma pergunta sobre o sistema solar, os hábitos das abelhas, – e qualquer outra coisa que seu filho queira saber – você tem boas chances de encontrar um vídeo no YouTube.

Para Elisa Camahort, do portal feminino BlogHer, mães e pais não conseguem mais viver sem internet por todas as possibilidades que ela oferece, seja para buscar um conselho de outra mãe em um blog, manter contato com os amigos ou simplesmente se divertir. "Mas essa não pode ser a única forma de interação social", diz a psicóloga especialista em família Ana Lúcia Castello, do Hospital Infantil Sabará (SP). “Nada substitui o encontro real com os amigos e a conversa cara a cara. Pela rede, você pode estar de pijama, sentada no sofá. Pessoalmente, você tem de se arrumar e até mesmo mudar de postura, o que faz uma grande diferença para a autoestima”, completa.

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Postado por:ByPrila                Fonte: Revista Crescer

domingo, 28 de agosto de 2011

Surpreendente história de família com 11 filhos de menos de 12 anos alcança os grandes meios de comunicação

A surpreendente história de uma família de Maryland com 11 filhos de idades variando de 1 a 12 virou destaque num artigo publicado no jornal Washington Post. O artigo, datado de 10 de agosto, narra a vida do dia a dia da família Kilmer e mostra em detalhes como eles dão um jeito de permanecer alegres e se divertir enquanto equilibram o que alguns poderiam considerar um estilo de vida impossivelmente difícil.

Família Kilmer
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Larry Kilmer, que é natural de Halifax, Nova Scotia, disse que viu sua conversa com o Washington Post sobre sua família como “uma oportunidade de mostrar que as famílias grandes podem existir e sobreviver na área de Washington”.
“Foi uma chance para os outros verem que com alguns sacrifícios dá para ser feito”, disse ele. “Apesar do medo de que ‘você não consiga sobreviver’, queríamos mostrar que é possível”.
O artigo introduz os leitores a Larry, um professor de ensino secundário, e sua esposa Jen, uma mãe dedicada exclusivamente ao lar, assim como os filhos Christina, Joe, Michelle, Julie, Tommy, Steven, Matthew, John Paul, Larry, Rosemary e Peter, nenhum dos quais são gêmeos ou trigêmeos.
O artigo de destaque narra a vida diária da família Kilmer, das 5h da madrugada às 21h da noite, comentando os muitos desafios que a família enfrenta, mas também frisando as muitas bênçãos, inclusive as amizades estreitas compartilhadas pelos filhos e o papel que uma fé cristã sólida desempenha na família Kilmer.
“Uma família grande ajuda a incutir numa pessoa muitos dos fortes valores e virtudes que uma sociedade precisa a fim de sobreviver e continuar”, Kilmer disse para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews.com. “Em minha opinião, a questão de colocar os outros em primeiro lugar está no centro de uma família grande enquanto trabalhamos e existimos com outros seres humanos num ambiente intimamente ligado”.
“Famílias grandes têm um impacto na sociedade”, disse Giroux. “Num tempo em que o índice de natalidade nacional está perigosamente baixo, famílias grandes estão produzindo os futuros trabalhadores que sustentarão os idosos no futuro bem próximo… Eles estão criando a próxima geração de líderes da igreja e da política”.
“No centro das famílias grandes está a entrega a Deus dos supremos direitos sobre nossas vidas e a atitude de abraçar com amor os filhos como presentes dele”, disse ela. “Infelizmente, esse é um conceito estranho e/ou desconhecido que gradualmente se perdeu durante os últimos 50 anos”.
“Requer ‘confiança cega’ em Deus em momentos de dificuldade”, disse Giroux. “Esse é um conceito difícil para uma sociedade contraceptiva em que se busca controlar tudo desde o dia em que concebem até às vezes o próprio sexo de seu bebê”.
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Postado por:ByPrila                   Fonte: Blog Julio Severo

domingo, 21 de agosto de 2011

A lógica de ser ser pai ou mãe em tempos modernos

Qualquer pessoa que não tenha filhos e que já tenha observado de perto pais modernos, liberais e preocupados pode se deparar com uma experiência aterrorizante.


O cuidado e a atenção dispensados em detalhes da vida cotidiana da criança é assustador. Decidir o que ela comerá no jantar pode levar horas de uma cuidadosa negociação.


Todas as questões feitas pela criança são respondidas com uma atenção infinita – quanto tempo se demora para atravessar a Terra, de um extremo ao outro? De onde vem o vento? O que tem dentro de um átomo?

Os historiadores nos explicam que, em boa parte da história da humanidade, tais questões mal seriam consideradas. Havia uma grande chance de seu pequeno inquisidor estar morto antes da vida adulta, você poderia ter cinco ou seis criaturas do mesmo tamanho para colocar na cama todas as noites e, por isso, parecia lógico não investir muita energia nem emoção em fornecer respostas.

A infância era vista como uma fase fantasiosa essencialmente desconectada de qualquer determinante na vida adulta.

Esconde-esconde
Mas agora vivemos em uma sociedade e uma era em que predomina a máxima de que o sucesso ou o fracasso de um adulto está diretamente ligado à qualidade do tratamento que ele recebeu durante a infância.
Por trás das atividades familiares, das brincadeiras de esconde-esconde e dos passeios ao zoológico, as personalidades estão sendo construídas e é a partir disso que toda a força e criatividade dependerão para florescer. Lições emocionais que não são aprendidas de verdade na primeira infância nunca serão absorvidas – não sem caras e demoradas sessões de terapia.

Carência

Caso contrário, vamos ser carentes de aprovação dos outros e nunca seremos capazes de fazer escolhas ousadas, por causa da nossa incapacidade de tolerar um momento em que ninguém está nos aplaudindo. Vamos ficar ansiosos por não termos sido amados de verdade há 30 ou 40 anos.

Isso pode parecer uma explicação absurda para o nosso desenvolvimento, mas sua base não é totalmente infundada. Porque afinal somos criaturas que desmaiam ou morrem por causa de um coágulo no sangue de meio milímetro de diâmetro.

A filosofia moderna sobre a infância torna tudo significativo. O Joãozinho não está apenas sendo irritante quando ele empilha as almofadas no chão e diz ser um marinheiro de um navio naufragado que pede ajuda para se salvar dos tubarões.

Ele está explorando ideias contrastantes de desamparo e resiliência, que anos depois vão o ajudar a superar uma rejeição amorosa ou a aproveitar oportunidades profissionais.
Pode parecer fraqueza ou excesso de paparico. Pode parecer decadente.
Para quem está de fora, especialmente se for de outra geração, pode ser nauseante observar todo esse zelo, essa paciência para perguntas, a urgência de se cuidar de cada machucadinho, o jeito de tratar crianças como se suas opiniões realmente importassem.

Lógica

Mas apesar de tudo isso parecer fraqueza, há uma lógica pragmática em curso.

Assim como pais de todas as épocas e lugares, os pais de hoje querem a sobrevivência de seus filhos. A diferença é que eles agora operam com ideias bem diferentes sobre o significado de sobrevivência.

Não há falta de inteligência genuína. O que se precisa adicionar acima disso é uma mente que possa fazer conexão entre ideias, que consiga persuadir outros a comprar sua opinião, que seja capaz de lidar com grandes aspirações e plasticidade psicológica para lidar com a rejeição – e esse é o porquê de tanta paciência ser dispensada a desenhos de borboletas feitos por crianças, de tanta atenção com o menu do jantar, de tanto respeito com as opiniões dos pequenos.

Mundo problemático

Essas preocupações podem parecer maneiras de tentar conter um pânico imensurável em relação à audácia de se ter colocado uma criança nesse mundo problemático.

Contando que as crianças estejam na cama às 19h15, aprendam a amarrar o cadarço e sempre digam “obrigado”, a esperança oculta é a de que nós possamos miraculosamente evitar ter de provar um gole da xícara do arrependimento humano.

A natureza desproporcional das preocupações de pais modernos surgem no início de cada dia letivo, quando 20 ou 30 adultos se reúnem em uma sala de aula para dar adeus a suas preciosas proles.

Para quem está de fora é evidente que a vida por si só não vai fazer jus às esperanças depositadas nos ombros dessas crianças – não vai evitar divórcios, câncer de próstata, vícios, depressões mesmo se eles ganharem estrelas douradas.

As crianças podem até dominar a álgebra, desenhar amebas, escrever belas histórias sobre as férias e memorizar as capitais do mundo, de Wellington a La Paz. Ainda assim, nada pode ser feito para protegê-las dessa série de problemas.

Nem mesmo estudar mandarim nos fins de semana, praticar violino ou jogar xadrez vai resolver. Tanta coisa pode dar certo e ainda assim acabar sendo desfeita por falhas inevitáveis de nosso próprio temperamento e do ambiente que nos rodeia, um pensamento perturbador que tanto o sistema educacional quanto os pais tentam evitar.

Isso, no entanto, não é argumento para desistir. Parece que não conseguimos, de forma espontânea, nos sentir suficientemente importantes para nós mesmos, suficientemente dignos de conduzir nossa figura absurda pelos labirintos da vida, a não ser que em algum momento nós tenhamos sido privilegiados o suficiente para desenvolver um sentimento de que outra pessoa se importava de forma ilimitada e desmedida conosco.
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Postado por:ByPrila                Fonte: BBC Brasil

sábado, 20 de agosto de 2011

Oração da Mulher




Querido Deus,

Até agora o meu dia foi bom:

- Não fiz fofoca;

- Não perdi a paciência;

- Não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica;

- Controlei minha TPM;

- Não reclamei;

- Não praguejei;

- Não gritei;

- Não tive ataques de ciúmes;

- Não comi chocolate;

- Também não fiz débitos em meu cartão de crédito, nem dei cheques pré-datados;

Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou para levantar da cama a qualquer momento…

Amém!

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Postado por: ByPrila        Fonte: Site Cristão Confuso

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Difícil Decisão

Professora argentina apela por 'morte digna' da filha de dois anos

Professora argentina apela por 'morte digna' da filha Camila, de dois anos
A professora argentina Selva Herbón, 37,  fez um apelo para que sua filha de dois anos, em estado vegetativo desde que nasceu, possa ter uma "morte digna". A filha Camila ficou um período sem receber oxigênio durante o parto, o que pode ter provocado danos cerebrais, e está em um estado vegetativo permanente desde então. 

A professora enviou uma carta na semana passada aos deputados do país pedindo a aprovação de projeto de lei que permita "a morte digna" de Camila. Herbón escreveu que a situação da menina é "irrecuperável e irreversível", mas que existe um "vazio legal" na legislação atual que impede a retirada dos aparelhos que a mantém viva. 

Na carta, a mãe diz ainda que especialistas de quatro lugares deram parecer favorável a "limitar o esforço terapêutico e retirar o suporte vital" da criança. Ela diz, porém, que nenhum médico quer se arriscar a desligar os aparelhos, já que o fato, com as leis atuais, seria definido como "homicídio".
Selva e seu marido, Carlos, são pais também de uma menina de 8 anos, saudável. "Na minha condição de mãe, eu lhes suplico, a partir do meu caso e de muitos outros, que seja aberto o debate (no Parlamento)", afirmou na carta.

Sem visitas

Em entrevista à BBC Brasil, a professora disse ter certeza de que a "morte digna" é o melhor para Camila. "Na minha concepção de mãe, ela não tem vida digna. Camila não vê, não escuta, não chora, não sorri. Eu e meu marido não queremos que ela tenha uma vida mantida de modo artificial", disse.

A professora contou que o marido e a filha já não visitam a menina, internada no hospital Centro Gallego, da capital argentina, porque não suportam ver "a criança crescer, mas sem sentir nada". 

"Conversei com um especialista da Universidade Católica Argentina (UCA) que me disse que é possível desligar, legalmente, os aparelhos desde que se comprove que ela tem morte cerebral. Vamos tentar conseguir um médico que confirme este fato", disse.

Questionada se o desligamento dos respiradores artificiais significaria eutanásia, ela respondeu: "Eutanásia quer dizer 'boa morte'".
Selva afirma que recebeu, nesta quarta, um diploma por um curso virtual de bioética que estudou durante quatro meses. "Eu quis estudar para entender melhor o que estou defendendo para minha filha", disse. Segundo ela, outros pais "podem preferir ter um filho nestas condições, para poder acariciá-lo todos os dias". "Mas não é o que entendo como vida para minha filha", afirmou.
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Postado por:ByPrila         Fonte: UOL

domingo, 14 de agosto de 2011

Os benefícios da caminhada para o corpo e a mente


Você conhece algum exercício  mais fácil do praticar Caminhadas? Ela não exige habilidade, é prática,barata e pode ser feito a qualquer momento do dia. Reunimos para você leitor(a) 11 benéficos que este hábito pode lhe trazer . Confira aqui e movimente-se:


1.Melhora a circulação

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.  
Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia. 
2.Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.


"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica. 
3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

 "Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.
4. Afasta a depressão
Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.


Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia. 
5. Aumenta a sensação de bem-estar
Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.


Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.  
6. Deixa o cérebro mais saudável
Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia. 
Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais. 
7. Diminui a sonolência
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp. 
8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece
Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia. 
E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular. 
A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado. 
9. Controla a vontade de comer
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária. 
Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.  
10. Protege contra derrames e infartos
Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom. 
11.Diabetes
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp. 
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Postado por: ByPrila              Fonte: Uol.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Vogue publica ensaio sensual de menina de apenas 10 anos


Usando maquiagem pesada e decote de corte até a cintura, a modelo para uma recente foto da revista Vogue está deitada numa cama com estampa de leopardo a medida que os olhos azuis dela fitam friamente a câmera. Em outras fotos, ela usa muitas joias e salto alto enquanto descansa o corpo numa pele de tigre.

A única qualidade que separa Thylane Lena-Rose Blondeau de uma típica modelo da alta costura é que ela só tem dez anos de idade.
Muitos que a viram expressaram choque e horror depois que a menina apareceu numa exibição de 15 páginas da revista francesa Vogue, editada pelo convidado designer de moda Tom Ford em janeiro.
“A sexualização das crianças é uma dos males mais perniciosos de nossa era.Eles não deveriam ter feito isso”, disse Helen Goodman, parlamentar do Partido Trabalhista, de acordo com o jornal Daily Mail. A organização internacional pró-família União das Mães concordou, dizendo que as fotos hipersexualizadas “negam à senhorita Blondeau o direito de ser a criança que ela é”.
O jornal Daily Beast comenta que Blondeau anda pelas passarelas de desfiles de moda desde a idade tenra de quatro anos, e desde então é fotografada topless, com apenas um colar de pérolas de madeira cobrindo parte de seus peitos.
Outros observadores de internet também pareciam não acreditar no enfoque novo da foto na questão da sexualidade. “Isso é de indignar. É impróprio, e repugnante”, disse certo blogueiro no Tumblr no comentário do Mail.
“Ela tem a expressão facial de uma criança cujas imagens se encontram em pornografia infantil ilegal. Mordaz, sem nenhum sorriso, agressiva passiva”, comentou outro observador de uma galeria de fotos no site TheGloss.com.
Veronika Loubry, a mãe de Thylane, fechou a conta de Facebook de sua filha e um blog do Tumblr intitulado “Fuck Yeah Thylane Blondeau” na semana passada depois que as imagens indecentes se alastraram como um incêndio numa floresta.
A postagem final na página do Facebook indicou que algo tinha ido errado envolvendo uma “pessoa má” nos Estados Unidos graças às fotos. “Algo indo errado no momento com Thylane e uma pessoa má nos Estados Unidos sobre fotos que ela fez 8 meses atrás para a Vogue”, escreveu Loubry antes que a página fosse desmanchada.
Líderes internacionais que defendem os jovens dizem que a foto preocupante exemplifica o motivo por que a sexualização de crianças mais e mais novas precisa receber forte oposição.
“Eles querem fazer com que essas meninas se iniciem novas, já que eles têm interesses ideológicos e econômicos em tal empreendimento arriscado. 
“Todos sabem que a indústria da moda frequentemente usa a atração sexual para comercializar seus bens. Isso não é incomum. O que é incomum e preocupante acerca de uma menina de 10 anos fazendo um papel de modelo provocadora é que isso é evidência de uma mudança nos gostos sexuais da sociedade”.

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Postado por:ByPrila                   Fonte: Mídia Sem Máscara      Traduzido por: Julio Severo

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Química no cabelo durante gravidez faz crescer risco de bebê ter leucemia

Estudo, feito pela Escola Nacional de Saúde Pública em parceria com o Instituto Nacional de Câncer, acompanhou 650 mães de todas as regiões do País, exceto o Norte; pesquisadores avaliaram substâncias existentes em 14 marcas de tintura e alisado.

O uso de tinturas ou alisadores de cabelo durante os três primeiros meses de gravidez aumenta em quase duas vezes o risco de o bebê desenvolver leucemia nos primeiros dois anos de vida. Embora seja considerada uma doença rara, a leucemia atinge cerca de 5% das crianças nessa idade.

Cuidado. Regiane Marques parou de tingir os cabelos quando engravidou de Rafaella

A conclusão é do primeiro estudo epidemiológico brasileiro que investigou o tema. O trabalho foi realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) em parceria com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) por mais de dez anos. Ao menos por enquanto, os dados sugerem que as mulheres não devem pintar os cabelos durante a gravidez.
O trabalho foi realizado em 15 centros de todas as regiões do País, exceto a Norte. Foram analisadas 650 mães: 231 com filhos diagnosticados com leucemia antes de 2 anos de idade e 419 mães controle sem filhos com câncer.

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Postado por: ByPrila          Fonte:  Texto Parcial    Estadão.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

Médico explica os riscos do paracetamol e diz que não sabe por que remédio continua no mercado

Anthony Wong

O risco dos analgésicos

Paracetamol, princípio ativo de alguns dos remédios mais vendidos no mundo, como o Tylenol, não é inofensivo, alerta o médico Anthony Wong

Lena Castellon e Lia Bock(Revista Isto é)

Dar um remédio para baixar a febre em crianças ou tomar um comprimido para aliviar a dor de cabeça não é tão simples quanto parece. No primeiro caso, é comum os pais abusarem da dosagem na tentativa de diminuir a temperatura corporal dos filhos adoentados. No segundo, a pessoa pode estar ingerindo alguma substância nociva. Para evitar esses problemas, é preciso saber exatamente o que seu organismo tolera. E também entender os riscos embutidos nos medicamentos. Inclusive daqueles que são famosos por ser inofensivos. Uma dessas drogas está na mira do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das Clínicas de São Paulo. É o paracetamol, princípio ativo de um dos analgésicos mais vendidos no mundo, o Tylenol. O médico Anthony Wong, 54 anos, chefe do setor, alerta para os perigos da substância, que pode causar lesões no fígado e até levar à morte. O especialista luta no País pela revisão da bula desse remédio e de outros que tenham o princípio ativo. Recentemente, a revista Time, dos Estados Unidos, publicou uma matéria sobre os riscos do paracetamol. Isso motivou Wong a debater o tema no Brasil.
Istoé -
Recentemente, o FDA (órgão que fiscaliza medicamentos nos Estados Unidos) recomendou mudanças nas embalagens do Tylenol. Essa substância não é tão inofensiva quanto boa parte da população pensa?
Anthony Wong -
 Não é uma droga inofensiva. Sabe-se há muito tempo que o paracetamol causa falência hepática, a destruição total do fígado. Inicialmente, dava-se como dose segura para um adulto cerca de oito gramas diários. Mas, há sete anos, o FDA baixou essa dose para seis gramas e, há quatro anos, determinou que ela deve ser quatro gramas para adultos. Se pensarmos que o Tylenol Super (um dos produtos da marca) tem 750 mg, podemos dizer que essa dose equivale a cinco cápsulas por dia, em função da presença da substância no medicamento. Ou seja, o limite que era considerado seguro tempos atrás está mudando, progressivamente, no decorrer dos anos. O segundo problema da substância é que ela é um remédio para dor e febre muito menos eficaz do que os outros que existem no mercado. Isso porque, em geral, sua capacidade de baixar febres elevadas (acima de 39,5 graus) é menor do que a da dipirona (princípio ativo da Novalgina, por exemplo). Além disso, dificilmente ele mantém a temperatura corporal baixa por mais de quatro horas, enquanto o efeito da dipirona dura mais de seis horas. O ibuprofeno (princípio ativo do remédio Advil, entre outros medicamentos) age como a dipirona: diminui rapidamente a febre e mantém a temperatura baixa por mais tempo. O problema de o paracetamol ser menos eficaz é que as pessoas usam o remédio mais vezes e atingem logo a dosagem tóxica. Tanto no adulto quanto na criança.
Istoé - O paracetamol é mais seguro para crianças do que para adultos?
Anthony Wong -
 Sempre se considerou que a substância era mais segura em crianças do que em adultos porque o fígado da criança teria mais estoques de uma substância chamada glutationa, que neutraliza o potencial tóxico do paracetamol. Teria, portanto, mais condições de reagir à droga. No entanto, vários estudos já mostraram que a criança pode ficar com baixos estoques de glutationa quando está com febre prolongada, diarréia, vômitos ou subnutrida. Então, ela também está sujeita a lesões no fígado, assim como o adulto.
Istoé - Como acontece exatamente a lesão no fígado pelo paracetamol?


Anthony Wong -
 O paracetamol em si não causa a lesão. Ele é transformado em um composto no fígado para que faça efeito contra a febre. Depois é transformado mais uma vez para que possa ser eliminado. É assim que funciona a maioria dos medicamentos. Em detalhes, no caso do paracetamol, quando há quantidade suficiente de glutationa, o organismo transforma uma das substâncias presentes nesse processo, o NAPQI (N-acetilparabenzoquinoneimina, que é extremamente agressiva à célula hepática) num outro composto. Esse terceiro composto não é tóxico e depois é descartado pelos rins. Caso o NAPQI se acumule, pode ocorrer uma necrose, ou seja, a morte de células do fígado. E com isso pode haver um comprometimento irreversível desse órgão.
Istoé - O perigo só existe em casos de superdosagem?
Anthony Wong -
 Falava-se que a lesão do fígado só acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica mais claro que essa lesão não ocorre apenas com superdosagens, mas também com doses terapêuticas, as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro fato é que existem muitos remédios com paracetamol. Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância. Alguns antiinflamatórios também. Então, acontece muito de as pessoas usarem medicamento para gripe e tomarem paracetamol para dor de cabeça e febre. Assim, facilmente se ultrapassa a dose máxima de quatro gramas diários recomendada para adultos.
Istoé - O que pode acontecer nesses casos?
Anthony Wong -
 É comum as pessoas tomarem analgésicos porque o antiinflamatório, sozinho, pode não tirar a dor. A associação com o paracetamol pode gerar uma nefrite analgésica, uma doença renal muito séria. E não precisa ter overdose. Essa doença não é percebida imediatamente. A alteração renal não é fácil de se notar. Só se descobre a nefrite com exames. E não se faz exame todo dia. Precisamos fazer o alerta desse risco no Brasil. Nos Estados Unidos, já se sabe do perigo em associar o paracetamol com antiinflamatórios há mais de 15 anos.
Istoé - Há também uma relação entre paracetamol e bebidas alcoólicas. O que se sabe hoje a esse respeito?
Anthony Wong -
Quando se bebe álcool demais, o fígado é agredido. Acreditava-se que o mecanismo de metabolização do álcool seria diferente do metabolismo do paracetamol, pois eles usariam sistemas enzimáticos diferentes. Como se eles não tivessem nada a ver um com o outro. Mas descobriu-se que não é bem assim. Antigamente, imaginava-se que as pessoas que ingerissem até três doses de uma bebida destilada não seriam afetadas pelo paracetamol. Só quem fizesse uso de doses maiores que essa teria problemas ao tomar o remédio. O primeiro conceito está errado e o segundo, certo. O álcool interfere na disponibilidade de glutationa, causando lesão hepática. Além disso, o álcool é irritante para o estômago e, associado ao paracetamol, pode provocar sangramento gástrico. Não se sabe o mecanismo, mas isso acontece. Está até na bula americana dos medicamentos que contêm o princípio ativo. Portanto, quem ingerir três ou mais doses de bebidas destiladas (como uísque, pinga, vodca, gim) não deve tomar paracetamol.
Istoé - Além desses problemas de associação com bebida alcoólica ou antiinflamatórios, existem outras situações de risco?
Anthony Wong -
 Sim. O uso de paracetamol durante algumas doenças também pode ser arriscado. Crianças com diarréia e vômito, por exemplo, estão com estoques baixíssimos de glutationa e podem até se intoxicar com doses consideradas normais, já que não têm a substância para metabolizar o paracetamol. Quem está com hepatite crônica B, C e D também não pode tomar o remédio. Nesses e em outros casos em que o fígado não funciona direito, os pacientes estão mais propensos à intoxicação por paracetamol.
Istoé - A propaganda do Tylenol é de que, exatamente por ser o mais seguro, ele é o único da categoria recomendado para crianças e gestantes. Isso é verdade?
Anthony Wong -
 Na gravidez, o uso de qualquer remédio deve ser feito com muita cautela. Administrar medicamentos para crianças também requer muita atenção. No caso da gestação, podemos analisar os quatro analgésicos que estão no mercado: dipirona, paracetamol, ácido acetilsalicílico (princípio ativo da Aspirina, por exemplo) e o ibuprofeno. O ácido acetilsalicílico não deve ser usado no primeiro trimestre da gestação porque existe suspeita de que possa afetar o bebê. Mas certamente no terceiro trimestre não se usa porque provoca risco de sangramento. Por ser também antiinflamatório, o ibuprofeno pode propiciar sangramento e ameaçar a gravidez. Como a dipirona não é consumida nos Estados Unidos, não se avaliou seu risco na gravidez. Está escrito na bula: risco na gravidez não avaliado. Mas no segundo e terceiro trimestres de gravidez o risco parece ser pequeno. O paracetamol sempre teve propaganda a favor muito grande, mas nunca foi avaliado adequadamente. Em vista dos novos alertas sobre o paracetamol, seu risco deveria ser revisto. É preciso alertar as pessoas: a propaganda não pode ser a alma do negócio nesses casos.
Istoé - Qual a importância dessas advertências constarem do rótulo?
Anthony Wong -
 Nos últimos sete anos, a bula do paracetamol foi modificada pelo menos quatro vezes nos Estados Unidos. Mas as advertências funcionam no mercado americano. Aqui, não. A bula não é fiscalizada. Apesar de existir uma lei que diz que no Brasil a bula deve estar de acordo com a bula original do remédio, isso não ocorre.
Istoé - O que falta na bula do Tylenol, por exemplo?
Anthony Wong -
 Ela não esclarece qual o risco para quem bebeu ou vai beber três ou mais doses de bebida alcoólica. Fala apenas de alcoólatras crônicos. Mas o que é um alcoólatra crônico? Fica vago, fica na mão do consumidor. Eu conheço muita gente que bebe mais de três doses por dia e não se considera um alcoólatra.
Istoé - Desse jeito, a responsabilidade pelo consumo do medicamento fica para o consumidor, já que ele é vendido no mundo todo sem prescrição?
Anthony Wong -
Nem sempre. Na Inglaterra, por exemplo, limita-se o número de comprimidos vendidos ao consumidor. Não sei se essa medida funcionaria no Brasil. Temos a tendência de imaginar que o consumidor brasileiro tem pouco conhecimento sobre a toxicidade dos medicamentos e que faz muita automedicação. Mas isso só acorre quando há falta de instrução. Se fosse feita uma campanha sobre os problemas da automedicação, com certeza as pessoas teriam mais cuidados. Se ninguém fala nada, fica complicado.
Istoé - No Brasil, existem muitos casos de intoxicação e de morte por overdose?
Anthony Wong -
 No Ceatox, o analgésico com mais relatos de overdose tem sido o paracetamol. As pessoas usam demais o remédio. Pensam que é seguro, abusam e têm problemas. O primeiro caso que constatei foi em 1979. Uma criancinha de quatro meses com gripe e febre teve convulsões porque a mãe deu alta dose de analgésico com paracetamol. Nós nem sabíamos que o paracetamol poderia intoxicar. Fizemos exame de sangue e urina e deu uma altíssima quantidade da substância.
Istoé - Por ser vendido sem prescrição, é possível que o risco do medicamento acabe sendo maior do que o de remédios que são controlados?
Anthony Wong -
 O risco é diferente. As pessoas que tentam se matar com barbitúricos, por exemplo, apresentam sintomas claros. É mais fácil salvá-las. Com o paracetamol, não. A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece só depois de 24 horas. Aí, já é muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas, é muito difícil reverter o quadro.
Istoé - Que alertas podem ser dados à população?
Anthony Wong -
Ao tomar mais de um remédio, verifique se eles contêm a substância. Caso contenham, não ultrapasse a margem terapêutica recomendada. Segundo lugar, não se pode pensar que o medicamento é seguro só porque é vendido sem prescrição. São remédios como outro qualquer e requerem cuidado. É preciso lembrar que a intoxicação por paracetamol é muito mais frequente do que o que se pensava antigamente. Por último, nunca se deve fazer automedicação, mesmo com remédios de venda livre, principalmente para crianças. O fato de ser de venda livre não reduz em nada os possíveis efeitos danosos.
Istoé - Se a criança estiver com febre, a mãe deve ligar para o médico antes de dar alguma medicação com paracetamol?
Anthony Wong -
A mãe deve saber que a dose de paracetamol é limitada. Se a febre não baixar com a dose recomendada, não se deve repeti-la.
Istoé - E quem faz uso frequente do paracetamol? Aqueles que tomam uma ou duas cápsulas por dia correm algum risco a longo prazo?
Anthony Wong -
 Há indícios de que o uso crônico do paracetamol em doses próximas do limite diário estabelecido pode levar à lesão do fígado a médio e longo prazos. Então, o fato de limitar os comprimidos diários não é garantia de que a pessoa não vá sofrer. Se ele tomar por muito tempo, existe, sim, o risco de lesão do fígado. Outro alerta que consta até na bula, mas que ninguém lê, é que o paracetamol é uma das poucas drogas que, associadas a outros remédios, podem causar lesão hepática. Ele não pode, por exemplo, ser tomado com barbitúricos (substâncias usadas contra convulsões).
Istoé - E com tudo isso, vale a pena tomar o paracetamol?
Anthony Wong -
Todo remédio, apesar de ser benéfico, traz riscos. Todo medicamento tem suas indicações e limitações. Sabendo quais são e seguindo rigorosamente as orientações, ele é seguro.
Istoé - Para conhecermos esses riscos dependemos da boa vontade da indústria?
Anthony Wong -
 Dependemos basicamente da responsabilidade civil da indústria farmacêutica, de campanhas, orientação e fiscalização do governo e da educação do povo.
Istoé - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) poderia tomar alguma medida imediata com relação a essa conscientização?
Anthony Wong -
Isso sim. E urgente. A Anvisa deveria exigir que todas as bulas médicas fossem adequadas às encontradas nos países de origem dos remédios. O FDA exige revisão de bula, que deve ser feita em dias, e não em meses, como acontece aqui. E a indústria ainda envia uma carta aos médicos avisando da mudança. Essa medida é importante porque poucos profissionais fazem cursos de atualização terapêutica e por isso eles acabam ficando à margem da evolução da medicina e podem prejudicar seus pacientes.
Assista Vídeos relacionados com o assunto:
Obs: Segundo pesquisas comprovadas o Paracetamol é maléfico a saúde mesmo em doses
Seguras por isso não se engane..evite-os.
 

Dengue e Paracetamol - Os Riscos - Part 1
Dengue e Paracetamol - Os Riscos - Part 2

Postado por: ByPrila