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sexta-feira, 31 de julho de 2015

A cena se repete, e mais um inocente morre

Amados leitores, é triste como a total falta de informação tem  ceifado a vida de muitas crianças, nesses últimos tempos. Aqui no blog tem muitas postagens antigas a respeito do assunto em questão,não é a primeira e nem será a última vez que alerto a todos sobre os perigos das  vacinas. 

Mães por favor sejam mais cautelosas, não aceitem tudo que lhe é  dito  por um médico, enfermeira, agente de saúde, ou até mesmo pelos governantes.Aprenda a questionar, aprenda a buscar mais informação.

 Nossos filhos não são cobaias, não são  brinquedos de se  espetar.É inaceitável ver tantos erros absurdos cometidos por esses pseudos profissionais da saúde.

 Pri

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Criança de 1 ano tem convulsões e morre após tomar 4 vacinas

 

Piettra Oliveira, de um ano e quatro meses, morreu após tomar quatro vacinas em um posto de saúde na Praça Seca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a mãe de Piettra, Luciana Oliveira, a criança estava com duas vacinas atrasadas, mas, na última segunda-feira (27), foram aplicadas quatro vacinas. Luciana disse que ouviu da enfermeira que não havia problemas em tomar quatro doses ao mesmo tempo.
A criança chegou a ter febre de 39ºC, mas, apesar de tomar remédio, não melhorou e ainda teve convulsões. A família levou Piettra para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Taquara, onde ela teve três paradas cardíacas e não resistiu.

Para a família, a causa da morte foi a reação provocada pelas quatro vacinas. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) deve apontar a causa da morte.
O médico que atendeu Piettra na UPA disse que o excesso de vacinas pode ter levado a criança à morte.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde lamentou a morte e informou que “não há evidências de que tenha sido causado por evento adverso associado às vacinas”.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Rede Globo reacende a polêmica das Vacinas

A Rede Globo de Televisão está exibindo atualmente  a novela Lado a Lado, até ai nada de mais. É mais uma de suas "super produções para alienação".
Na novela ela reacende um assunto que me pareceu um tanto quanto fora de sintonia, trata-se da  polêmica das Vacinas algo muito estranho dado a época em que se baseia a novela, inicio do século XX.
A meu ver está claro que é uma forma de desviar a atenção para os fatos atuais!
Por isso eu pergunto:
Por que só agora a Globo resolveu criar este circo alegórico?  Será uma deixa para passar desapercebido uma nova onda de vacinação em massa? Uns sendo contras, outros a favor... algo que vai sair da fixação e se tornar real?
Pri




Capoeiras enfrentam policiais contra a vacina obrigatória e a cidade fica em guerra



                           




















Não é só o povo da favela que se rebelou contra a vacina obrigatória. Moradores do resto da cidade também se revoltam contra policiais que insistem em vaciná-los sem informar o que é a campanha.
Os manifestantes seguem gritando "Abaixo a vacina!" e o quebra-quebra começa. Praxedes(Guilherme Piva) reúne seus homens para o enfrentamento. Só que o delegado não contava com a participação dos capoeiras, que surpreendem pela retaguarda. Sob o comando de Zé Maria (Lázaro Ramos), eles desarmam os oficiais e mostram que estão em larga vantagem obrigando Praxedes a recuar. Fonte: G1

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Criança dorme até 19 horas por dia após reação à vacina

Queridos leitores(a) mas uma vez posto a vocês está  noticia relacionada a Vacina da Gripe H1N1.
O que para muitos é tido como assunto pertencente ao passado, para outros o resultado de uma atitude tomada somente porq foi dito que deveria ser feito está há assombrar muitas familias na região Europeia.
O caso abaixo é prova do que estou a dizer,visto que está Mãe assim como muitas outras  nada mais fez que levar seu filho para se vacinar visto todo o alerde com relação a Pandemia Gripal agora eu pergunto:
É mesmo necessario fazer algo somente porq todos estão fazendo?Ou porq toda a Imprensa diz ser correto?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Efeitos Mortais de "Gardasil" A Vacina Mortal


Documentos revelados indicam novas mortes pela injeção “obrigatória”. 
Por: Joe Kovacs
Gardasil, acontroversa droga que tomou de assalto os debates entre presidenciáveis republicanos, está de volta às manchetes graças à descoberta de documentos que revelam mais 26 mortes associadas à vacina, criada para prevenir que meninas contraiam doenças sexualmente transmissíveis que podem levar ao câncer do colo do útero.

O grupo de interesse público Judicial Watch teve acesso a documentos da [agência de vigilância sanitária] Administração de Alimentos e Medicamentos (por meio da Lei de Transparência americana) com relatos detalhados sobre reações nocivas causadas pela vacina contra o vírus do papiloma humano, também conhecido como HPV.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Roubando as liberdades civis: vacinações forçadas?


Texto de: Klauber Cristofen Pires
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Uma simples mãe americana tem mais a dizer sobre liberdade do que a maior parte da intelectualidade brasileira
Prezados,
Peço que leiam a notícia que segue, traduzida do site Fox News, assinada por Douglas Kennedy. Abaixo, apresento meu comentário.
Roubando as liberdades civis: vacinações forçadas?
Para Jennifer Workman, somente o próprio Deus comanda-a a proteger sua filha Madison, de oito anos.
"Eu sou uma procuradora do Senhor para esta criança", ela disse enquanto saía de sua casa de um andar em Lenore, Virgínia do Oeste, nesta segunda-feira. "E eu não vou permitir que ninguém me diga o que é melhor para a minha criança". Em 1999, a irmã mais velha de Madison desenvolveu autismo apenas uns poucos meses após receber imunizações obrigatórias pelo estado contra sarampo, caxumba e rubéola. "Logo após ela ter recebido suasvacinas infantis...seu desenvolvimento verbal...seu treinamento para usar o assento sanitário...tudo parou", ela disse.
E então dois anos atrás quando chegou a vez de Madison receber as suas imunizações, Workman disse não. Sua escola elementar em Lenore respondeu-a barrando Madison de assistir às aulas. E então começou uma batalha judicial de dois anos no estado da Virgínia do Oeste que pode muito bem determinar os limites dos direitos dos pais na América com relação a vacinas.
Workman diz que se sentiu chocada quando o diretor da escola disse que sua medison tinha de receber as aplicações. "Impotente", ela disse. "Eu quero dizer que não há nenhuma outra palavra para isto. Estou impotente. Sinto-me forçada". "Minha filha não é objeto de tutela do estado", ela explicou. "E eu deveria ser capaz de fzer estas escolhas por mim mesma", ela explicou. "A Advogada de Workman, Patricia Finn, é uma perita em casos de vacinação forçada e ela está ultrajada. "Este é um direito humano básico", ela disse. Ser capaz de decidir o que está sendo injetado em nossos corpos, nos corpos de nossos filhos", é tudo"
Infelizmente, no último dezembro, a 4ª Corte de Apelações (4th Circuit Court of Appeals) discordou, e Finn agora está prometendo levar o caso à Suprema Corte, se necessário. É um caso para a Primeira Emenda. É um caso para a Nona Emenda. isto é sobre liberdade básica, ela disse. A maioria dos estados, explicou Finn, têm uma "isenção religiosa" para imunizações, dando aos pais que não querem ver seus filhos vacinados uma dispensa. Virginia do Oeste e Mississipi, ela diz, são os únicos estados que não têm esta isenção. E o estado de Virgínia do Oeste está levando na linha dura com Workman.
Os promotores estaduais mantêm que as vacinas são seguras e que não há evidência que as liguem ao autismo. E alguns especialistas, incluindo a Dra Anita Chandra, diz que recusar as vacinas não apenas põe em perigo a sua criança, mas também outras crianças. "Também há o risco de espalhar a infecção às crianças que não estão imunizadas por causa da idade, ou que estão apenas parcialmente imunizadas porque elas ainda não receberam suas doses de reforço".
Chandra é uma porta-voz da Academia Americana de Pediatria, um grupo que defende a importância da vacinação infantil. Chandra diz que nós como uma sociedade temos a obrigação de garantir que todas as crianças sejam imunizadas. "É importante vacinar todas as crianças de modo a prevenir que a doença se espalhe entre a população", ela disse. "Se minha criança não é vacinada, e todas as outras crianças são vacinadas, como pode minha filha apresentar qualquer ameaça?", respondeu Workman. "Ela é a minha filha e este é um direito que eu deveria ter"
Comentário:
Frívolos como são os brasileiros, nada lhes custa zombar da crença religiosa da mulher protagonista deste caso para chamá-la de "fanática fundamentalista religiosa" e o escambau, mas o fato é que a discussão sobre as montanhas de dinheiro que os governos andam gastando com privilegiados laboratórios para submeter as populações a campanhas compulsórias de vacinação já está sendo levada seriamente em consideração por uma fatia considerável da sociedade norte-americana, ao mesmo tempo em que se questionam a eficácia e até mesmo a má-intenção contida nesta doses, sobre as quais pairam suspeitas de serem utilizadas com desvio de finalidade, isto é, para atingir outros objetivos de políticas públicas inconfessáveis.
Explico logo: aqui no Brasil, na última campanha de vacinação contra a rubéola, o governo federal gastou milhões e milhões para atender a uma doença que está praticamente extinta, e sobre a qual restam suspeitas consideráveis de conter agentes esterilizantes.
Ademais, toda a discussão coletivista esconde a questão vital para o debate: ora, quem sou eu se não posso evitar que o estado não inocule em mim qualquer coisa que queira, até mesmo se for para me matar? Isto não deve estar sob questão: políticas eugenistas foram levadas em efeito durante o século XX em vários países do mundo. Então o que há de impedir que o governante da hora esterilize as mulheres que considerar pobres ou ricas, negras ou brancas, religiosas ou de direita, etc? E a quem a natureza ou Deus delegou a missão de cuidar os nossos filhos se não a nós mesmos em primeiríssimo lugar? Quem sente no seu imo mais profundo o instinto maternal, a mãe ou o estado? Ora, se eu posso muito bem recusar, por exemplo, doar sangue ou meus órgãos, com muito mais razão posso rechaçar a inoculação de substâncias em meu corpo, bem como assim também á minha prole, que é a continuação da minha vida na terra.
Em nosso país, um assunto como este não irá ser tratado nos jornais tão cedo, e o povo, mugindo, vai querendo ou não para o abatedouro, digo, para o posto de vacinação. Que tristeza toma conta de mim ao dar-me conta que uma simples mãe americana tem mais a dizer sobre liberdade do que a maior parte da intelectualidade brasileira. Ah, e por ironia do destino, o sobrenome da Sra Workman traduz-se por "trabalhador"...
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Fonte: Mídia Sem Máscara             Postado por: ByPrila



terça-feira, 17 de maio de 2011

Japão Suspende Vacinação Pneumocócica e Hib Após Morte de Crianças

No início de março de 2011, as autoridades japonesas ordenaram aos médicos parar de usar as vacinas Pneumocócica e a Hib (contra o Haemophilus influenzae, que causa meningite e que vai na vacina tetravalente), porque quatro crianças morreram depois de receber as injeções. No entanto, a verdadeira notícia nunca foi relatada: mais de 2.000 bebês morreram nos Estados Unidos após terem recebido as vacinas para essas mesmas doenças, mas apesar disto as autoridades recusam-se a alertar os pais e parar a produção. Uma revisão de segurança é fundamental para determinar se um "recall" destas perigosas vacinas é necessário para proteger os bebês americanos de incapacidade e morte. No Brasil por sua vez, as informações de mortes acontecidas após a aplicação de qualquer vacina é mantida em segredo.


Foi noticiado em um blog da Forbes que de acordo com Paul Offit, o porta-voz da indústria de vacinas "o Ministério da Saúde japonês fez uma tolice ao suspender o programa de vacinação da Hib e pneumocócica". Offit acha que as mortes foram causadas provavelmente por SIDS (síndrome de morte súbita infantil), ou condições subjacentes, ou outra causa - qualquer coisa, exceto as vacinas. Muitas vezes, as crianças adoecem e morrem por acaso, de acordo com Offit.

William Schaffner, diretor do departamento de medicina na Vanderbilt University School of Medicine, acredita que, como Offit, que as mortes são "muito provavelmente ... uma coincidência". Em um toque de ironia, pode ser também uma coincidência que Schaffner recebe dinheiro de fabricantes de vacinas - cujos preços das ações cairam após
o anúncio pelo Japão - como consultor e para falar sobre as vacinas. Offit e Schaffner nunca viu as crianças que morreram, nem as autópsias que foram realizadas. Sendo assim, suas avaliações sobre a verdadeira causa da morte não são baseadas na ciência.




Segundo Shelly Burgess, porta-voz do FDA, o FDA e o CDC "não detectaram novos problemas de segurança ou padrões de relatos incomum." Isso é estranho, porque o "Vaccine Adverse Event Reporting System" (VAERS), operada em conjunto pela FDA e CDC, já recebeu mais de 59.000 relatos de reações adversas relacionadas com as vacinas contra Pneumocócica e a Hib durante os últimos anos. Mais da metade desses casos - 30.094 - necessitaram de internação hospitalar, com 2.169 mortes. Cerca de 95 por cento dessas mortes foram em crianças menores de três anos de idade.



Claro que no Brasil é impossível afirmar qualquer coisa, pois como já sabemos, os números dos efeitos adversos no Brasil são mantidos a sete chaves, com a população deixada no escuro à merce dos criminosos laboratórios farmacêuticos.


Nos últimos cinco anos, entre 2006 e 2010, 17.595 pessoas nos EUA tiveram reações adversas com as vacinas Pneumocócica e Hib, e 464 destas pessoas morreram depois de receber estas vacinas. Devemos também salientar que estes números representam apenas os relatos a efeitos adversos "oficiais". O ex-chefe da FDA, David Kessler, estimou que para cada relato oficial de uma reação adversa a um medicamento, cerca de 100 outras pessoas tiveram também problemas, mas não fizeram o relato.

No Japão, a maioria das vacinas não são necessárias, portanto as malucas táticas coercitivas utilizadas por funcionários de vacina americanos para vacinar todas as crianças dos EUA e adultos não é universal. Na verdade, as crianças japonesas recebem apenas as vacinas contra a pólio e a tríplice. Vacinas Pneumocócica e Hib foram recentemente adicionados ao calendário japonês, mas são opcionais. Compare isso com o sobrecarregado, perigoso e lucrativo esquema vacinal infantil dos EUA (e também do Brasil): os bebês devem receber várias doses de vacinas contra a pólio, DTP, hepatite B, Pneumocócica, Hib, o rotavírus e a gripe.

Em resumo, quatro crianças japonesas morreram depois de receber vacinas e o Ministério da Saúde japonês imediatamente interrompeu o programa de vacinação. Autoridades de saúde dos EUA declararam esta ação como "tolice", embora provávelmente tenha salvo a vida de muitos bebês. Nos Estados Unidos, milhares de pessoas morreram após receberem vacinas para estas mesmas doenças, mas as autoridades não dão a mínima. Autoridades dos EUA (e do Brasil) acreditam que as crianças são dispensáveis, um alvo de mercado garantido, a ser utilizado para benefício comercial. A incapacitação e a morte de cidadãos após terem recebido as vacinas obrigatórias são apenas tratados como o custo de fazer negócios.

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Fonte: Blog A Nova Ordem Mundial      Postado por: ByPrila

sexta-feira, 6 de maio de 2011

ONU quer bilhões para vacinar todas as meninas do mundo contra doença sexualmente transmissível

A ONU está para pedir que os governos financiem a vacinação de todas as meninas do mundo contra uma doença sexualmente transmissível, o vírus da papiloma humana (HPV). A campanha polêmica poderia custar até 300 dólares por menina, totalizando bilhões.
Dignitários que lançaram a campanha na ONU em meados de abril incluíam uma proeminente primeira-dama, líderes do Fundo de População da ONU (FNUAP), a Sociedade Americana do Câncer e a empresa de fabricação de contraceptivos PATH.
O FNUAP e a PATH querem que as nações que fazem doações comprem a vacina a 14 dólares por aplicação. Três aplicações são exigidas durante um período de seis meses, totalizando 42 dólares, e o tratamento só dura cinco anos. Sete tratamentos seriam necessários para cobrir a duração da vida reprodutiva de cada mulher.
Os promotores da campanha avisaram à assembleia que a ideia seria polêmica. Apresentar a campanha como uma iniciativa para erradicar o câncer do colo do útero em vez de apresentar como uma campanha de vacinação em massa contra uma doença sexualmente transmissível ajudará evitar resistências políticas, disseram eles.
Um dos promotores aconselhou os dignitários que quando lhes perguntassem o motivo por que as meninas têm de ser vacinadas contra uma doença sexualmente transmissível, a ONU deveria usar o precedente das vacinações infantis contra a Hepatite B.
Quando as prefeituras e governos estaduais dos EUA tentaram decretar a vacinação de meninas de escola contra o HPV vários anos atrás, uma indignação pública anulou as iniciativas. 
Embora nenhum dos palestrantes da ONU tivesse tratado da questão, o câncer do colo de útero é provocado pela infecção do HPV, que se espalha por meio do contato sexual. O painel lamentou um aumento dramático no câncer nos países em desenvolvimento, mas se mostrou menos claro sobre as razões para seu aumento, evitando questões de conduta sexual e focalizando em vez disso na obtenção de disposição política para financiar a campanha de vacinação.
Do meio milhão de casos novos de câncer do colo do útero a cada ano, mais da metade das pacientes morrem, geralmente porque não sabiam que tinham a doença até que o HPV alcançou estágios avançados.
Purnima Mane, subdiretora executiva do FNUAP, disse que o FNUAP encabeçaria a campanha. Se aprovada pelos países membros da ONU, o FNUAP está pronto para receber um impulsionamento significativo em financiamentos, considerando o fato de que há bilhões de mulheres e meninas que requereriam o tratamento de 42 dólares a cada cinco anos.
O financiamento reverteria um declínio em doações para os programas internacionais de redução populacional, os quais caíram de um nível elevado em 2008 devido à crise econômica global e declinantes índices de fertilidade no mundo inteiro. O governo de Obama teve de cortar ligeiramente o financiamento do FNUAP para 2011 durante as batalhas sobre orçamento com os legisladores americanos, mas prometeu aumentá-lo para 50 milhões de dólares em 2012. De forma semelhante, a PATH recebeu 50 milhões de dólares, cerca de um quinto de seu financiamento, do governo americano em 2009.
Os críticos estão preocupados com o fato de que o esquema de vacinação incorporará a luta contra o câncer na agenda de direitos reprodutivas da ONU que já recebe muitas verbas. Eles alertam que pelo fato de que o FNUAP de forma agressiva promove “direitos sexuais” para crianças menores de idade, a campanha não lidará com conduta sexual ou direitos dos pais com relação às decisões médicas e poderia levar a um aumento da doença ao invés de sua cura.
Os países membros da ONU debaterão a questão de 19 a 20 de setembro na Reunião de Alto Nível da ONU sobre Doenças Não Transmissíveis.
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Fonte: Notícias Pró-Família            Postado por: ByPrila

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O Poder do Boicote

Ucranianos Dizem Não às Vacinas Globalistas

As últimas provas de que os temores de Zbigniew Brzezinski, de um "despertar global" tinham fundamento vêm na forma de um boicote da vacina na Ucrânia .
Leia abaixo o texto da reportagem da Associated Press, intitulada "Medo das Vacinas na Ucrânia ameaça a saúde":

"Centenas de milhares de temerosos ucranianos recusaram vacinas para doenças como a difteria, caxumba, poliomielite, hepatite B, tuberculose, coqueluche e outras neste ano, segundo estimativas oficiais. Autoridades cancelaram uma vacinação de sarampo apoiada pelas Nações Unidas e uma campanha de vacinação contra a rubéola financiado pelo filântropo americano Ted Turner, e terá de recolher e incinerar cerca de 9 milhões de doses não utilizadas nos próximos meses."

A Associated Press tenta, em seguida, sugerir que a mídia ucraniana enganou as pessoas de forma
irresponsável:
"Os veículos de comunicação ucranianos são numerosos e sem censura, mas não seguem amplamente os padrões ocidentais de precisão e veracidade. Algumas publicaram em jornais impressos e também de forma on-line alegando após a morte de um menino que a vacina contra o sarampo e rubéola da Índia esterilizaria os homens como parte de um complô de Ted Turner, cuja fundação sediada em Washington e parte das Nações Unidas pagou as vacinas."

Aparentemente para a Associated Press, o conceito de padrões ocidentais de justiça e precisão é esconder o mantra malthusiano das elites globais de que "somos gente demais" ou a campanha eugênicas de mais de um século de esterilização, infectando, ou diretamente matando as massas.
A Associated Press não perde a chance de fingir perplexidade entre a recusa dos ucranianos de arregaçar as mangas para as vacinas de Ted Turner e o relato da admissão do Governo dos EUA de infectar deliberadamente centenas de pessoas na Guatemala durante experimentos secretos na década de 1940. Neste segundo artigo da AP, mostra que o experimento de Tuskegee, onde centenas de negros norte-americanos foram objetos de experiências secretas, sendo que o governo americano mentiu sobre sua verdadeira condição e os negou tratamento de verdade.

O que a AP diz que as autoridades de saúde internacionais chamam de "medo injustificado e perigoso", parece bastante justificado, e só é perigoso para a agenda do globalistas quando colocado em um contexto histórico apropriado.

Uma amostra do contexto histórico

Houve a dissimulada esterilização forçada de 200 a 300 mil mulheres peruanas a bem pouco tempo em 2000, sob o olhar da ONU e da USAID. A USAID até hoje está envolvida em "planejamento familiar" no Peru. Há também o programa de redução de população da China, louvado e elogiado por pessoas como Ted Turner, que disse durante uma entrevista com Diane Rehm (vale a pena ouvir) que os chineses "sabiamente instituiram uma política de filho único", que ele acredita que não é "draconiana".

Pior de tudo, é da grande admiração que o patriarca globalista David Rockefeller mostrou para o genocídio maoísmo "Grande Salto Adiante", que matou pelo menos 45 milhões em 4 anos, e até 80 milhões no total. Rockefeller observou em um artigo do New York Times intitulado "De um viajante na China" em 1973 que "a experiência social na China sob a liderança do Presidente Mao é um dos mais importantes e bem sucedidas na história da humanidade." Ele considera que as políticas resultantes foram "inovações sociais. "

O facto de David Rockefeller ter fundado e presidir o Conselho de Relações Exteriores (CFR), um fórum globalista onde quase todos os políticos dos EUA são membros e de onde todas da política dos EUA se originam, todos nós devemos parar para pensar antes de penser em se injetar com qualquer coisa que estas pessoas colocaram suas mãos.

Conclusão

O barulho constante da mídia globalista sob o mando de corporações da CFR, como a Time Warner e a Fox News da News Corporation ou a BBC da Chatham House, guiados pela agenda de globalista como Ted Turner, Bill Gates, e do Conselheiro de Ciências da Casa Branca Ciência John Holdren, está felizmente a ser marginalizada pelo senso-comum e o despertar do povo.

Os ucranianos parecem compreender as implicações de uma elite dominante que adoram assassinos em massa megalomaníacos e como como a ciência sólida e as intenções nobres de vacinação foram seqüestrados por eles para continuar a "inovação social" de Mao.

O povo da Ucrânia não esperaram por seu governo e seus funcionários eleitos tomarem medidas. Tomaram-se medidas de boicote em massa à agenda globalista, e forçando a destruição do que quer que Ted Turner tenha enchido as 9 milhões de injeções simplesmente não consumindo o que foi empurrando pela goela pelos globalistas.

Há uma grande lição a ser aprendida aqui: boicotes funcionam, e talvez o único voto que você tem que realmente importa é como você escolhe gastar o seu dinheiro, em quem você presta atenção, em quem você coloca sua confiança, seja comida, água, educação, medicina, ou notícias.

Então, novamente, boicote os globalistas, suas corporações, suas redes de propaganda, seu entretenimento vulgar niilista, e seu sistema em geral. Não há nada que eles ofereçam a nível mundial que não podemos fazer melhor localmente. O nosso futuro e nossas vidas dependem disto.





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Fonte: A Nova Ordem Mundial


 

 

 




sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A precipitação da OMS

Depois de ter assustado o mundo inteiro com o risco de uma pandemia causada pelo vírus da gripe H1N1, fazendo lembrar o da gripe espanhola de 1918, que matou cerca de 50 milhões de pessoas - mas com a qual quase nada teve a ver -, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente o fim dessa ameaça. É uma boa notícia, mas não se trata de uma vitória da campanha global contra o vírus da chamada gripe suína, lançada em maio de 2009. Na verdade, esse episódio abalou a credibilidade do regulamento sanitário daquele organismo da ONU, na parte que trata do monitoramento e prevenção de ameaças à saúde pública internacional.
Milhões de vacinas antivirais específicas foram produzidas por laboratórios farmacêuticos - que com isto muito lucraram - para enfrentar a ameaça e grandes estoques foram acumulados em diversos países, entre eles o Brasil. Tudo está a indicar, porém, que a OMS criou um pânico desnecessário. Por isso, ela decidiu realizar estudos sobre a questão, que podem levar a uma reforma do protocolo de 2007, que estabeleceu parâmetros para a declaração da ocorrência de uma pandemia. Seu comitê técnico concluiu que a situação exige uma definição mais precisa do que significa tecnicamente aquele termo e dos procedimentos que devem ser adotados pelo organismo. Pelos padrões utilizados até agora, configura-se uma pandemia quando surgem surtos de doenças transmissíveis, potencialmente letais, em duas das regiões em que a OMS divide o mundo.
A direção da OMS temia uma devastadora transmissão do vírus da gripe suína por causa do deslocamento diário de centenas de milhares de pessoas pelos meios modernos de transporte transcontinental. Assim, um surto localizado em determinadas áreas poderia rapidamente transformar-se em um risco global, afetando em especial os países mais pobres. A gripe suína ocasionou 18,4 mil mortes, número não muito superior ao dos surtos de influenza de 1957 e 1968. Mortes para as quais contribuíram também, é preciso lembrar, o estado físico dos infectados e as condições sanitárias em cada país.
Apesar de tudo isso, a diretora da OMS, Margaret Chan, considera que o saldo foi positivo. "Tratava-se", afirmou, "de um novo vírus e uma população não imunizada. Com 350 milhões de pessoas vacinadas em um ano no mundo, em muitos países até 40% da população estaria imunizada." O que nem ela nem os técnicos da OMS esclareceram é se o mesmo efeito não poderia ser obtido por meio da vacinação anual contra o vírus da influenza, à qual milhões de pessoas recorrem voluntariamente durante os meses de inverno.
Para muitos especialistas não se tratava de um novo vírus, mas de uma mutação, que continua circulando. De certa forma, isso foi reconhecido pelas autoridades sanitárias brasileiras, que decidiram que a vacinação deveria ser concentrada em pessoas jovens, gestantes ou os chamados grupos de risco. As pessoas de mais de 60 anos, com boa saúde, não foram incluídas, porque já haviam sido imunizadas por ocasião de surtos anteriores de influenza.
Generalizam-se hoje as suspeitas de que a OMS falhou cientificamente ao superestimar a gravidade da gripe H1N1. Como se recorda, o surto começou no México e se estendeu à Costa Oeste dos Estados Unidos. A sua expansão pelo resto do mundo - que de fato ocorreu como era esperado - exigia providências das autoridades sanitárias, mas não uma mobilização tão grande, com vultosas encomendas de vacinas a laboratórios farmacêuticos.
Os sucessivos alertas da OMS quanto à gravidade da gripe H1N1 causaram prejuízos financeiros sérios, inicialmente ao México, que se viu abruptamente privado de boa parte de suas receitas de turismo. Em maior ou menor grau, outros países foram afetados. Mas a questão econômica não é a mais importante. O que se contesta, cada vez mais, é a eficiência da OMS, um organismo excessivamente burocrático, cuja ação não se vem fazendo sentir, como deveria, em áreas com grandes problemas sanitários da África, da Ásia e da América Latina.
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Fonte:  Estadão.com.br


Já esqueceram da Pandemia Gripal?

Gripe suína: quem pagou a pandemia fantasma?

O que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares.                                                        
   Durante muitos meses tenho acompanhado o noticiário internacional e, lendo vários jornais seculares dos EUA e Inglaterra, um fato ficou claro: a pandemia da gripe suína estava envolta em graves problemas éticos e médicos, inclusive morte de jovens vacinados. E agora sai a bomba de que a vacinação foi desnecessária.
O jornal inglês Daily Mail denunciou em manchete "A pandemia que nunca existiu: empresas farmacêuticas 'incentivaram Organização Mundial de Saúde a exagerar a ameaça da gripe suína'". A matéria então diz: "Declarar a gripe suína uma pandemia foi um 'erro monumental', impulsionado por empresas farmacêuticas que, gananciosas por lucros, espalharam medo, concluiu um influente relatório". O restante da matéria, em inglês, está aqui.
Há também o artigo "O conto da vacina suína", publicado pelo jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que expõe os escândalos envolvendo o Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o modo desonesto como a OMS mudou a definição de pandemia exclusivamente para engordar as empresas farmacêuticas, que lucraram uns 10 bilhões de dólares com a pandemia fantasma em 2009.
Essa é a mesma OMS que mudou também o sentido real da homossexualidade na década de 1990, retirando-a da lista de comportamentos pervertidos, a fim de atender aos interesses de multimilionários grupos de pressão política.
Na hora de definir o que é e o que não é, o dinheiro, a pressão e a ganância são uma formidável persuasão. Sob essa persuasão, condutas pervertidas são normalizadas e o que não é pandemia se torna pandemia!
Na questão da pandemia fantasma, o que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares que poderiam ter sido mais bem investidos no bem-estar da população.
Mesmo assim, as empresas farmacêuticas continuam na sua corrida louca para vender suas vacinas para países trouxas o suficiente para engolir a estória da epidemia generalizada.
Eu poderia ter avisado muito mais o público brasileiro antes, mas o Blog Julio Severo vem há anos mostrando o óbvio: O governo Lula não merece confiança. Você confiaria num governo que é a favor do aborto, que representa o assassinato covarde do mais vulnerável e indefeso dos seres humanos?
O grande responsável pela campanha de vacinação foi o ministro contra a Saúde, José Temporão, que também é a favor do aborto. Ele vê o aborto simplesmente como "questão de saúde pública", de modo que se as empresas farmacêuticas criarem uma vacina que elimine esse "problema" de "saúde", o tarado por campanhas de vacinação em massa ficará extremamente feliz de fazer mais uma parceria com elas.
Apesar disso, a população pensou que poderia confiar num aspirante a carniceiro. Foram se vacinar. A obediência - ou eu deveria dizer a estupidez? - foi tão grande que o país campeão mundial de vacinação contra a inexistente e irreal epidemia generalizada de gripe suína foi o Brasil. Mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados.
Agora, o governo Lula está sorrindo. O ministro contra a saúde está sorrindo. As empresas farmacêuticas, com os bolsos entupidos do dinheiro dos cidadãos do Brasil, estão mais do que felizes e pulando de alegria. E o povo está sorrindo, sem ao menos perceber o que está acontecendo. Ele paga, mediante impostos, com o dinheiro do próprio bolso as estupidezas do governo, e ainda sorri abobalhadamente.
E quem no final leva o prêmio é o governo. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como "importante promotor de estabilidade e integração na América Latina". Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a "epidemia generalizada" da gripe suína.
Uma mão lava a outra. As empresas farmacêuticas patrocinam homenagens internacionais ao ego incontrolável e insaciável de Lula, e Lula sacia a ganância incontrolável e insaciável dessas empresas, sustentando pandemias fantasmas que lhes enchem os cofres.
Mas quem pagou realmente um preço alto foram os brasileiros vacinados. Veja algumas repercussões da vacina na mídia brasileira:

Jovem morre após tomar vacina contra a gripe A em Londrina
Estudante morre após tomar vacina contra gripe
Menina morre após tomar vacina
Criança morre após tomar vacina H1N1
Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A
Assim, governo e empresas farmacêuticas pegam seu dinheiro, fazem a farra e, para justificar tanta gastança, no final você e sua família têm de se submeter à ponta da agulha e suas conseqüências.
Um país assim é o curral perfeito para alimentar a ganância dos poderosos e corruptos, que recorreriam a qualquer artifício para deter qualquer coisa que impeça seus lucros.
Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!
Foi uma coincidência importante, que revelou que havia gente grande interessada em sabotar o impacto dos meus artigos sobre a campanha de vacinação. Conforme a informação que recebi, o Ministério da Saúde estava também planejando outras ações contra mim, inclusive legais, mas suponho que não houve tempo para executá-las, pois em poucas semanas saí do Brasil. Esse é o preço que se paga por alertar as pessoas.
Portanto, da próxima vez que o governo e sua mídia comprada aparecerem com uma campanha de medo tentando convencer você de outra pandemia fantasma, desconfie.
Como não desconfiar de um governo que só se interessa por aquilo que está no nosso bolso?

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Autor da Matéria:   Julio Severo -  Fonte: Mídia Sem Máscara



                                                                                               




sábado, 3 de abril de 2010


Ela será tripla. E segundo as pessoas que estão trabalhando arduamente para impedir este genocídio em massa do planeta, ela tem mercúrio e oleo de esqualeno, que são altamente tóxicos. Aliás na America, a loucura já chegou ao ponto de dizerem nas TVs que mercúrio é bom pra população! Na veia ,melhor ainda pelo jeito. Morte na certa.

A “necessidade” de se tomar a vacina e a farsa da pandemia desta doença. Na verdade, tudo isto foi criado em laboratório com o objetivo de promover um genocídio planetário determinado pela Nova Ordem Mundial. A coisa parece teoria da conspiração, não é? Pois digo que não, que é uma conspiração real e uma ameaça a toda a Humanidade.