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domingo, 29 de julho de 2012

A industria bilionária da fabricação de doentes

Os vendedores de doenças
As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune o seu desespero por ver o mercado potencial da sua empresa confinado somente às doenças. Explicando que preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante de gomas de mascar – Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às pessoas… saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo“. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.
As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de quinhentos bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das “síndromes”
A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndromes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual” . O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais farmacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos. 

Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”. Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Filhas de Obama são proibidas de usar o Facebook


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e sua esposa, Michelle, admitiram à revista "People" que não deixam as filhas Malia e Sasha usarem a rede social Facebook.

"Por que queremos que um monte de gente que não conhecemos saiba sobre assuntos nossos? Isso não faz muito sentido", diz o líder, em um trecho da entrevista à revista antecipado nesta quinta-feira. Segundo ele, as filhas aceitaram a decisão sem grandes problemas.

Michelle lembra, no entanto, que as meninas têm apenas 10 e 13 anos, o que faz Obama reconsiderar a resposta entre risos: "Veremos o que elas opinam dentro de quatro anos".

Ao se sentar para assistir televisão, as séries são motivo de discordância na família Obama, embora o presidente compartilhe com as filhas o gosto por algumas.

"Para mim e as meninas, 'Modern Family', que é nosso programa favorito", afirma o presidente, que reconhece que seus hábitos televisivos são "um pouco sombrios" para poder compartilhá-los com as filhas.

Entre os programas que mais gosta na TV, Obama destaca as séries "Boardwalk Empire" e "Homeland" (estrelada pela atriz brasileira Morena Baccarin), além de acompanhar alguns esportes.

"Sim. Não vemos televisão com ele", confirma a primeira-dama.
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Ao ler está noticia  vejo que muitas pessoas entram em tudo que  é tipo de Rede Social sem antes avaliar qual o objetivo de tal partilha  talvez no caso da família Obama se aplique aquile velho ditado popular: Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço!

Sendo assim concluo que as palavras ditas por Obama são plausíveis visto que não faz sentido passar informações com riqueza de detalhes sobre sua vida a pessoas que você não faz ideia de quem seja e muito menos qual o real interesse delas.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Celulares são "bombas-relógio" para a Saúde

Ter ou não ter?Eis a questão....Pois as chances de adquirir Câncer cerebral devido uso em excesso do celular estão cada vez maior sendo assim pergunte-se  é realmente necessário o uso indiscriminado? se acha realmente compensador..as operadoras e os fabricantes agradecem! Pois afinal tudo é parceria onde o "Bem" em depreciação que justamente é você, ainda gera lucro pra medicina da morte lenta, não se preocupe como eu disse é só uma parceria!!
A interminável discussão sobre se o uso de celulares causa ou não algum tipo de doença no ser humano ganhou mais um capítulo. Desta vez, a conclusão é bem mais apocalíptica: um grupo de cientistas britânico afirmou que o aparelho móvel é uma “bomba-relógio” para a saúde do consumidor.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Médicos pedem menos tomografias para evitar radiação

Médicos brasileiros estão reduzindo os pedidos de tomografia e substituindo o exame por outros que não emitem radiação ionizante, como o ultrassom e a ressonância magnética.

A iniciativa, confirmada pelo CBR (Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem), ocorre após estudos recentes revelarem que até 2% dos cânceres nos Estados Unidos são resultantes das irradiações da tomografia computadorizada. 

Também está em discussão na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a revisão de uma portaria de 1995 que regulamentou a radiologia no Brasil. 

A nova versão do documento vai estabelecer o limite de radiação que os pacientes devem receber em um exame radiológico. 

A radiação ionizante pode causar morte celular, e a probabilidade de câncer é proporcional à dose recebida.
Hoje não há um limite estabelecido de quantos exames uma pessoa pode fazer para estar segura. A orientação é quanto menos, melhor. 

Estudos apontam que o risco de câncer aumenta quando a exposição à radiação, que é cumulativa, passa de 40 milisieverts (mSv). 
Em uma tomografia computadorizada de abdome, por exemplo, o paciente se expõe de 2 mSv a 10 mSv de radiação ionizante. Se for obeso, a dose chega a ser o dobro. 
A preocupação cresceu porque, nos últimos anos, a tomografia passou a ser um dos exames mais pedidos pelos médicos e, muitas vezes, sem necessidade. 
Nos EUA, ela responde por 50% de toda radiação recebida em exames. Estima-se que até 40% dos exames feitos por ano sejam desnecessários. No Brasil, não há estimativas do tipo, mas estudos mostram situação parecida. 
ULTRASSOM
 
Para o radiologista Fernando Alves Moreira, especialista em tomografia e porta-voz do CBR, o comportamento dos médicos brasileiros começa a mudar. 

"Como a tomografia tem uma resolução melhor e consegue pegar alterações menores, o pessoal pedia mais. Agora, com a preocupação da radiação, já se intercala com ultrassom ou ressonância." 

O urologista Miguel Srougi, professor titular da USP, é um dos que mudaram de conduta, passando a limitar os pedidos de tomografia computadorizada no seguimento de pacientes oncológicos. 

Antes, ele solicitava uma tomografia a cada quatro meses nos casos de tumores de bexiga, por exemplo. 

Agora, intercala o exame com o ultrassom. "Se der alguma anormalidade, aí peço a tomografia. Diante das novas evidências, deve ser usada com cautela." 

O oncologista Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, diz que há mudanças também no acompanhamento do câncer de testículo. 

"O exame deve ser feito para complementar uma hipótese clínica, nunca para avaliar se há um câncer quando não existe outra indicação de que isso esteja acontecendo." 

RESTRIÇÃO EM CRIANÇAS
 
Estudos mostram que uma tomografia computadorizada em uma pessoa de 25 anos aumenta o risco de câncer em 0,6%, em relação a quem nunca tenha feito o exame.

Moreira diz que, em crianças, o bom senso em limitar exames deve ser ainda maior. 

Já existe um movimento mundial neste sentido. Para crianças com doenças pulmonares crônicas, já se discute dispensar algumas fases do protocolo do tratamento (que prevê exames periódicos para análise da doença) para evitar o excesso de radiação.

Clique na Imagem para ver em Zoom.
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Postado por: ByPrila             Fonte: Net

domingo, 26 de junho de 2011

Mitos e verdades sobre o micro-ondas

Saiba se você leva vantagem ou corre perigo ao aquecer seus alimentos no aparelho.
Esquentar alimentos instantâneos, descongelar carnes para pratos mais complexos ou estourar um pacote de pipoca antes de assistir a um filme. Você utiliza o forno de micro-ondas para diversas atividades gastronômicas do seu dia a dia, mas dificilmente conhece a fundo esse aparelho.
Com o alto número de informações na internet, fica difícil saber o que realmente é verdade e o que não passa de uma lenda disseminada para diminuir o uso do eletrônico. O Tempos Difíceis preparou uma seleção especial com diversas situações relacionadas ao aparelho, para que você conheça a fundo um dos responsáveis por deixar suas refeições quentinhas e próprias para consumo.

A tecnologia nasceu no meio militar

O que hoje serve para aquecer quase qualquer tipo de comidas e até bebidas foi devidamente usado para isso nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente após o ataque japonês a Pearl Harbor, em 1941.


O inventor foi o cientista Percy Spencer, que trabalhava em uma fábrica de radares que emitiam as tais micro-ondas para detectar a presença inimiga. Ao perceber que um alimento que ele carregava no bolso começou a aquecer com o calor, veio a ideia de criar um aparelho específico para essa função. Poucos anos depois, em 1947, surgia o primeiro forno micro-ondas como o conhecemos.

O aquecimento retira os nutrientes dos alimentos?

Qualquer alimento que receba fortes quantidades de calor tem sua química alterada com o tempo, incluindo aí a perda de alguns nutrientes. Mas isso não é restrito aos micro-ondas, acontecendo também em panelas, churrasqueiras ou fornos elétricos.
Os estudos na área, entretanto, são escassos, fazendo com que muitas informações falsas circulem pela internet afirmando que o aparelho é um inimigo da alimentação saudável. O que ocorre é justamente o contrário: ele é um dos equipamentos que mais retém vitaminas e outras substâncias.
Além disso, essa perda não é instantânea, mas segue o tempo de aquecimento a que os alimentos são submetidos: quanto mais tempo lá dentro, mais nutrientes “morrem”. O ideal é sempre consumir qualquer tipo de comida em seu estado normal ou, no máximo, sem requentá-lo.

O problema das ondas de radiação

Outro mito sobre o aparelho também precisa ser desfeito: os alimentos não são capazes de absorver as micro-ondas emitidas pelo forno. Sua única função é a de aquecer seja lá o que estiver no interior do forno ao agitar as moléculas de água presentes em sua composição – e o calor é a única coisa que se mantém no processo após o desligamento do aparelho.
Ao cortar a emissão de ondas, elas imediatamente desaparecem, sem deixar qualquer vestígio no objeto aquecido.

E para fora do forno?

Em condições normais, o fato de que as micro-ondas possuem níveis inseguros de radiação eletromagnética – e que ela escapa para fora do forno e atinge os usuários – também não passa de um mito.
Da mesma forma que as polêmicas envolvendo baterias e telefones celulares, entretanto, não há um estudo completo que prove a total inocência do aparelho em relação à saúde. As ondas que podem escapar do micro-ondas são regulamentadas pelo órgão administrador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos como “muito abaixo de um nível considerado perigoso para machucar pessoas”.


Apesar disso, uma série de medidas deve ser tomada pelos fabricantes, como a produção de portas espessas e mais de um sistema de travamento para evitar o vazamento das ondas. Caso você deseje tomar ainda mais cuidado, outra dica é manter-se afastado do aparelho enquanto ele esquenta algo.
Se o aparelho já for velho ou estiver danificado, vale a pena levá-lo a uma assistência técnica para testar se há algum vazamento de radiação. Caso o aparelho seja novo ou não apresente problemas, não há motivos para preocupações.

O aquecimento de cada dia

Ao esquentar um alimento, note que ele está inteiro, fechado e girando dentro de uma caixa, que, teoricamente, deveria aquecê-lo por completo. Em vários casos, entretanto, é possível notar que alguns pontos da comida parecem menos quentes, como se não tivessem sido atingidas corretamente pelas ondas de calor.



Isso ocorre porque as ondas do aparelho não são homogêneas, sendo propagadas em intensidades diferentes em alguns pontos. O vídeo, postado por um professor norte-americano, exemplifica a situação: as lâmpadas de neon que se apagam não são atingidas pelas ondas do aparelho naquele determinado momento, permanecendo mais frias.

De dentro para fora ou de fora para dentro?

Apesar do processo de funcionamento do forno micro-ondas ser o de agitar as moléculas de água do interior dos alimentos, o que ocorre ao você apertar o botão de início é exatamente o contrário.
O aquecimento começa nas camadas mais externas da comida, agitando as primeiras moléculas, que movimentam as que vêm imediatamente depois e, consequentemente, transferindo o calor recebido para as demais partes do alimento.
Nesse caso, o aparelho não é ideal para esquentar grandes pedaços de carne, por exemplo, pois ele pode não ser capaz de penetrar em todo o interior do alimento, deixando áreas frias ou cruas, com o risco de bactérias ainda estarem presentes nesses pontos.

Vidros, plásticos e metais: segurança ou perigo?

Essa é uma pergunta que exige uma divisão, pois depende da composição do material. O vidro é conhecidamente um material de fácil aquecimento, por exemplo, podendo atingir temperaturas perigosas para ser manuseado com as mãos, correndo o risco até de partir-se dentro do aparelho. O mesmo ocorre com pratos e outros objetos de cerâmica.
Já os metais são materiais que não absorvem tanto as micro-ondas emitidas, portanto são considerados mais seguros por aquecerem menos. Em casos extremos, como alta potência ou muito tempo lá dentro, pode ocorrer a produção de faíscas, especialmente em materiais mais finos.
Com o plástico, ocorre um processo diferente: há tipos específicos que são recomendados para uso, pois suportam a radiação emitida. Eles são geralmente designados por um símbolo que não é reconhecido oficialmente, composto por três ondas, uma acima da outra.
De resto, mantenha qualquer outro plástico fora do alcance do aparelho, pois o aquecimento dele pode liberar no alimento o chamado Bisfenol A, uma substância que compõe algumas embalagens e que, em altas doses, é considerada tóxica.

Aquecimento de líquidos

Outra história bastante divulgada é que a água pode explodir se aquecida em um forno micro-ondas. Sob algumas condições, acredite: isso pode ser verdade. O fenômeno ocorre graças ao superaquecimento do líquido, que não forma as bolhas que indicam que a temperatura chegou aos 100 °C.
Desse modo, retirar a vasilha e movê-la bruscamente ou adicionar um material como pó de café, por exemplo, faz com que a formação de bolhas ocorra de forma atrasada (sob uma temperatura bem maior) e de maneira mais precipitada, desencadeando a ação do vídeo abaixo.

Por isso, evite esquentar recipientes que contenham apenas água, adicionando sempre algum objeto como uma colher de madeira, por exemplo, para repartir o calor emitido pelas micro-ondas.
Com óleos em geral, como o popular azeite de oliva, ocorre exatamente o contrário: ele não esquenta de forma satisfatória, pois suas moléculas não possuem a mesma facilidade de excitação como as de água. Seguindo o mesmo processo, alimentos mais secos também não são muito indicados, sendo preferível optar por outros aparelhos, como as panelas.
Isso também serve para as próprias pessoas: por termos quantidades excessivas de água em nossa composição, “esquentar” um ser humano em um forno micro-ondas causaria resultados catastróficos.
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A partir de agora, olhe para seu forno micro-ondas de um jeito diferente. Pense em todo o tempo que ele poupa ao esquentar seus alimentos com eficiência e preparar refeições instantâneas, além da simplicidade que ele traz à cozinha mesmo para pessoas que não possuem grandes habilidades gastronômicas.
Além disso, ele pode ser declarado inocente: a segurança de aparelhos novos ou em bom estado é garantida e são poucos os cuidados necessários para utilizá-lo sem danos ao corpo ou ao seu jantar.
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Postado por: ByPrila             Fonte: Baixaki