sábado, 8 de janeiro de 2011

Maquiando a Verdade

Mais um ano se passou e o processo de Alienação, Mentiras, Falcatruas e Covardia por parte do Sistema Público regido pelos Governantes continua causando constrangimento á população em geral.

Hospital esconde pacientes de novo ministro da Saúde


Rio - Em sua primeira agenda oficial fora de Brasília, o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou o Hospital estadual Albert Schweitzer, em Realengo, mas segundo os pacientes não conheceu a realidade. Acompanhantes contaram que o local foi “maquiado” e que pacientes tiveram dificuldades de dormir devido ao barulho de obras de madrugada. Usuários também acusaram a equipe da unidade de escondê-los para que não fossem vistos por Padilha.
“Colocaram todo mundo que estava esperando para fazer raios-x numa sala fechada para o ministro não ver a gente na fila. O ministro precisa chegar aqui sem avisar para saber como é de verdade”, disse a dona de casa Adriana Santos, 36 anos. “Fiquei revoltada. Eu não fiz nada para ser escondida”, disse.
A aposentada Sueli Rosa, 62 anos, que acompanhava a mãe, disse que viu quando os pacientes foram retirados do caminho do ministro. “Eles deveriam deixar o ministro ver a fila. Quem sabe ele não poderia ajudar mandando contratar mais funcionários? Esconder é uma vergonha”.
Rosélia Guimarães, que acompanhava a irmã, contou que os funcionários trabalharam durante a madrugada. “Eles trabalharam 24 horas para deixar o hospital bonito. Foi difícil dormir”.
Elevador Parou
No fim da visita, Padilha passou por um imprevisto: o elevador em que estava ao sair do CTI, que fica no 3º andar, parou e ele teve que usar as escadas. “O elevador parou e a porta abriu. Foi o excesso de peso”, disse, brincando.
Sérgio Côrtes, secretário estadual de Saúde, também desceu de escada e negou que tenha havido ‘maquiagem’. “O ministro confirmou a visita há dois dias. Então alguém teve bola de cristal há uma semana. São obras de manutenção”. Em nota, o estado nega que pacientes tenham sido escondidos. Também esteve na visita o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio.
Faltam vistorias em residências 
Sob risco iminente de sofrer com uma epidemia de dengue, o município não cumpre recomendação do Ministério da Saúde de fazer, pelo menos, uma vistoria bimestral em cada imóvel. Em 2010, foram cerca de 4,2 milhões de visitas na cidade, segundo a Secretaria municipal de Saúde — só de domicílios são 2,1 milhões no Rio.
“Existem pendências importantes ainda na cidade. Esse ano a gente aumentou em mais de 200 mil visitas em relação a 2009. Mas é pouco. A gente precisa avançar ”, admitiu o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, que participou, com o ministro Alexandre Padilha, da aula inaugural de 1.200 agentes de endemia ontem. “A dengue é nosso desafio imediato”, disse o ministro.
Hoje, Padilha e o prefeito de Queimados, Max Rodrigues Lemos, inauguram o Hospital Geral de Queimados. Depois de 20 anos em obras, a unidade funcionará com um Centro Especializado no Tratamento de Hipertensão e de Diabetes.
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Fonte: Terra.com
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Estudo: Exposição ao Flúor pode Reduzir a Inteligência das Crianças

A exposição ao flúor pode reduzir a inteligência das crianças, diz um estudo pré-publicado no "Environmental Health Perspectives", uma publicação do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental.

O flúor é adicionado a 70% do abastecimento de água potável pública dos EUA. No Brasil, dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2003 indicam que 75% do volume de água produzido pelos prestadores é fluoretado e se estima que 100 milhões de brasileiros ingerem água fluoretada.

De acordo com Paul Connett, Ph.D., diretor da Rede de Ação do Flúor, "Este é vigésimo-quarto estudo que encontrou essa associação, mas este estudo é mais forte do que o resto porque os autores controlaram variáveis-chave de alterações, e além de correlacionar uma diminuição no nível de QI com os níveis de flúor na água, os autores encontraram uma correlação entre baixo QI e quantidade de flúor no sangue de crianças. Isto nos aproxima de uma relação de causa e efeito entre a exposição ao flúor e danos cerebrais em crianças."

"O que também chama a atenção é que os níveis de flúor na comunidade onde a diminuição de QI foi registrada era inferior ao que o EPA diz ser o nível padrão seguro de fluoretação, de 4 ppm (partes por milhão), e demasiado perto dos níveis utilizados em programas de fluoretação artificial (0,7-1,2 ppm) ", diz Connett. No Brasil o nível considerado "ótimo" é de 0,7 a 1,0 ppm.

Neste estudo, 512 crianças de 8 até 13 anos, em duas aldeias chinesas foram estudadas e testadas: em Wamaio com uma média de 2,47 mg de flúor por litro de água (intervalo de 0,57-4,50 mg/L) e Xinhuai com uma média de 0,36 mg/L (0,18 -0,76 mg / L).

Os autores eliminaram ambos os problemas de exposição ao chumbo e a carência de iodo como possíveis causas para o QI reduzido. Eles também excluíram todas as crianças que tinham história de doenças ou lesões cerebrais e nenhuma tomou chá de tijolo (ou chá compacto), conhecido por conter alto teor de flúor. Nenhuma das vilas está exposta a
poluição do flúor pela queima de carvão ou outras fontes industriais.

Cerca de 28% das crianças na área com baixo nível de flúor tiveram resultados tão brilhantes, normais ou superiores em comparação com apenas 8% na área que tinha maior nível de fluor na água (Wamaio).

Na cidade com alto nível de fluoretação, 15% apresentaram resultados indicativos de retardo mental contra apenas 6% na cidade com baixa fluoretação. Os autores do estudo escrevem: "Neste estudo nós encontramos uma relação dose-resposta significativa entre o nível de flúor no sangue e do QI das crianças".

Além deste estudo, e 23 outros estudos de QI, existem mais de 100 estudos em animais que relacionam flúor com danos cerebrais (todos os estudos de QI e de estudos do cérebro de animais são listadas no Apêndice 1 do "Caso Contra Flúor" disponível online (em inglês)).

Um dos estudos mais antigos com animais sobre o impacto do flúor sobre o cérebro foi publicado nos Estados Unidos. Este estudo, por Mullenix al. al (1995), levou à demissão do autor pelo Centro Odontológico Forsyth. "Isto enviou uma mensagem clara para outros pesquisadores nos EUA que olhar para os efeitos na saúde do flúor, particularmente no cérebro, não era bom para a carreira", diz Connett.

Connett acrescenta: "O resultado é que enquanto a questão do impacto do fluoreto sobre o QI está sendo perseguido agressivamente ao redor do mundo, praticamente nenhum trabalho foi feito nos EUA, ou em outros países que praticam a fluoretação, a fim de repetir seus resultados. Infelizmente, os órgãos de saúde nos países que praticam a fluoretação parecem estar mais interessados em proteger seus programas de fluoretação de que proteger o cérebro das crianças".

Quando o Conselho Nacional de Pesquisa das Academias Nacionais revisou esse tópico em seu relatório de 507 páginas entitulado "Flúor na Água Potável: uma revisão das normas da EPA", publicado em 2006, apenas cinco dos 24 estudos de QI estavam disponíveis em Inglês. Mesmo assim, o painel concluiu que a ligação entre a exposição ao flúor e a redução do QI seria coerente e "plausível".

Segundo Tara Blank, Ph.D., Diretora para Ciência e Saúde da Rede De Ação do Flúor, "Este deve ser o estudo, que finalmente terminará com a fluoretação da água. Milhões de crianças americanas estão sendo expostos desnecessariamente a esta neurotoxina em uma base diária. Quem em seu juízo perfeito iria diminuir o risco de inteligência de seus filhos a fim de reduzir uma pequena quantidade de cárie dentária, para o qual a prova é muito fraca." (Ver The Case Against flúor, de Outubro de 2010, ).

Fluoretação no Brasil

No Brasil, a Lei no 60507 de 24 de maio de 1974 regulamentou a prática da fluoretação da água. Esta lei afirma no seu artigo 1:
"Os projetos destinados à construção ou à ampliação de sistemas públicos de abastecimento de água, onde haja estação de tratamento, devem incluir previsões e planos relativos a fluoretação da água, de acordo com os requisitos e para os fins estabelecidos no regulamento desta Lei;"
Segundo a Portaria no. 635 de 26 de dezembro de 1975, a concentração de fluor na água deverá variar entre 0,6 até 1,7, dependendo da temperatura média diária.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2003 indicam que 75% do volume de água produzido pelos prestadores é fluoretado e se estima que 100 milhões de brasileiros ingerem água fluoretada.
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Fonte: Blog A Nova Ordem Mundial
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Universidades nos EUA recrutam jovens formados pela educação escolar em casa

GRAY, Tenn., EUA, 4 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — À medida que o moderno movimento de educação escolar em casa avança sua marcha para a sua quarta década de existência nos EUA, as faculdades e universidades estão escancarando suas portas para dar as boas vindas em suas fileiras aos jovens maduros e preparados que se formaram nessa educação. Os estudantes que estudam somente em casa alcançam uma pontuação 37 percentil acima da média nacional nos testes padronizados de desempenho e tipicamente obtêm notas acima da média nos [testes americanos] SAT e ACT, estatísticas que aparentemente chamaram a atenção dos que são responsáveis pelas matrículas nas universidades. Desde 1999, o número de estudantes domésticos nos Estados Unidos aumentou em 74%, e hoje milhares de rapazes e moças estão se formando no colegial — em casa.
As faculdades estão empregando uma grande variedade de estratégias para recrutar alunos domésticos, inclusive forte representação em convenções de famílias envolvidas na educação escolar em casa, campanhas promocionais por correspondência e promoções em catálogos, em sites de educação doméstica e em publicações tais como a The Old Schoolhouse® Magazine, a mais popular revista impressa dos EUA para famílias que estão no movimento de educação escolar em casa. As faculdades estão patrocinando “Dias da Educação Doméstica na Faculdade” para estudantes do terceiro ano e último ano de faculdade, e na Faculdade Wheaton, onde aproximadamente 10% dos alunos de primeiro ano se formaram na educação escolar em casa, os candidatos podem até mesmo ser colocados em contato com atuais estudantes da Wheaton que estudaram em casa. O site da Universidade Regent anuncia a universidade como “a escolha certa para estudantes domésticos”, e o site da Academia da Força Aérea dos EUA inclui normas especificamente dirigidas para candidatos que estudaram somente em casa.
Muitas instituições estão nomeando “especialistas de recrutamento e contato com estudantes domésticos” para prestarem assistência aos estudantes que estão no primeiro ano da universidade e suas famílias. Em seu artigo de 2009 intitulado “‘We Love Homeschoolers!’ Prominent Colleges Jump on the Recruiting Bandwagon” (Adoramos os estudantes domésticos! Famosas faculdades seguem a maioria das instituições que os recrutam), a autora Claire Novak, que se formou como estudante doméstica, citou um desses especialistas, que disse: “À medida que o número de estudantes domésticos cresce, as faculdades estão descobrindo que eles são um mercado que não dá para se ignorar”.
Aproximadamente 30% dos atuais estudantes da Universidade Bob Jones (UBJ) foram educados em casa. O site da UBJ informa: “Como um grupo, nossos estudantes domésticos estão entre os melhores estudantes da universidade inteira. Eles acrescentaram uma dimensão nova à composição de estudantes que receberam educação convencional. Nós os consideramos de valor fundamental”. Numa reportagem, a revista Stanford disse que “entre as universidades de elite dos EUA, a Universidade de Stanford tem sido uma das mais ávidas por receber de braços abertos [os estudantes domésticos]… Os alunos que estudaram em casa trazem um misto de experiências raras, motivação especial e independência intelectual que os torna dignos de se apostar tudo para uma educação que alcance distinção. A Faculdade Savannah de Arte e Desenho “recebe de braços abertos estudantes que foram educados em casa e reconhece o talento e realizações notáveis desse grupo diversificado de indivíduos muito bem formados”. E esses são apenas um pequeno exemplo da reputação favorável que os estudantes domésticos conquistaram.
Recentes estudos confirmam o sucesso acadêmico de estudantes domésticos e depois cursam uma faculdade. Citando resultados de uma pesquisa de 2010, a Revista de Matrículas Universitárias informa que “os estudantes que foram educados em casa possuem uma pontuação ACT, notas médias e índices de graduação mais elevados quando comparados aos estudantes educados de modo tradicional”.
Seth Back, um estudante doméstico que realizou e passou nos testes de Desenvolvimento Educacional Geral aos 15 anos de idade e está atualmente matriculado na Universidade de Harvard, está confiante em que ele está “mais bem preparado para certas situações universitárias do que estudantes que passaram pelo sistema de escola pública ou particular”. Durante os cinco anos passados, Seth obteve um diploma de doutor em jurisprudência, passou no Exame da Ordem dos Advogados da Califórnia, obteve um mestrado em história da igreja e estudou na Universidade de Oxford — o tempo todo gerenciando sua própria firma de consultoria. Ele diz que a educação escolar em casa ativou nele uma grande paixão de aprender e o ensinou a assumir responsabilidade pessoal por sua educação, que incluía seguir uma grande variedade de oportunidades para seu enriquecimento pessoal. Mas ele é apenas um exemplo dos milhares de estudantes motivados, vitoriosos e visionários que se beneficiaram tremendamente de sua educação no lar.
As faculdades estão em busca de jovens como Seth. Elas estão muito entusiasmadas com o potencial excepcional que apresentam os jovens que se formaram no movimento de educação escolar em casa e estão vigorosamente procurando a atenção deles.
À medida que professores universitários estão recebendo a oportunidade de influenciar e equipar mais os jovens que se formaram na educação em casa, certamente eles se sentirão revigorados e incentivados com essa nova geração de “pensadores independentes” que estão enchendo suas salas de aula. Professores universitários sábios com muito cuidado aproveitarão o privilégio que estão tendo nessas salas — de edificar em cima do forte alicerce colocado pelos antigos professores desses estudantes: seus pais.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O aborteiro Sérgio Cabral

O aborto é uma aberração, uma chaga moral que provoca seqüelas físicas e psíquicas. Veja-se que a argumentação cabralina é pura tergiversação e mentira para suportar sua monstruosidade moral.

A má fé daqueles que se engajam na nefanda causa do aborto teve ontem, com Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, uma manifestação bastante didática. Vou comentá-la aqui para demonstrar que, sob qualquer ângulo, a questão do aborto é insustentável ante a ética cristã. Pela boca de Sérgio Cabral falou a legião daqueles que fazem o cultivo da cultura de morte, de que nos falava João Paulo II.

O primeiro recurso sofístico cabralino é assumir que a generalização de um vício torna a sua repetição uma necessidade de positivização no sistema jurídico. Foi enfático:"Quem aqui não teve uma namoradinha que precisou abortar? Meus amigos, vamos encarar a vida como ela é", falou retórico. O problema de ter tido uma namoradinha que levou ao aborto coloca a necessidade de se abrir o olho moral daqueles que estavam cegos para a enormidade do crime que estavam praticando. Ao invés disso, de se buscar a correção do malfeito, o filosofar cabralense propõe o caminho oposto: que se regulamente e permita legalmente o aborto, como se isso fosse algo moralmente aceitável e resolvesse o problema da gravidez indesejada.

O fato que se esconde por detrás da argumentação é que Cabral assume que o corpo é para o prazer e não para as tarefas existenciais, como a procriação. Assume também que o feto não é um ser, é desprovido de qualquer direito. É como uma espécie de verme habitando o ventre da mãe, que pode e deve ser descartado a qualquer tempo. Essa visão é uma alucinação.

Poderíamos repetir: "Quem aqui não fumou um cigarro de maconha? Que aqui não cheiro um pó de cocaína? Quem não avançou um sinal vermelho? Quem deixou de ajudar um cego a atravessar a rua? Quem deixou de ajudar um faminto por dureza do coração? Ora, cada ser é uma coleção continuada de pecados, maiores e menores, e de vícios, e nem por isso essa prática continuada pode servir de fundamento para a sua aceitação moral e jurídica. A repetição inevitável de pecados e vícios não os transforma em seu oposto. O sistema jurídico deve proteger os bons costumes e as virtudes, não os vícios e os crimes conhecidos desde a lei natural.

Para reforçar sua argumentação estúpida, Cabral dá testemunho de que não defende a prática em causa própria: "Fiz vasectomia e sou muito bem casado". Bem sabemos que a defesa institucional do aborto é uma agenda dos chamados globalistas, que defendem o governo mundial, e ela tem por meta alcançar três objetivos:
1- Destruir a ética cristã no que ela tem de mais essencial; 
2- Fazer o controle das populações mais pobres, inclusive e sobretudo das populações não brancas;
3- Destruir a família pela base. Casamentos desfeitos e a não geração de descendentes torna a população atomizada cada vez mais cliente dependente do Estado, que passa a ocupar o papel agregador e protetor da família tradicional. Portanto, nem que Sérgio Cabral tivesse sido castrado ele mudaria sua posição sobre o tema, pois está alinhado com a causa globalista, que peleja sobre o assunto desde a ONU e seus tentáculos.

Continuou: "Do jeito que está, está errado, falso, hipócrita. Isso é uma vergonha para o Brasil. Vamos pegar países onde a religião tem um peso. Espanha, Portugal, França, Inglaterra, Estados Unidos. Eles gostam menos da vida do que nós? Esse é o ponto." Esse é um típico argumento globalista. Eles tentam simultaneamente obter sua vitória política em todos nos países. Quando conseguem em algum parametrizam para facilitar a vitória no seguinte. Circunstâncias legislativas permitiram que essas legislações nefandas fossem alhures aprovadas, tudo manipulado pelos globalistas. É precisamente o contrário: vergonha é o fato de aqueles países terem aprovado a matança de fetos antes do nascedouro. De fato, aqueles governos, imitados pelo afã cabralino, gostam menos da vida, sim, sobretudo da vida dos pobres e das populações não brancas. Devemos nos regozijar de, em nosso país, termos resistido a esse crime hediondo que é o aborto institucionalmente patrocinado.

Cabral, um sujeito que faz campanha aberta pelo aborto, teve o desplante de afirmar: "Ninguém é a favor do aborto, mas uma coisa é uma mulher, por alguma necessidade, física ou psicológica, psiquiátrica ou orgânica, desejar interromper uma gravidez". A mulher não tem necessidade de abortar, ela tem necessidade de procriar. O aborto é uma aberração, uma chaga moral que provoca seqüelas físicas e psíquicas. Veja-se que a argumentação cabralina é pura tergiversação e mentira para suportar sua monstruosidade moral. O fato é que aborto é uma abominação e o Estado não pode ser posto a seu serviço. 
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Autor da Matéria: Nivaldo Cordeiro
Fonte: Mídia Sem Máscara    Postado por: ByPrila

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cristãos donos de casa de hóspedes podem estar sendo vítimas de armação de ativistas homossexuais

Por: Hilary White
BRISTOL, Inglaterra, 13 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Evidências dadas num tribunal municipal de Bristol hoje indicaram que um casal cristão, que é dono de uma casa de hóspedes em Cornwall, pode estar sendo vítima de uma operação armada por um grupo de militantes homossexuais. Peter e Hazelmary Bull estão sendo processados por uma dupla de homens homossexuais por causa das normas deles de não permitirem que duas pessoas não casadas ocupem o quarto de casal em sua casa de hóspedes.
 
 
Martyn Hall e seu parceiro civil Steven Preddy, que fizeram a reserva por meio de contato telefônico em setembro e tiveram uma recusa de quarto quando revelaram que eram homossexuais, estão afirmando que as normas são discriminatórias e estão requerendo 5 mil libras por danos. Os Bulls estão argumentando que deveriam ter liberdade de agir conforme suas convicções religiosas cristãs que eles seguem em seus negócios. A casa de hóspedes é também o lar do casal Bull.
No tribunal hoje, Bernie Quinn, um empregado na casa de hóspedes, insinuou que o caso inteiro foi deliberadamente orquestrado por Preddy e Hall com o apoio do grupo homossexual de pressão política Stonewall.
Quinn testificou que Stonewall estava ciente das normas da casa de hóspedes e havia escrito para os Bulls um mês antes “aconselhando-os” a mudar suas normas ou enfrentar possíveis ações legais sob a nova legislação de igualdade. Quinn disse que horas antes de Preddy fazer a reserva por telefone em setembro de 2008 ele (Quinn) havia falado com uma “Sra. Preddy” com relação a um quarto de casal.
A advogada dos gays queixantes, Catherine Casserley, perguntou ao Sr. Quinn: “Você está sugerindo que esse processo foi uma armação?”
O Sr. Quinn concordou e disse: “Isso não está fora das possibilidades. Tudo o que tenho como prova é a ligação telefônica. Não posso presumir por eles quais foram ou não as motivações deles. Presumi, recordando da ligação telefônica, que estávamos esperando um casal homem e mulher e o que chegou aqui foram dois cavalheiros”.
As despesas legais dos dois homens homossexuais estão sendo pagas pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, entidade sustentada pelos cidadãos que pagam impostos e estabelecida sob o governo trabalhista [socialista] como parte das campanhas de igualdade.
A Sra. Bull explicou no tribunal que por causa da fé dela e de seu marido, eles não aprovam nenhum tipo de sexo fora do casamento, e não permitem que casais não casados de ambos os sexos durmam na mesma cama.
A Sra. Bull também confirmou que ela não tinha ideia de que os hóspedes, os quais ela conhecera a partir da chamada telefônica como “Senhor e Senhora Preddy”, eram na verdade dois homens, até chegarem à casa de hóspedes.
“Eu disse para o Sr. Quinn que eu havia alugado um quarto de casal para amanhã à noite e eu havia me esquecido de ler do começo ao fim as normas com eles e imediatamente o Sr. Quinn me assegurou que tudo ia ficar bem por causa da ligação telefônica anterior”, ela disse ao tribunal.
“Eu teria dito imediatamente que jamais eu permitiria que eles fizessem a viajem até nossa casa apenas para se desapontarem. Ficamos surpresos quando os dois cavalheiros apareceram no dia seguinte”.
O casal foi defendido numa carta ao jornal The Daily Telegraph por dois importantes bispos anglicanos, o Reverendíssimo Michael Scott-Joynt, bispo de Winchester, e o bispo aposentado de Rochester, o Reverendíssimo Michael Nazir-Ali, que expressou sua “preocupação muito grande” com a ação legal.
“A compreensão que o senhor e a senhora Bull têm acerca do casamento é a mesma da lei inglesa e da igreja cristã”, disseram eles. “A casa de hóspedes deles é o lar deles. As normas deles podem parecer tradicionais hoje em dia, mas em si não há nada de errado com essas normas”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com    Postado por:ByPrila
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

sábado, 11 de dezembro de 2010

Você é dono ou escravo do DINHEIRO?

 
 
 
VOCÊ tem a “doença do dinheiro”? Relata-se que grande parte da população mundial sofre desse mal. Que tipo de doença é essa?

O Dr. Roger Henderson, um pesquisador na área de saúde mental no Reino Unido, recentemente criou o termo “doença do dinheiro” para se referir a sintomas físicos e psicológicos apresentados por pessoas que estão estressadas por causa do dinheiro. Os sintomas incluem falta de ar, dor de cabeça, náusea, irritação na pele, perda de apetite, raiva sem motivo, nervosismo e pessimismo. “A preocupação com o dinheiro é uma das principais causas de estresse”, diz Henderson.

Não é de surpreender que nos últimos meses muitas pessoas estejam sofrendo os efeitos nocivos das ansiedades relacionadas ao dinheiro. Por causa da atual crise financeira em muitos países, pessoas no mundo inteiro têm perdido emprego, casa e suas economias. Grandes instituições financeiras faliram, e até mesmo as nações mais ricas adotaram medidas emergenciais para evitar uma ruína financeira generalizada. Nos países em desenvolvimento, o aumento do preço de alimentos e de outros produtos básicos também tem gerado muita ansiedade.

Mesmo em tempos de prosperidade financeira, como ocorreu nos últimos anos, não é raro pessoas se sentirem afligidas por preocupações com o dinheiro. Por exemplo, The Witness, um jornal sul-africano, relatou que muitas pessoas foram contagiadas por “uma doença social que estimula o consumismo, o comercialismo e o materialismo desenfreado”. O jornal alistou alguns dos sintomas dessa “doença”, como “estresse, dívidas, desperdício, trabalho em excesso, sentimentos de privação, inveja e depressão”. Segundo o artigo, o responsável pela crescente deterioração da qualidade de vida na África é o dinheiro.

Antes da recente crise financeira, a Índia passava por um período de notável crescimento econômico. A revista India Today International relatou que, em 2007, a economia do país “acelerou de repente e atingiu um nível de consumismo nunca visto antes”. Contudo, naquela época, autoridades indianas temiam que a prosperidade do país resultasse em crescente agitação social e até em violência.

Nesse mesmo período, uma nova geração de jovens adultos nos Estados Unidos demonstrou a tendência de esbanjar dinheiro em produtos de luxo. Mas isso não lhes trouxe felicidade. Pesquisadores disseram que a prosperidade material era uma das principais causas de alcoolismo, depressão e suicídio naquele país. Um estudo revelou que, apesar de tanta fartura e riqueza, “menos de 1 em cada 3 americanos” dizia ser “muito feliz”.

O outro lado da moeda

Por outro lado, em épocas boas e em épocas ruins, muitas pessoas — ricas e pobres — praticamente não têm nenhuma ansiedade relacionada com dinheiro e bens materiais. Qual a razão disso?

No relatório The Meaning of Money (O Significado do Dinheiro), pesquisadores notaram que algumas pessoas são “fortemente motivadas e controladas pelo dinheiro. Isso pode causar estresse e um comportamento neurótico”. Em contraste, eles acrescentam: “Aqueles que administram seu dinheiro com cuidado sentem-se no controle de sua situação e têm sentimentos positivos sobre si mesmos. São donos do dinheiro e não escravos dele . . . Estamos convencidos de que esse tipo de pessoa também se sente menos pressionada e, conseqüentemente, menos estressada.”

Qual é a sua relação com o dinheiro? Como a instabilidade do mundo financeiro o afeta? Você é dono ou escravo dele? Talvez não tenha os sintomas da chamada doença do dinheiro. Mesmo assim, quer sejamos ricos, quer pobres, todos nós estamos sujeitos às conseqüências da preocupação com o dinheiro. Veja como alguns ajustes no modo de administrar suas finanças podem lhe dar mais paz mental e felicidade.
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Fonte: Blog "Diretamente Falando"         Postado por: ByPrila

Falta de respeito

A exploração estatal do erotismo é característica inconfundível dos regimes totalitários e revolucionários.

Por que devemos consentir em continuar chamando de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Educação" um semianalfabeto que não sabe sequer soletrar a palavra "cabeçalho"? Por que devemos continuar adornando com o título de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Defesa" um civil bocó que se fantasia de general sem nem saber que com isso comete ilegalidade? Por que devemos honrar sob a denominação de "Sua Excelência, o Senhor Ministro da Cultura" um pateta sem cultura nenhuma? Por que devemos curvar-nos ante a magnificência presidencial de um pervertido que se gaba de ter tentado estuprar um companheiro de cela e diz sentir nostalgia do tempo em que os meninos do Nordeste tinham - se é que tinham - relações sexuais com cabritas e jumentas?

Essas criaturas, é certo, têm o direito legal a formas de tratamento que as elevam acima do comum dos mortais, mas até quando nossos nervos suportarão o exercício supremamente antinatural e doentio de fingir respeito a pessoas que não merecem respeito nenhum, que só emporcalham com suas presenças grotescas os cargos que ocupam? Respeito, afinal de contas, é noção hierárquica: sem o senso da distinção entre o melhor e o pior, o alto e o baixo, o excelso e o vulgar, não há respeito possível.

Nietzsche já observava: Quem não sabe desprezar não sabe respeitar. Se um sujeito que só merece desprezo aparece envergando um uniforme, ostentando um título, exibindo um crachá que o diz merecedor de respeito, estamos obviamente sofrendo uma agressão psicológica, um ataque de estimulação contraditória, ou dissonância cognitiva, que esfrangalha o cérebro mais vigoroso e reduz ao estado de cãezinhos de Pavlov as mentes mais lúcidas e equilibradas.

Um povo submetido a esse regime perde todo senso de gradação valorativa, todo discernimento moral. Prolongado o tratamento para além de um certo ponto, a sociedade entra num estado de desmoralização completa, de apatia, de indiferentismo, onde só os mais cínicos e desavergonhados podem sobreviver e prosperar.

Mas não é só nas pessoas que o encarnam que o presente governo é uma usina de estimulações desmoralizantes. Impondo a sodomia como o mais sacrossanto e incriticável dos atos, as invasões de terras como modalidade superior de justiça fundiária, o abortismo como dever de caridade cristã, a distribuição de pornografia às crianças como alta obrigação pedagógica, Suas Excrescências estão fazendo o que podem para sufocar, na alma do povo brasileiro, toda capacidade de distinguir entre o bem e o mal e até a vontade de perceber essa distinção.

Nunca, na história de país nenhum, se viu uma degradação moral tão rápida, tão geral e avassaladora. Os crimes mais hediondos, as traições mais flagrantes, os escândalos mais intoleráveis são aceitos por toda parte não só com indiferença, mas com um risinho de cumplicidade cínica que, nesse ambiente, vale como prova de realismo e maturidade.

Em cima de tudo, posam as personalidades mais feias e disformes, ante as quais mesmo homens sem interesses obscuros em jogo se sentem obrigados a debulhar-se em louvores e rapapés.
Num panorama tão abjeto, destacam-se quase como um ato de heroísmo as manifestações de desrespeito ostensivo com que os estudantes da Universidade de Brasília saudaram, na inauguração do "beijódromo", o presidente da República, seu ministro da Incultura e o reitor José Geraldo Souza Júnior.

Que é um "beijódromo", afinal? Idéia suína concebida na década de 60 por Darci Ribeiro, um dos intelectuais mais festeiros e irresponsáveis que já nasceram neste País, então deslumbrado com a doutrina marcusiana da gandaia geral como arma da revolução comunista, o "beijódromo" é um estímulo à transformação da universidade em espaço lúdico-erótico onde um governo de vigaristas possa obter ganhos publicitários explorando calhordamente os instintos lúbricos da população estudantil, assim desviada dos deveres mais óbvios que tem para consigo mesma e para com o País.

Meu caro amigo Reinaldo Azevedo assim resumiu o caso: "Um estado totalitário reprime o tesão. Um estado demagogo o estatiza." Peço vênia para discordar. Excetuados os países islâmicos, só alguns regimes autoritários, de natureza transitória, ousaram impor a repressão sexual.
A exploração estatal do erotismo é característica inconfundível dos regimes totalitários e revolucionários. Quem tenha dúvida fará bem em percorrer as 650 páginas do estudo magistral de E. Michael Jones, Libido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control (St. Augustine's Press, 2000). O "beijódromo" é a cristalização mais patente de um totalitarismo em gestação.

Os gritos e insultos com que Lula foi recebido por estudantes que querem algo mais que pão, circo e orgasmo refletem um fundo de sanidade que ainda resta na alma popular: nem todos os cérebros, neste País, estão perfeitamente adestrados na arte de bajular o que não presta.
Esse protesto impremeditado, espontâneo, sem cor ideológica definida, traz a todos os brasileiros a mais urgente das mensagens: no estado de degradação pomposa a que chegamos, só uma vigorosa falta de respeito pode nos salvar.
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Autor: Olavo de Carvalho      Fonte: Mídia Sem Máscara
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Preso pai de filho raptado pelo governo da Suécia

De acordo com a ADLEEC, na Suécia é medida rotineira, quando os pais fazem objeção à interferência do Estado na vida de seus filhos, forçar os pais a fazer avaliação e diagnóstico psiquiátrico. Mais tarde, as autoridades podem usar isso como justificativa para tomar os filhos e colocá-los numa instituição estatal.

GOTLAND, Suécia, 8 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Um tribunal sueco prendeu o pai de um menino, que fora raptado pelo governo, por levar seu filho para casa para uma visita de noite "sem autorização", informou a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC). Christer Johansson, pai de Dominic Johansson, está sendo mantido na cadeia para aguardar um julgamento no fim deste mês.

Johansson removeu seu filho de uma visita supervisionada para levá-lo para ver seus avós e passar uma noite em casa. Na quarta-feira, 24 de novembro, o pai telefonou para a polícia para informá-los de que ele e Dominic estavam em casa. Christer foi preso naquela noite, e acusado e encarcerado no dia seguinte.
O menino tem permissão para ver sua família em visitas somente de uma hora, sob a supervisão de assistentes sociais, uma única vez a cada cinco semanas.

Christer Johansson está sendo mantido preso "sob a suspeita de detenção ilegal" ou "insensibilidade para com uma criança". De acordo com o Capítulo 4 Seção 2 do Código Criminal, essa atitude é punível com prisão de no mínimo um ano e no máximo dez anos.

Remover uma criança com menos de quinze anos do trabalho das assistentes sociais pode constituir crime contra a liberdade ou promoção de fuga e é punível com multas ou uma sentença de prisão de até um ano.
Contudo, o Estado só realizará um julgamento quando Johansson tiver passado por um exame psiquiátrico. De acordo com a ADLEEC, na Suécia é medida rotineira, quando os pais fazem objeção à interferência do Estado na vida de seus filhos, forçar os pais a fazer avaliação e diagnóstico psiquiátrico. 

Mais tarde, as autoridades podem usar isso como justificativa para tomar os filhos e colocá-los numa instituição estatal.
Mike Donnelly, advogado da ADLEEC especialista em casos internacionais, comentou no passado que os Serviços Sociais de Gotland e as autoridades estatais provavelmente estão tentando "encobrir seus rastros" em face de revolta internacional por causa do caso.

Ruby Harrold-Claesson, advogado de direitos humanos e presidente da Comissão Nórdica de Direitos Humanos, está lidando com o recurso da família Johansson no Tribunal Europeu de Direitos Humanos. De acordo com a imprensa, ela teve negado seu pedido de ter acesso a Christer enquanto ele está na cadeia.
Harrold-Claesson, cuja especialidade é defender pais suecos cujos filhos foram tomados pelo Estado, disse em outubro: "Em 20 anos de profissão nunca vi um caso tratado de forma mais perversa. Essa família foi de tal modo traumatizada que talvez nunca se recupere".

Em 25 de junho de 2009, autoridades da municipalidade de Gotland raptaram Dominic, então com oito anos de idade, removendo-o de um avião no Aeroporto Internacional de Arlanda em Estocolmo sem um mandado. Dominic e seus pais estavam a caminho da Índia para trabalhar num projeto humanitário. Os Johanssons haviam planejado colocar Dominic numa escolar pública na Índia.

Dominic foi levado por policiais armados e entregue para autoridades estatais, e então colocado num orfanato onde ele tem vivido desde então. Embora os Johanssons não tivessem sido acusados de crime algum, um tribunal deu o veredicto em outubro de que Dominic não poderia ser devolvido para sua família. Dominic foi levado a pretexto de que ele tinha algumas cavidades dentárias não tratadas e não tinha recebido as vacinações mais recentes programadas pelo governo.

Os Serviços Sociais de Gotland afirmaram que o menino exibia conduta "aberrante" na escola, inclusive rir e abraçar outras crianças na sala de aula e beijá-las na face. Eles afirmaram que Dominic "não sabe como se relacionar com crianças de sua idade". As assistentes sociais, justificando a manutenção do menino sob sua custódia, disseram para um tribunal que a educação de Dominic estava "atrasada" e que ele gostava de "brincar com crianças mais novas".

Num relatório sobre o caso, a ADLEEC disse: "O que isso realmente significa, é evidente, é que as assistentes sociais acreditam que não dá para Dominic ser criado por seus pais simplesmente porque o Estado tem uma opinião diferente de como as crianças têm de ser criadas".
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Fonte: Mídia Sem Máscara    Postado por: ByPrila

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Pais suecos são presos por aplicar disciplina. Governo lhes tira os filhos

Hilary White
KARLSTAD, Suécia, 30 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, “explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos”.
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos”.
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos “filhos afetados”. Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é “extremamente improvável” que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: “Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali”.
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
“Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles”, Donnelly disse. “E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal”.
 
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. “Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses”.
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
“Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Postado Por: ByPrila

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Biscoito de terra

Eu  muitas vezes ao andar na rua, me surpreendo com a quantidade considerável de Alimentos,
Jogados ao lixo. Não é por está, escrevendo este Post hoje que anteriormente não me sensibilizava com a 
Situação esta que contrasta com outras regiões do mundo, cito uma delas: Haiti. Fico pensando se caíssemos numa situação semelhante á destas pessoas, no Nordeste de nosso País a situação é parecida porém não igual.
É hora de ficarmos atentos quanto a como manipulamos Alimentos em nossa casa, e quanto estamos cuidando
Para que não haja desperdicio!.


Biscoito de terra alimenta famintos no Haiti

Mulheres preparam biscoito de barro no Haiti; terremoto encareceu o preço do produto consumido por miseráveis

A realidade no Haiti é uma tijolada. Ao pé da letra: a população do país faminto, há séculos, come terra. Culpa-se a inflação nos preços de alimentos e, por tabela, até a superprodução de biocombustíveis. Cana e soja estão ocupando o mundo, os espaços que antes pertenciam ao arroz e ao feijão, diz Jean Ziegler, o relator das Nações Unidas para o Direito à Alimentação.

Mas não há novidades na gastronomia de horrores caribenha. O cardápio é escrito pela miséria absoluta do Haiti, que já era a nação mais pobre das Américas muito antes do devastador terremoto de 12 de janeiro e da epidemia de cólera que se abate agora sobre o país.

No Haiti, a argila amarela da cidade central de Hinche faz parte do menu diário. A situação da desnutrição atingiu níveis alarmantes nos últimos meses, quando os preços dos gêneros alimentícios aumentaram 80%. Só recentemente, porém, o público internacional notou as bolachas de terra vendidas nos mercados do país.

Há anos, quem anda pelo terreiro aos pés do Fort Dimanche - a antiga prisão juvenil e atual favela - encontra o mercado e a fábrica das bolachas de terra. Mulheres agachadas na rua estendem discos de argamassa em grandes placas de zinco.

A receita desse biscoito grosso para as massas é simples: argila, água e sal. Forma-se uma pasta amarela, moldada em pequenos círculos. O cozimento fica por conta do sol infernal: em pouco mais de uma hora, o produto final está pronto para a venda.

No ano de 1994, durante a invasão militar americana que restaurou ao poder o presidente exilado Jean-Bertrand Aristide, a bolacha custava pouco mais de R$ 0,03. Naquela época, só os cães e ratos estavam gordos: devoravam os cadáveres das pessoas mortas pelas gangues defensoras da junta militar que comandou o país.

Em dezembro passado, o quitute de barro subiu para R$ 0,06, aproximadamente. Hoje a unidade está R$ 0,08, graças em parte ao terremoto de janeiro, segundo disse ao R7 a assistente social da ONU (Organização das Nações Unidas) Marie Mendel.
- Aumentou o preço da terra. Um latão está custando US$ 1,50 [R$ 2,57].

Biscoito é mais barato do que o arroz

Comparado com os preços de outros alimentos - dois copos de arroz a R$ 1,37, por exemplo -, o biscoito de terra é barato. Segundo Marrie, “carne, nem pensar”.
- As poucas chances de se comer carne vinham das capturas de cães e pássaros. Mas até eles estão sumidos. Os ratos proliferam, mas são mais difíceis de agarrar. E um rato adulto chega a US$ 1 [R$ 1,71].

Durante a invasão americana de 1994, alguns repórteres que cobriam as ações participaram de uma sessão de degustação do biscoito de barro. Concordaram com um jornalista americano que, com humor negro, deu o veredicto.
- Tem um gosto de terra, com pitadas de gordura.

Notava-se também a secura imediata de toda a umidade da boca, deixando quem comesse esse quitute desesperadamente sedento. Os goles d’água que ajudam a empurrar a comida reconstituem a consistência original da argamassa. O resultado é um bocado de lama no estômago.
haiti biscoito terra lingua menino
Menino haitiano mostra a língua após consumir biscoito de terra
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Fonte: R7       Postado por: ByPrila

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

FHC fala sobre tentarem vetar a Internet


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Durante o Seminário Cultura Liberdade de Imprensa, promovido pela TV Cultura, nesta sexta-feira, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, disse que pessoas interessadas em censurar a internet perderão tempo. 
"Alguém vai ter a pretensão de controlar a internet? Quem tiver, vai perder tempo. Se incomoda a internet? Eu nem olho o que dizem a meu respeito. Claro que incomoda", disse.
Segundo ele, a própria sociedade vai conseguir distinguir informações confiáveis divulgadas na rede. 
"A sociedade vai acabar descobrindo um mecanismo de filtragem que não pode ser um filtro oficial. Tem que ser um filtro que vai sendo produzido pela própria sociedade", afirmou explicando que quanto mais competição tiver (na internet), melhor. "E o que vai prevalecer são aqueles meios de comunicação que forem capazes de assegurar uma certa confiabilidade". 
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Fonte: "Blog Qual Caminho Seguir"
Postado por: ByPrila

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Crianças obesas correm mais risco de sofrer hipertensão na adolescência

5.235 crianças participaram do estudo da Universidade de Bristol.
Pesquisa foi publicada no periódico científico 'British Medical Journal'.

 

 

As crianças que nas idades entre 9 e 12 anos mostram um elevado índice de massa corporal correm mais risco de sofrer hipertensão, colesterol e níveis de insulina altos ao chegar à adolescência, segundo um estudo publicado no "British Medical Journal".

Felizmente, assinalam os autores do estudo, as crianças que apresentam essa condição, mas que perdem peso ao chegar à adolescência, melhoram seu perfil de risco. Por isso, os casos mais graves se referem às doenças vasculares daqueles que continuam sofrendo sobrepeso com o passar dos anos.

Embora já se soubesse que a obesidade na infância ou na adolescência aumenta as probabilidades de sofrer problemas cardiovasculares na idade adulta, este é o primeiro estudo que investiga a relação entre a circunferência da cintura ou a adiposidade central na faixa etária de 9 a 12 anos e os riscos cardíacos entre adolescentes de 15 e 16 anos.

Ao todo, 5.235 crianças participaram do estudo, dirigido pela professora Debbie Lawlor, da Universidade de Bristol (sudoeste da Inglaterra), que fazia parte de outro mais amplo que acompanhou o histórico médico de mais de 14 mil crianças desde o nascimento.

"Nosso estudo enfatiza a necessidade de diminuir, de modo geral, a adiposidade nas crianças, desenvolvendo intervenções que reduzam o peso de modo seguro e que melhorem os fatores de risco cardiovascular nas crianças obesas", dizem os autores do estudo.
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Fonte: globo.com              Postado por: ByPrila

 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aula sobre a lógica "Gay"

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Postado por: ByPrila    -  "O que seria das Consoantes sem as Vogais"
Criado por:  Qual Caminho Seguir?
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Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial
Por: Julio Severo


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Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.

Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.

A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.

A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.

Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.

Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinado

Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?

Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.

No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.

Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.
Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.

A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.
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Postado por: ByPrila   -  Texto de "Julio Severo"  (http://juliosevero.blogspot.com/)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Chinês sobrevive 'pescando' corpos em rio


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Um barqueiro do Rio Amarelo, na China, ganha a vida fazendo um trabalho mórbido e incomum – “pescando” cadáveres no rio, que depois são vendidos para as famílias de luto.

Desde que começou o seu negócio na região central do país, há sete anos, Wei Xinpeng, de 55 anos, diz ter coletado cerca de 500 corpos.

Alguns dos cadáveres são de pessoas assassinadas, outras morreram afogadas ou cometeram suicídio.

"Eu trago dignidade para os mortos", diz Wei, que vive em uma cabana perto do Rio Amarelo a cerca de 80 km da cidade de Lanzhou, capital da província de Gansu.

"Acho que essas pessoas morreram de uma forma muito cruel."

Taxa

Depois de encontrar os corpos no rio, geralmente perto de uma ponte improvisada para pedestres, Wei os leva até uma pequena enseada, onde eles ficam protegidos da corrente.



Em seguida, ele coloca anúncios nos jornais locais descrevendo os corpos.

As famílias de pessoas desaparecidas entram em contato com Wei por telefone e algumas viajam até o vilarejo onde ele mora para identificar os corpos.

Uma pequena taxa é cobrada para que os familiares sejam levados de barco até o local onde estão os mortos e para que eles vejam seus rostos.

Se os parentes quiserem levar o corpo para casa, Wei pode cobrar até US$ 500.

Até hoje, o barqueiro diz ter vendido cerca de 40 corpos.

Membro do partido

Normalmente, segundo ele, as pessoas não se surpreendem quando ele pede dinheiro, mas quando Wei encontrou o corpo de um integrante do Partido Comunista, as autoridades queriam que ele fosse devolvido de graça.

Em outra ocasião, um casal foi até Wei procurando seu filho desaparecido.

"Eles viram o corpo dele e foram embora sem dizer uma palavra. Eles não levaram o corpo", conta ele.

Wei defende seu trabalho dizendo que as autoridades deixariam os corpos apodrecerem no rio. Ele diz ainda que não faz isso apenas por dinheiro.

"Meu próprio filho morreu nesse rio, e eu não consegui encontrar o corpo. Foi muito doloroso. Por isso eu comecei a fazer esse trabalho."
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Fonte: BBC Brasil
Postado por: ByPrila