segunda-feira, 15 de novembro de 2010

EUA: Mais e mais Famílias com maior poder aquisitivo recusam vacinação

Americanos instruídos e com planos de saúde privados estão se tornando cada vez menos propensos a vacinar seus filhos, segundo o relatório "Estado da Qualidade da Assistência à Saúde", divulgado pelo Comitê Nacional Para Garantia da Qualidade (NCQA). O relatório afirma que houve uma queda de quatro pontos percentuais nas taxas de vacinação entre as famílias de classe média e alta, entre 2008 e 2009.

"
Esta foi a primeira vez que nós vimos uma queda - e foi uma queda muito grande", Sarah Thomas, vice-presidente de políticas públicas e comunicação do NCQA, disse ao site HealthDay. "Nós realmente não exploramos as razões [para esta tendência], mas uma das principais hipóteses é que
os pais decidiram não vacinar seus filhos por causa de preocupações con os potencial efeitos colaterais e até mesmo autismo."

Enquanto isso, as taxas de vacinação entre os indivíduos mais pobres em programas de governo como o Medicaid têm aumentado. Programas como o "Vacinas para Crianças" (VFC) que oferecem gratuitamente (financiado pelo contribuinte) vacinas para os médicos que atendem crianças elegíveis estão entre aqueles que têm estimulado o aumento da taxa entre este  grupo sócio-econômico.


Muitos especialistas insistem em que as
vacinas são uma das maiores conquistas da saúde pública no mundo, mas vários estudos apontam não apenas a sua ineficácia, mas também os danos que causam às crianças e aos adultos.

É claro que existem outros estudos que insistem que as vacinas são seguras e eficazes, mas a maioria, senão todos estes estudos, são financiados pelas próprias
empresas farmacêuticas, Richard Smith, comentou sobre a extensão da corrupção da indústria, revelando que "simplesmente não é mais possível simplesmente acreditar muito nas pesquisas clínicas, no que é publicado, ou contar com a decisão dos médicos de confiança ou de orientações médicas de autoridades."
produtoras das vacinas. Na verdade, um ex-editor do The New England Journal of Medicine
Mesmo que muitos critiquem as famílias que optam por não vacinar-se como sendo "irresponsáveis" e "desinformadas", evitar vacinações por questões de segurança faz muito mais senso lógico do que simplesmente confiar nos "estudos" corrompidos, usados para acalmar os temores e aumentar as vendas de vacinas.

Eu diria também que foi pelo mesmo motivo que o Brasil teve a maior proporção de sua população vacinada contra o H1N1, falta de esclarecimento.
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Fonte: A Nova Ordem Mundial     Postado por: ByPrila

sábado, 13 de novembro de 2010

O que te faz Feliz?

O que te faz feliz? Já se perguntou?

 O que gosta de fazer? Onde gosta de estar?


O que me faz feliz é ter "Tempo". Talvez podem achar algo simples, mas analisando os fatos veram que não é bem assim. Pois todos nós precisamos de tempo, principalmente para nos dedicarmos á pessoas que amamos.
  • 1 -  Fato: Já se perguntou qual a ultima vez que teve tempo pra ficar em casa, brincando com seus filhos e simplesmente dando carinho e atenção ao seu conjuge? Sem se preocupar com a hora de dormir, ou de despertar pra trabalhar?.  

  • 2 -  Fato: Quantos vezes você parou e disse  a seus filhos, o quanto os ama?  E saber como estão se sentindo? Ou quanto tempo faz que não tem  um passeio em família?
  • 3 -   Fato: Tem tido tempo para avaliar sua vida, suas prioridades e o que tem feito até este instante?
Este são apenas alguns exemplos dos fatos que ocorrem em todas as familias . A falta de "Tempo" tem sido um dos grandes motivos de declinios nas famílias nos dias de hoje. É laméntavel saber que muitos pais e mães deixam seus filhos ora em creches, ora em cursos muitas vezes desnecessários para a idade da criança  e sobre carregando os mesmos, com atividades  do dia    para tentar cobrir  o vazio  deixado  por eles os Pais.

Então visualize a cena: Você chega em casa, lá pelas 20:00 hrs depois de ter pego um trânsito intenso , ter vivido  a pressão de mais um dia de  trabalho e fora outros problemas corriqueiros. Ao chegar em casa lá está seu filho(a) cheio de amor pra dar, todo atencioso e o que você diz: Oi filho tudo bem? Depois a mamãe ou pai  fala com você pois agora a mamãe está cansada por que teve um dia muito cheio.

Imagine a frustração das criança(as)? Mas você não vai ver, sabe por que? Por que a essa altura você já o deixou na sala falando sozinho e correu pra tomar banho e se preparar para dormir por que no dia seguinte terá mais um dia como o anterior seguindo a mesma rotina. Agora a mesma cena  todos os dias e você não se apercebe disto. Tudo por que se deixa levar pelo falso senso  de que está fazendo o que é melhor para eles.Ou seja você pensa: Eu os alimento, dou casa, roupa lavada, mas e o essencial onde fica? Que é o dar de si, parar, sentar, conversar. Lhe sobra tempo pra isso?


Mas já perguntou a seu filho, o que ele realmente gostaria de ter? Ao invés de lhe dar muitos presentes, permitir que ele vá a todos os passeios escolares, deixa-lo na frente da Tv até altas horas.Você sabe onde ele queria estar?

 Saiba que ele gostaria de estar do seu lado.
Tenha certeza que tudo que seu filho quer é Você, ou seja Pai e Mãe.
Ter os pais presentes é o que muitas crianças gostariam de ter e não tem, isso com certeza dara  maior satisfação mais do  qualquer outro presente que você lhe  compre  por mais valioso que seja, afinal ter os pais em casa como uma verdadeira familia não tem preço.Isso certamente deixara seus filhos felizes.

Agora e quanto a você: O que te faz "Feliz"?
Você sente-se feliz em seu ambiente familiar? Tem sua familia uma boa estrutura? Estão todos os membros em sintonia com a opinião do Pai, que representa a chefia da familia?
Voltando ao principio, acho que muitas pessoas nem sabem exatamente o que a faz feliz, por que não tempo para avaliar isso,talvez por pensar que deva viver a vida assim sem esse tipo de preocupação.Afinal acreditam que a vida é isso: Dormir, acordar, trabalhar, pagar as contas e garantir a sobrevivência da familia.

Mas se você pensa assim é hora de reaver seus conceitos, pois a vida vai além disso. Fuja dessa rotina em que vive, se permita dormi até mais tarde, fazer algo divertido com seus filhos, dizer a seu conjuge que o ama e que é feliz ao seu lado!  Por mais que você aumeje fazer hoje, amanhã terá que fazer novamente então viva um dia de cada vez.
A familia é uma instituição criada por Deus, onde dois membros devidamente capacitados pra isso dão rumo a ela. Então a esposa deve ter tempo para cuidar dos filhos, da casa, e principalmente do seu esposo.
O marido deve manter o equilibrio em dedicar tempo ao  trabalho, aos amigos e a seus compromissos.
Ou seja todos devem destribuir o tempo que tem, para que possam usa-lo da forma mais agradavél possivél.


Bem como disse no inicio, o que mais me faz feliz é ter tempo. Ter tempo para amar e ser amada.
Ter tempo para cuidar do meu lar, da minha familia.
Sou grata a Deus pela familia que tenho, e pelo esposo que tenho ao meu lado sempre apoiando-me  pois completamos um ao outro. E tenho certeza que sem esse compromisso mutúo  não seria possível.
Isso me faz feliz, poder dizer o quanto sou grata por estar aqui!

Cabe ao leitor usar de bom senso!
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Fonte: Autoria da admin do blog  ByPrila








sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Espanha detém padre com 21 mil arquivos de pornografia infantil

O sacerdote de Vilafamés, no leste da Espanha, foi preso na última quarta-feira pela Guarda Civil, que encontrou em sua igreja mais de 21 mil arquivos digitais de pornografia infantil. 

O sacerdote, de 52 anos, cuja identidade não foi revelada, foi libertado sob fiança após depor nesta sexta-feira perante o juiz. Ele deverá comparecer no tribunal a cada duas semanas. 

O pároco da Igreja Nossa Senhora da Assunção, que também realizava missas na Paróquia de La Barona, tinha um total de 600 gigabytes de arquivos de pedofilia. 

O jornal "El País" diz que ele funcionava supostamente como um "traficante" dos arquivos em nível internacional. Ele não deixava as imagens permanentemente em seu computador e não se sabe ainda se chegava a cobrar pela transferência dos arquivos. 

A investigação foi iniciada há meses, após uma denúncia do CNI (Centro Nacional de Inteligência). 

O bispado de Segorbe-Castellón afirmou que o sacerdote foi suspenso de todos os seus cargos. "Este é um fato que nos dói profundamente, que lamentamos com sinceridade e que rechaçamos", diz um comunicado, acrescentando que oferecerá ao padre os meios para "defesa justa".
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Fonte:  UOL Noticías             Postado Por: ByPrila

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A pergunta da menininha

 
Uma menininha perguntou para sua mãe: “Como é que surgiu a raça humana?”
A mãe respondeu: “Deus fez Adão e Eva; eles tiveram filhos e assim surgiu toda a humanidade”.
Alguns dias depois, a menininha fez para seu pai a mesma pergunta. O pai respondeu: “Muitos anos atrás havia macacos, e nós evoluímos deles”.
A menina confusa volta para sua mãe e diz: “Mamãe, como é possível que você me tenha dito que a raça humana foi criada por Deus, e papai diz que nós evoluímos dos macacos?”
A mãe responde: “Olha, querida, é muito simples. Eu disse para você sobre a origem do meu lado da família, e seu pai disse para você sobre o lado dele”.
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Traduzido do inglês por Julio Severo: www.juliosevero.com
Postado por: ByPrila

Rapazes revoltados

Patrice Lewis
Recentemente, li um artigo extraordinário sobre o assunto do motivo por que tantos rapazes estão revoltados, chateados e rebeldes. A escritora desse artigo (Tiffani) tem cinco filhos, inclusive dois meninos com as idades de 14 e 2 anos. No laboratório de uma vida familiar feliz, estável e caótica, ela criou essa louca teoria: de que os meninos precisam de homens para lhes ensinar a ser homens. Loucura, não é?
À medida que Tiffani observava os padrões morais, atitudes, ética profissional e senso de responsabilidade da sociedade se deteriorarem, ela não conseguia deixar de especular se a falta de um homem forte na vida dos meninos os transforma de “doces, amorosos menininhos corados” em adolescentes monstruosos. E ela ficou pensando… será que a rebelião na adolescência é uma fase natural da vida, ou será que é causada por algo de que os meninos têm falta?
A premissa da teoria de Tiffani é que as mães precisam saber quando se retirar e deixar seus filhos do sexo masculino aprenderem a ser homens sob a tutela de seus pais (ou figuras paternas). Como todas as mães, Tiffani quer proteger seus meninos de ferimentos. Mas isso é bom a longo prazo? Talvez não. Tiffani está aprendendo quando afastar-se e deixar seu marido assumir a orientação de seus meninos.
À medida que amadurecem, os meninos nem sempre vão querer — ou precisar — proteção. Eles precisam de desafios, aventuras e atos de cavalheirismo. Os pais — os pais fortes — sabem quando afastar a proteção das mães e começar a treinar seus filhos a serem homens. A palavra-chave é treinamento.
O treinamento é decisivo. Meninos sem treinamento crescem e se tornam monstruosos: fora de controle, predatórios em cima das mulheres, irresponsáveis, incapazes ou indispostos a limitar seus impulsos movidos à testosterona para agressão ou sexo. Nossa atual sociedade está toda encardida com os prejuízos que sobraram dos meninos que nunca aprenderam o que é necessário para ser um homem. Lamentavelmente, esses “meninos adultos” muitas vezes procriam indiscriminadamente e despreocupadamente, então se recusam a ser pai para os filhos que eles produzem.
Mas homens treinados transformam a sociedade. Eles trabalham duro. Eles movem coisas pesadas. Eles constroem abrigos. Eles protegem, defendem e resgatam. Eles providenciam provisão para suas famílias. Eles fazem todas as coisas assustadoras, feias e sujas que as mulheres não conseguem (ou não querem) fazer. Homens treinados são, nas palavras do colunista Dennis Prager, a glória da civilização.
Conforme aponta Tiffani, os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado. Os homens entendem que os meninos precisam de experiências e desafios definidores para cumprir seus papéis biologicamente programados. As mulheres não entendem isso, mas não tem problema. Pais fortes (ou figuras paternas fortes) instintivamente intervirão e começarão a treinar os meninos como domar a testosterona, como trabalhar, como respeitar as mulheres, como liderar e defender e como eliminar ameaças.
O problema começa quando não há um modelo de papel masculino para um menino imitar. Se os homens estão ausentes, enfraquecidos ou indispostos a ensinar os meninos como se conduzir, então os meninos não aprendem como ser homens. É simples assim.
As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem.
Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores.
Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: “Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada.
Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis.
O que acontece quando os meninos não têm um homem forte para lhes ensinar? Os resultados variam de indivíduos fracos e covardes a totais brigões. Dou um exemplo em meu blog sobre uma mulher dominadora com um marido fraco criando dois filhos do sexo masculino. Esses meninos estão crescendo num lar torcido e desordenado que vai contra a natureza humana e a programação biológica, e os meninos vão virar homens abrutalhados.
Meninos que crescem com nada senão a “proteção” de suas mães — sem nenhum homem forte para lhes dar a chance de acabarem com as ameaças — se tornam revoltados e cheios de amargura. Eles sabem que algo está errado. Eles sabem que têm de defender as mulheres, mas eles guardam tanto ressentimento de suas mães por “protegerem” a eles de todos os desafios que o modo como eles veem as mulheres fica distorcido.
Se o marido dessa mulher tivesse desempenhando seu papel como cabeça da casa, esses meninos poderiam ter se tornado homens diferentes. Se ele tivesse resgatado seus filhos do perpétuo amor protetor de sua esposa, seus filhos poderiam ser Homens em Treinamento em vez de Futuros Abrutalhados. Mas temo que seja tarde demais.
Creio que uma parte de criar filhos fortes e equilibrados vem de meninos observando suas mães honrarem seu pai. O lar em que a mãe e o pai respeitam um ao outro por suas várias forças biológicas cria os filhos da forma mais estável e equilibrada possível.
Meu marido e eu não temos filhos para criar e se tornarem homens. Mas nossas meninas estão aprendendo a admirar a verdadeira masculinidade, não potenciais abrutalhados ou fracos e covardes. Ajuda tremendamente que, em nossa vizinhança, estejamos cercados de pais responsáveis que estão criando excelentes rapazes — fortes, prontos para ajudar, protetores das mulheres, ansiando serem heróis.
Com que tipo de homem você pensa que quero que minhas filhas casem algum dia? O Homem de Verdade que assume seu papel biológico de protetor e guerreiro? Ou o Rapaz Revoltado que xinga a mãe e despreza o pai? Qual lhe parece o homem mais equilibrado e firme?
Nada disso é difícil demais de entender — ou, pelo menos, não devia. Infelizmente na cultura andrógina feminista de hoje, esse conceito se tornou motivo de desprezo e zombaria.
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Traduzido por Júlio Severo: www.juliosevero.com
Postado por: ByPrila 

sábado, 6 de novembro de 2010

Casal cristão da Inglaterra proibido de adotar crianças leva sua luta até o Supremo Tribunal



LONDRES, Inglaterra, 1 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um casal cristão da Inglaterra está lutando no Supremo Tribunal contra o governo de sua localidade por causa de uma decisão que os proíbe de se tornarem pais adotivos por causa de sua fé e sua oposição à ideologia homossexual. O caso foi ouvido hoje pelo Supremo Tribunal, que está situado em Nottingham.
“Logo, logo as autoridades locais decidirão que os cristãos não podem cuidar de algumas das crianças mais vulneráveis da nossa sociedade, simplesmente porque eles desaprovam a homossexualidade”, disse um porta-voz do Centro Legal Cristão, que está atuando em favor da família.
Em fevereiro de 2008, Eunice e Owen Johns de Derby entraram com uma ação contra a prefeitura local quando foram impedidos de adotar porque disseram que eles não queriam falar para as crianças acerca da homossexualidade como um “estilo de vida” aceitável.
A comissão municipal de adoção de Derby ficou também, de acordo com as reportagens, “transtornada” com o fato de que o casal insistia em que as crianças sob os cuidados deles tivessem a obrigação de acompanhar a família à igreja nos domingos. A comissão admitiu em documentos internos que os Johns podem ter motivos para sentir que sofreram “discriminação com base religiosa”.
Atuando em favor da família, o Centro Legal Cristão (CLC) solicitou um exame judicial da decisão da comissão, dizendo que o casal não era “homofóbico”, mas cria que o sexo fora do casamento é errado e que o casamento só pode existir entre um homem e uma mulher. No passado, os Johns haviam trabalhado como pais adotivos para aproximadamente 20 crianças.
A organização homossexual de pressão política Stonewall disse que as necessidades das crianças têm de ser colocadas acima dos “preconceitos” de potenciais pais adotivos. Summerskill, diretor do Stonewall, chamou a decisão da comissão de “sensata” e disse: “Muitos pais cristãos de filhos gays ficarão chocados com as opiniões do sr. e sra. Johns que cheiram mais ao século XIX do que ao século XXI”.
Mas Andrea Minichiello-Williams, advogado e diretor do CLC, disse: “Os Johns são um casal cristão amoroso, que no passado deu, e para o futuro também daria, uma lar maravilhoso para uma criança vulnerável. As pesquisas claramente demonstram que as crianças se desenvolvem melhor numa família com mãe e pai que vivem num relacionamento de fidelidade, como os Johns têm. Uma das questões diante do Supremo Tribunal é se os casais cristãos, que têm opiniões tradicionais acerca da ética sexual, são ‘pessoas aptas e preparadas’ para cuidar de crianças — e, por conseguinte, para adotar. Que o Supremo Tribunal precise chegar ao ponto de considerar isso é uma reversão estupenda do conceito do bem-estar público e da definição tradicional da moralidade sexual”.
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Fonte: NoticiasProFamilia.blogspot.com            Postado por: ByPrila
 Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Lésbica Janet Jenkins começa campanha na mídia para ganhar a custódia da filha de ex-parceira

Grande imprensa repete, sem nenhum questionamento, as acusações de Janet Jenkins

Autor da Matéria: Matthew Cullinan Hoffman

NOVA IORQUE, EUA, 2 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Janet Jenkins, a lésbica praticante que outrora estava numa “união civil” com a ex-lésbica Lisa Miller, está conduzindo uma campanha nos meios de comunicação para localizar a filha de sete anos de Miller numa tentativa de ganhar a custódia da menina
A filha de Miller, Isabella, foi concebida por meio de inseminação artificial durante o relacionamento do par lésbico, e não tem nenhum relacionamento biológico com Jenkins. Miller desapareceu com Isabella em dezembro, obviamente num esforço para impedir um juiz de Vermont de transferir a custódia de sua filha para Jenkins.
Mas Jenkins está fazendo numerosas entrevistas nos principais meios de comunicação, pretensamente num esforço para localizar Isabella (descrita por Jenkins numa entrevista como “minha filha”), os quais estão, sem nenhum questionamento, repetindo as acusações dela contra Miller, e ao mesmo tempo não mencionam as acusações de Miller contra Jenkins — inclusive que o relacionamento dela com Jenkins era abusivo.
“Penso que ela é perigosa, e penso que ela é muito vulnerável e penso que ela é capaz de qualquer coisa”, Jenkins disse para o noticiário de TV ABC News em 29 de janeiro quando lhe perguntaram sobre Miller.
“Penso que ela está desesperada”, acrescentou Jenkins. “Penso que as pessoas e os lugares aos quais ela está expondo a si mesma e minha filha — nossa filha — são simplesmente aterrorizantes só de pensar”.

Relatos de abuso

Contudo, a própria Jenkins foi repetidamente acusada de ser “perigosa” — tanto para a filha de Miller, Isabella, quanto para a própria Lisa Miller.
Numa longa entrevista para LifeSiteNews.com em 2008, Miller relatou o abuso físico e emocional que ela disse ter sofrido nas mãos de Jenkins, e também declarou que sua filha estava desesperada para não voltar para a custódia de Jenkins.
Além de ser uma “abusadora física e emocional”, e repetidamente tentar expulsá-la de casa, Jenkins chegou a “dizer que queria me matar”, Miller disse para LifeSiteNews em seu relato do seu relacionamento com Jenkins, que começou no final de 1998 e durou mais de quatro anos.
Miller disse que fugiu do contínuo abuso duas vezes antes de deixar Jenkins permanentemente em 2003.
De acordo com Miller, Isabella havia ficado desesperada para não voltar para Jenkins depois de uma visita em que ela disse que Jenkins tinha exigido que ela tomasse banho nua com a outra “mãe”. Ela até falou de querer morrer.
“No ano passado, Isabella colocou um pente no pescoço e disse que queria se matar depois de uma das visitas”, Miller disse para LifeSiteNews. “Ela pegou o pente e o pressionou no pescoço e disse, ‘Quero me matar’. Não sei de onde ela tirou essa idéia. Aconteceu imediatamente depois de uma visita. Outras pessoas viram mudanças imensas. Ela também começou a se masturbar abertamente, o que não é algo que minha filha costumava fazer”.
“Ela tem 6 anos agora (2008), mas isso começou quando ela tinha 5 anos — depois das visitas”, Miller continuou. “A própria primeira vez que Janet viu Isabella depois de dois anos e meio, sua primeira visita durante a noite — o tribunal exigiu isso e eu permiti porque foi na Virginia e ela tinha de ter sido supervisionada por seus pais — Isabella veio para casa e disse, ‘Mamãe, por favor, diga para Janet que não tenho de tomar banho mais na casa dela’.
“Perguntei o que aconteceu. Ela disse, ‘Janet tomou banho comigo’. Perguntei se ela tinha um maiô. ‘Não, mamãe’. Ela não estava com roupa nenhuma e isso assustou Isabella completamente. Ela disse que nunca havia visto essa mulher, exceto uma vez em 2 anos e meio e ela toma banho com ela”

Outras testemunhas

De acordo com Rena Lindevaldsen, advogada de Miller, Miller não está só em suas acusações. Numa entrevista de 2008 para LifeSiteNews, Lindevaldsen disse que uma psicóloga que havia examinado Isabella antes e depois de suas idas para visitar Jenkins havia apresentado dois depoimentos juramentados testificando dos efeitos prejudiciais das visitas.
Pelo menos duas outras testemunhas também apresentaram depoimentos juramentados testificando da conduta preocupante de Isabella depois de visitar Jenkins, de acordo com Lindevaldsen.
Até os pais de Jenkins, que apóiam sua filha, confessam que Jenkins teve uma briga com Miller enquanto estavam todos juntos, em que Jenkins ameaçou jogá-la na rua, algo que eles não aceitaram.
“Janet disse: ‘Vou chutar sua bunda daqui para fora. Vou colocar suas roupas na rua’. Minha resposta foi: ‘Você não pode fazer isso. A menina não tem lugar nenhum para ir”, o pai de Jenkins disse para a revista Washington Post. “‘Você já disse que permitiria que ela viesse morar com você. Agora você não pode jogá-la na rua. Não faça uma coisa dessas’”.
Quando LifeSiteNews falou com Lindevaldsen no final de 2008, ela disse que os tribunais de Vermont haviam adiado a decisão sobre as acusações por nove meses, mas que uma audiência havia finalmente sido marcada. No final o testemunho de Miller, pelo menos uma psicóloga e muitas outras testemunhas não foi o suficiente para impedir o juiz Richard Cohen de transferir a custódia para Jenkins no final de 2009.
A grande mídia também vem ignorando quase que completamente as acusações, com a exceção de um único artigo da revista Newsweek em 2008 que os mencionou de passagem, junto com a refutação de Jenkins. O depoimento juramentado apresentado no tribunal nunca foi mencionado.
Entretanto, a ABC News e outros grandes jornais e meios de comunicação estão dando liberdade para Jenkins repetir, sem prova e sem refutação, as acusações dela de que Miller é “perigosa” e “capaz de qualquer coisa”. Certo escritor da ABC, David Schoetz, chegou ao ponto de comparar o desaparecimento de Miller ao de Clark Rockefeller, que tentou fugir com a filha biológica da ex-esposa. Schoetz escreveu que se “pudermos aprender qualquer coisa do caso Clark Rockefeller, que está na foto acima, é que esconder uma criança não é uma coisa fácil de fazer, principalmente quando tantas pessoas se importam”.
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Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com       Traduzido por: Júlio Severo - Postado por: ByPrila-  Leia mais no Blog:  " Qual Caminho Seguir"


terça-feira, 2 de novembro de 2010

As superstições controlam sua vida?


HÁ SUPERSTIÇÕES no mundo todo. Às vezes, são prezadas como parte da herança cultural. Ou podem ser consideradas uma curiosidade trivial, que dá sabor à vida. No Ocidente, as superstições geralmente não são levadas muito a sério. Em outros lugares, como na África, por exemplo, as superstições podem influenciar seriamente a vida das pessoas.
Grande parte da cultura africana baseia-se na superstição. Publicações, filmes e programas de rádio produzidos na África muitas vezes destacam superstições e assuntos místicos, como magia, culto aos antepassados e amuletos. Onde se originaram as superstições e por que as pessoas são tão influenciadas por elas?

O que há por trás das superstições?

 Muitas superstições se devem basicamente ao medo dos espíritos dos mortos ou de qualquer espírito. Certos acontecimentos são interpretados como esforços desses espíritos para contatar os vivos por meio de uma ameaça, um aviso ou uma graça.

 

  • Fincar hashi* numa tigela de arroz é sinal de morte
  • Ver uma coruja durante o dia dá azar
  • Quando uma vela se apaga durante uma cerimônia é sinal de que espíritos malignos estão por perto
  • Deixar cair uma sombrinha ou um guarda-chuva significa que ocorrerá um assassinato na casa
  • Colocar o chapéu sobre a cama dá azar
  • O badalar de sinos espanta os demônios
  • Apagar todas as velas do bolo de aniversário na primeira tentativa significa que o desejo da pessoa vai se realizar
  • Deixar uma vassoura encostada na cama permite que os espíritos maus na vassoura lancem um feitiço na cama
  • Gato preto que cruza o caminho dá azar
  • Deixar cair um garfo indica que a pessoa receberá a visita de um homem
  • Colocar uma fotografia de elefantes de frente para a porta dá sorte
  • Pendurar uma ferradura acima da porta dá sorte
  • Deixar uma trepadeira subir nas paredes da casa protege contra o mal
  • Passar debaixo de escada dá azar
  • Quebrar um espelho dá sete anos de azar
  • Derramar pimenta-do-reino significa que terá uma discussão com seu melhor amigo
  • Derramar sal dá azar a menos que se jogue uma pitada sobre o ombro esquerdo
  • Deixar uma cadeira de balanço balançar sozinha é um convite para os demônios se sentarem nela
  • Deixar sapatos virados de sola para cima dá azar
  • Quando alguém morre, as janelas devem ser abertas para a alma poder sair
  • *Hashi - Palitos de madeira ou bambu que os orientais usam para levar o alimento a boca

As superstições também são muito associadas às curas e à medicina. Para a maioria da população dos países em desenvolvimento, a medicina moderna é muito cara e muitas vezes simplesmente não está ao seu alcance. Por isso, muitos procuram obter curas ou tentam tomar medidas preventivas recorrendo a costumes associados com seus ancestrais, espiritismo e superstições. Há também o fato de se sentirem mais à vontade com um curandeiro que conhece seus costumes e fala seu dialeto do que com um médico profissional. Desse modo, perpetuam-se as crenças supersticiosas.

As tradições supersticiosas sustentam a idéia de que as doenças e os acidentes não são coisas que acontecem por acaso, mas sim obras das forças do mundo espiritual. Os curandeiros podem dizer que um ancestral falecido está infeliz com alguma coisa. Ou médiuns espíritas talvez sugiram que a pessoa ficou doente ou se acidentou porque foi enfeitiçada por um curandeiro rival a pedido de alguém.
As superstições variam muito de um lugar para outro e sua propagação depende do folclore, das lendas e das circunstâncias locais. Mas o denominador comum entre todas elas é a crença que alguém, ou algo, do mundo espiritual precisa ser apaziguado.

Inofensivas ou perigosas?

Para a maioria das famílias, o nascimento de gêmeos é um acontecimento excepcional e emocionante. Para os supersticiosos, porém, isso pode ser interpretado como um sinal. Em algumas regiões da África Ocidental, muitos o encaram como o nascimento de deidades, e os gêmeos são venerados. Caso um ou ambos os gêmeos morram, fazem-se pequenas estátuas deles, e a família deve oferecer alimentos a esses ídolos. Em outras partes, o nascimento de gêmeos é encarado como uma maldição, chegando a ponto de alguns pais matarem pelo menos uma das crianças. Por quê? Eles acreditam que se as duas crianças sobreviverem, um dia elas matarão seus pais.

Exemplos como esses mostram que embora algumas superstições possam parecer interessantes e inofensivas, outras podem ser perigosas e até mortíferas. Quando interpretado de maneira sinistra, um acontecimento inofensivo pode ser transformado numa questão perigosa.
Isso deixa claro que, na realidade, a superstição é uma crença, uma forma de religião. Devido aos seus aspectos perigosos, é importante perguntar: ‘Na verdade, quem se beneficia das crenças e práticas supersticiosas?’



A origem das superstições

Apesar das evidências em contrário, alguns tendem a negar a existência de Satanás ou dos espíritos perversos. Contudo, recusar-se a reconhecer a existência de um inimigo perigoso em tempos de guerra só pode ser desastroso. O mesmo pode acontecer num conflito com criaturas espirituais sobre-humanas, porque o apóstolo Paulo escreveu: “Temos uma pugna . . . contra as forças espirituais iníquas.” — Efésios 6:12.
Embora não possamos vê-las, as criaturas espirituais do mal realmente existem.

A Bíblia relata que uma criatura espiritual invisível usou uma serpente — assim como um ventríloquo usa um boneco — para se comunicar com a primeira mulher, Eva, e a induziu a rebelar-se contra Deus. (Gênesis 3:1-5).

A Bíblia identifica essa pessoa espiritual como “a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando toda a terra habitada”. (Revelação [Apocalipse] 12:9) Essa criatura, Satanás, conseguiu induzir outros anjos à rebelião. (Judas 6) Esses anjos perversos tornaram-se demônios, inimigos de Deus.

Jesus e seus discípulos expulsavam demônios das pessoas. (Marcos 1:34; Atos 16:18) Esses espíritos não são ancestrais mortos, pois os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”. (Eclesiastes 9:5) Em vez disso, são aqueles anjos rebeldes que foram desencaminhados por Satanás. Contatar esses espíritos ou submeter-se à sua influência é um assunto muito sério porque, assim como seu líder — Satanás, o Diabo —, eles gostariam de nos devorar. (1 Pedro 5:8) Seu objetivo é desviar-nos da única esperança para a humanidade — o Reino de Deus.

A Bíblia revela um dos métodos usados por Satanás e seus demônios: “Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz.” (2 Coríntios 11:14) Satanás gostaria de nos fazer acreditar que ele pode oferecer-nos um modo de vida melhor. Por causa disso talvez pareça que alguns benefícios temporários se devem à intervenção de espíritos maus. Mas eles não podem nos oferecer soluções permanentes. (2 Pedro 2:4) Nem mesmo têm o poder de dar vida eterna a alguém, e logo serão destruídos. (Romanos 16:20) Nosso Criador é a única fonte da vida eterna e da verdadeira felicidade, e a melhor proteção que se pode ter contra as forças espirituais do mal. — Tiago 4:7.


Deus condena buscar ajuda por meio de práticas espíritas. (Deuteronômio 18:10-12; 2 Reis 21:6) Isso é flertar com o inimigo, fazer um acordo com os traidores de Deus. Consultar horóscopo, curandeiros, ou envolver-se, mesmo que superficialmente, em quaisquer práticas supersticiosas significa permitir que os espíritos do mal controlem sua vida. Isso é o mesmo que se juntar a eles na rebelião contra Deus.

É possível proteger-se do mal?

Ade,* que mora no Níger, estava estudando a Bíblia em tempo integral. Ele explica ao porque que tinha um talismã em seu estabelecimento comercial: “Existem muitos inimigos.” Ele mediante o estudo da Bíblia aprendeu que Jeová é o único em quem podemos confiar para obter verdadeira proteção, e leu o Salmo 34:7, que diz: “O anjo de Jeová acampa-se ao redor dos que o temem, e ele os socorre.” Ade concluiu: “Se Jeová pode realmente me proteger, então vou dar fim ao talismã.” Já faz muitos anos que isso aconteceu e Ade serve atualmente como ancião e ministro de tempo integral. Nenhum de seus inimigos o tem prejudicado.

A Bíblia mostra que o tempo e os imprevistos sobrevêm a todos nós, quer sejamos supersticiosos quer não. (Eclesiastes 9:11) Contudo, Jeová nunca usa coisas más para nos provar. (Tiago 1:13)

A morte e a imperfeição se devem ao pecado que herdamos de Adão. (Romanos 5:12) Por isso, todas as pessoas ficam doentes de vez em quando e cometem erros que podem gerar conseqüências calamitosas. Assim, seria errado dizer que todas as doenças ou todos os reveses da vida são obra dos espíritos maus. Acreditar nisso somente nos faria ficar tentados a procurar apaziguar os espíritos de alguma maneira.

Quando ficamos doentes, devemos procurar cuidados médicos adequados, e não buscar conselhos do ‘mentiroso e pai da mentira’, Satanás, o Diabo. (João 8:44) As estatísticas mostram que nos países onde predominam as superstições relacionadas aos ancestrais, as pessoas não vivem mais nem melhor do que os habitantes de outros países. Isso deixa claro que as superstições não são de nenhum benefício para a saúde.

Deus é mais poderoso do que qualquer espírito do mal, e está interessado em nosso bem-estar. “Os olhos de Jeová estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos às súplicas deles.” (1 Pedro 3:12) Ore a Jeová para obter proteção e sabedoria. (Provérbios 15:29; 18:10) Esforce-se para entender a sua Palavra Sagrada, a Bíblia. O conhecimento exato da Bíblia é a melhor proteção que podemos ter. Ele nos ajuda a entender por que coisas ruins acontecem e como ganhar o favor do Deus Todo-Poderoso.


Benefícios de se obter o conhecimento de Deus

O conhecimento exato a respeito de Jeová Deus e de seus propósitos — o oposto da ignorância e da superstição — é a chave para se obter verdadeira proteção. Isso pode ser visto no caso de Jean, de Benin. A família dele seguia rigorosamente as superstições. De acordo com os costumes tribais supersticiosos, a mulher que desse à luz um menino teria de passar nove dias numa cabana construída especialmente para isso. Se desse à luz uma menina, ficaria confinada na cabana por sete dias.

Em 1975, sua esposa deu à luz um belo garotinho, a quem deram o nome de Marc. Com base em seu conhecimento bíblico, o casal decidiu que não queria ter nada a ver com espíritos do mal. Mas cederiam ao medo e à pressão para seguir a superstição e acabariam permitindo que a mãe fosse confinada na cabana? Não, eles se recusaram a agir de acordo com a superstição tribal. — Romanos 6:16; 2 Coríntios 6:14, 15.
Será que aconteceu algo de mau à família de Jean? Muitos anos já se passaram, e atualmente Jean e família toda está feliz por não ter permitido que a superstição influenciasse sua vida e colocasse em risco seu bem-estar espiritual. — 1 Coríntios 10:21, 22.

Os verdadeiros cristãos devem manter-se totalmente afastados das práticas obscuras da superstição e aceitar a luz espiritual oferecida pelo Criador, Jeová, e seu Filho, Jesus Cristo. Desse modo, podem ter a verdadeira paz mental por saberem que estão fazendo o que é correto aos olhos de Deus. — João 8:32.



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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Você pode construir um casamento feliz! Quarta parte

O NOSSO Criador, Jeová Deus, instituiu o casamento como uma união permanente entre um homem e uma mulher. Gênesis 2:1822-24 diz: “Jeová Deus prosseguiu, dizendo: ‘Não é bom que o homem continue só. Vou fazer-lhe uma ajudadora como complemento dele.’ E da costela que havia tirado do homem, Jeová Deus passou a construir uma mulher e a trazê-la ao homem. O homem disse então: ‘Esta, por fim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne. Esta será chamada Mulher, porque do homem foi esta tomada.’ Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne.”
De fato, construir um casamento feliz e duradouro não é fácil, mas com certeza é possível. Muitos têm um casamento feliz já por 50, 60 ou mais anos. Como conseguem isso? Eles fazem um esforço contínuo e altruísta para “ganhar a aprovação” da pessoa com quem se casaram. (1 Coríntios 7:33, 34) Isso requer empenho. Se estiver disposto a investir tempo e esforço, você também poderá construir um casamento feliz e duradouro.
Casal lendo a Bíblia juntos Siga a “planta” que se encontra na Bíblia para o projeto do casamento

Siga cuidadosamente a planta

Um empreiteiro de confiança nunca começaria uma construção sem primeiro consultar a planta da obra. Da mesma forma, nós não seremos bem-sucedidos em construir um casamento feliz sem consultarmos com atenção a “planta” de Deus para esse projeto. Ela se encontra nas páginas da Palavra de Deus. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa . . . para endireitar as coisas”, escreveu o apóstolo Paulo. — 2 Timóteo 3:16.
Maridos e esposas podem aprender muito sobre o casamento por considerar como Jesus lidava com seus discípulos. Como assim? Na Bíblia, o relacionamento entre Jesus e aqueles que governarão com ele no céu é comparado ao relacionamento de um homem com sua esposa. (2 Coríntios 11:2) Jesus sempre foi leal aos seus companheiros, mesmo nas épocas mais difíceis. Ele “amou-os até o fim”. (João 13:1) Como líder compassivo, Jesus sempre levava em conta as limitações e as fraquezas dos seus seguidores. Ele nunca exigia deles mais do que podiam fazer ou dar. — João 16:12.
Mesmo quando desapontado com seus amigos mais achegados, Jesus continuava sendo gentil. Ele não os censurava severamente. Pelo contrário, com qualidades sublimes como a humildade e bondade, ele tentava reajustá-los. (Mateus 11:28-30; Marcos 14:34-38; João 13:5-17) Assim, se prestar atenção ao modo terno como Jesus tratava seus seguidores e como eles correspondiam a essa expressão de amor, você aprenderá lições práticas sobre como construir um casamento feliz. — 1 Pedro 2:21.
Homem construindo uma fundação de blocos Faça do amor altruísta e da lealdade a sua fundação sólida

Construa sobre alicerces sólidos

Inevitavelmente, problemas tempestuosos vão se abater sobre a fundação de seu casamento. Isso testará os alicerces de sua relação conjugal. No entanto, o alicerce mais sólido sobre o qual se pode construir um casamento é o compromisso de lealdade baseado no amor. Jesus destacou a importância desse compromisso quando disse: “Ninguém separe o que Deus uniu.” (Mateus 19:6, Bíblia na Linguagem de Hoje) A expressão “ninguém” inclui o homem e sua esposa, que juraram manter fidelidade mútua.
Alguns podem encarar o compromisso como um fardo que tem exigências e custos muito grandes. Atualmente, em geral, prefere-se a conveniência pessoal em vez dos sacrifícios envolvidos num compromisso com alguém.
O que pode ajudar a manter o compromisso marital? O apóstolo Paulo escreveu: “Os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos.” (Efésios 5:28, 29) Portanto, em parte, a palavra “uniu” significa que você se preocupa tanto com o bem-estar do seu cônjuge como com o seu próprio. Pessoas casadas devem mudar seu modo de pensar de “meu” para “nosso”, de “eu” para “nós”.
Superar ataques tempestuosos ao casamento o tornará sábio. Desenvolver tal sabedoria pode resultar em felicidade. “Feliz o homem que achou sabedoria”, declara Provérbios 3:13.

Use materiais à prova de fogo

Casal orando juntos
Desenvolva qualidades espirituais que o ajudem a passar por provas difíceis
Para que uma casa dure e seja segura, ela tem de ser bem construída. Por isso, esteja decidido a edificar seu casamento tendo em vista um futuro duradouro. Use materiais duráveis, que resistam a testes extremos de sua lealdade. Preze como ouro qualidades tais como sabedoria divina, generosidade, discernimento, temor de Deus, carinho, apreço sincero pelas leis de Deus e fé genuína.
Felicidade e satisfação no casamento não são construídas com base em bens materiais ou progresso na vida. Elas são construídas no coração e na mente, e essas características são fortalecidas pelas verdades contidas na Palavra de Deus. A exortação “persista em vigiar quanto a como constrói” também pode se aplicar ao casamento. — 1 Coríntios 3:10.

Quando surgem problemas

Casal conversando Um bom casamento precisa de manutenção
Para que uma construção resista à passagem do tempo, é necessário ter um bom programa de manutenção. Quando marido e esposa sempre apóiam os alvos um do outro, e demonstram honra e respeito mútuo, seu casamento se mantém forte. O egoísmo não cria raízes, e a raiva é mantida sob controle.
A raiva e a frustração profundas e mal-resolvidas podem acabar com o amor e o afeto no casamento. O apóstolo Paulo deu o seguinte conselho aos homens: “Vós, maridos, persisti em amar as vossas esposas e não vos ireis amargamente com elas.” (Colossenses 3:19) O mesmo princípio se aplica às esposas. Quando os dois se esforçam em mostrar consideração, bondade e compreensão, contribuem para a felicidade e contentamento. Evitar confrontos e atitudes hostis contribui para que não haja conflitos quando surgem dificuldades. Paulo incentivou: “Tornai-vos benignos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-vos liberalmente uns aos outros.” — Efésios 4:32.
E se sentimentos de incapacidade, frustração ou de ser subestimado o incomodarem? De modo calmo e claro, diga a seu cônjuge o motivo da sua preocupação. No entanto talvez seja melhor que o amor cubra questões pequenas. — 1 Pedro 4:8.
Um marido, que já passou por várias dificuldades durante seus 35 anos de casamento, diz que não importa quanto você esteja irritado com seu cônjuge, nunca deve “parar de falar com ele”. De forma sensata, ele acrescenta: “Nunca pare de amar.”

Você pode construir um casamento feliz!

É verdade que construir um casamento feliz não é fácil. Mas quando o casal está decidido a se esforçar para incluir Deus em sua união, o resultado será felicidade e tranqüilidade. Por isso, dê detida atenção à espiritualidade de sua família; tenha um compromisso sólido com o casamento. E lembre-se que de acordo com as palavras de Jesus, nem o marido nem a esposa recebem todo o crédito por um casamento feliz. O mérito deve ser atribuído principalmente ao Originador do casamento, Jeová Deus. “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” — Mateus 19:6.

O que pode lhe ajudar a
construir um casamento feliz?

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SEU CASAMENTO PODE SER SALVO?

Um casal feliz Os proprietários admitem que a casa está em condições precárias, mas decidiram restaurá-la.
GOSTARIA de fazer o mesmo com seu casamento? Em caso afirmativo, por onde começar? Tente as seguintes sugestões.

1 Esteja decidido

Combine com seu cônjuge que vocês vão cooperar um com o outro para restaurar a paz em seu casamento. Que tal escrever as coisas que estão decididos a fazer? Quando há comprometimento por parte dos dois, salvar o casamento se torna um trabalho em equipe. — Eclesiastes 4:9, 10.

2 Identifique o problema

O que foi que interferiu em seu casamento? Numa frase, escreva o que você acha que está faltando ou o que gostaria que mudasse. (Efésios 4:22-24) É possível que o problema identificado por você não seja o mesmo apontado por seu cônjuge.

3 Estabeleça um alvo

Como você gostaria que seu casamento estivesse daqui a seis meses? Que melhoras específicas gostaria de ver? Escreva seu alvo. Por ter uma visão clara do que está faltando em seu casamento, ficará mais fácil alcançar esse alvo. — 1 Coríntios 9:26.

4 Coloque em prática os conselhos bíblicos

Depois de identificar o problema e determinar as melhoras que gostaria de fazer, recorra à Bíblia em busca de conselhos. Seus princípios nunca ficam ultrapassados e funcionam de verdade. (Isaías 48:17; 2 Timóteo 3:17) Por exemplo, a Bíblia incentiva você e seu cônjuge a serem perdoadores. Ela diz que “é beleza . . . passar por alto a transgressão”. — Provérbios 19:11; Efésios 4:32.
Mesmo que a princípio pareça que seus esforços não estão dando certo, não desista! O livro The Case for Marriage comenta os resultados animadores de um estudo: “A verdade é surpreendente: 86% das pessoas casadas que são infelizes, mas que não desistem, descobrem que cinco anos depois estão mais felizes no casamento.” Mesmo casais que se diziam muito infelizes perceberam uma mudança radical na situação.
Pode ser que isso aconteça com você. Os editores deste site, as Testemunhas de Jeová, constataram que a Bíblia dá conselhos práticos para pessoas casadas. Por exemplo, o casamento de muitos melhora quando os cônjuges são bondosos, compreensivos e perdoadores. As esposas aprendem o valor de mostrar um “espírito quieto e brando”, e os maridos sentem os benefícios de não ‘se irar amargamente’ com elas. — 1 Pedro 3:4; Colossenses 3:19.
Esses princípios bíblicos funcionam porque foi o autor da Bíblia, Jeová Deus, quem instituiu o casamento.
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QUATRO COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O DIVÓRCIO - Segunda Parte


Um casal pensando em divórcio Depois de avaliar os danos, os proprietários podem escolher demolir a casa ou recuperá-la.
ACHA que seu casamento está numa situação similar? Talvez seu cônjuge tenha traído sua confiança ou conflitos constantes tenham roubado a alegria de seu relacionamento. Se isso aconteceu, você talvez diga a si mesmo: ‘Não nos amamos mais’ ou ‘Simplesmente não fomos feitos um para o outro’ ou ainda ‘Não sabíamos o que estávamos fazendo quando nos casamos’. Pode ser que você até esteja pensando em se divorciar.
Antes de se precipitar em acabar com o casamento, pense bem. O divórcio nem sempre acaba com as ansiedades. Pelo contrário, muitas vezes apenas troca uma série de problemas por outra. Em seu livro The Good Enough Teen, sobre como criar filhos adolescentes, o Dr. Brad Sachs alerta: “Casais que estão se separando idealizam o divórcio perfeito — o conflito tempestuoso e sombrio sendo substituído repentina e permanentemente pela brisa refrescante e consoladora da serenidade e da cordialidade. Mas uma condição assim é tão ilusória quanto a ideia de um casamento perfeito.” Então, é importante estar bem informado e encarar o divórcio de forma realística.

A Bíblia e o divórcio

A Bíblia não retrata o divórcio como um assunto de pouca importância. Ela diz que divorciar-se por motivos banais, talvez com o objetivo de se casar com outra pessoa, é algo traiçoeiro e odioso para Jeová Deus. (Malaquias 2:13-16) O casamento é uma união permanente. (Mateus 19:6) Muitos casamentos que foram desfeitos por motivos triviais poderiam ter sido salvos se marido e mulher tivessem sido mais perdoadores. — Mateus 18:21, 22.
Mas a Bíblia permite o divórcio e um novo casamento sob uma condição: relações sexuais fora do casamento. (Mateus 19:9) Assim, se seu cônjuge foi infiel, você tem o direito de terminar o casamento. Outras pessoas não devem influenciar você com suas opiniões, e não é o objetivo deste artigo lhe dizer o que fazer. Afinal, é você que terá de conviver com as consequências; então a decisão é sua. — Gálatas 6:5.
No entanto, a Bíblia declara: “O argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15) Assim, mesmo que tenha base bíblica para o divórcio, você deveria pensar seriamente nas consequências de se tomar essa decisão. (1 Coríntios 6:12) “Alguns talvez achem que devem tomar uma decisão rápida”, diz David, na Grã-Bretanha. “Mas, por eu mesmo ter me divorciado, posso dizer que é preciso tempo para avaliar tudo que está envolvido.”
Analisemos quatro assuntos importantes que merecem sua atenção. Ao fazer isso, note que nenhuma das pessoas divorciadas mencionadas aqui diz ter tomado uma decisão errada. Mas seus comentários destacam alguns dos desafios que muitas vezes aparecem meses ou até anos após o divórcio.

1 Problemas financeiros

Uma mãe revendo suas finanças
Daniella, na Itália, estava casada havia 12 anos quando descobriu que seu marido estava tendo um caso com uma colega de trabalho. “Quando fiquei sabendo”, conta Daniella, “a mulher estava no sexto mês de gravidez”.
Depois de um tempo separados, Daniella resolveu se divorciar. “Eu tentei salvar o casamento, mas meu marido continuou me traindo.” Daniella acha que tomou a decisão correta. Mesmo assim, ela diz: “Assim que nos separamos, minha situação financeira ficou um caos. Às vezes, eu não tinha nem o que comer à noite, apenas bebia um copo de leite.”
Maria, na Espanha, passou por um revés similar. “Meu ex-marido não me dá nenhuma ajuda financeira”, conta ela, “e eu preciso trabalhar bastante para pagar as dívidas que ele deixou. Também tive de me mudar de uma casa confortável para um pequeno apartamento num lugar perigoso”.
Como esses casos mostram, quando um casamento acaba, geralmente são as mulheres que sofrem em sentido financeiro. De fato, um estudo europeu de sete anos revelou que a renda dos homens aumentou 11% depois do divórcio, ao passo que a renda das mulheres diminuiu 17%. Mieke Jansen, responsável pelo estudo, diz: “É difícil para algumas mulheres, porque elas precisam cuidar dos filhos, procurar um emprego e lidar com o trauma emocional do divórcio.” O jornal britânico The Daily Telegraph observou que, de acordo com alguns advogados, esses fatores estão “obrigando as pessoas a pensar duas vezes antes de se separar”.
O que pode acontecer: Se você se divorciar, talvez sua renda fique reduzida. Também pode ser que precise se mudar. Se ficar com a guarda dos filhos, pode ser difícil se sustentar e cuidar adequadamente das necessidades deles. — 1 Timóteo 5:8.

2 Criação dos filhos

“A infidelidade do meu marido foi um grande baque”, conta Jane, na Grã-Bretanha. “Também fiquei arrasada por ele ter nos abandonado.” Jane se divorciou dele. Embora acredite ter tomado a decisão certa, ela admite: “Um desafio que enfrentei foi ter de ser a mãe e o pai dos meus filhos. Tive de tomar todas as decisões sozinha.”
Graciela, uma mãe divorciada na Espanha, passou por uma situação similar. “Fiquei com a guarda unilateral de meu filho de 16 anos”, diz ela. “Mas a adolescência é um período difícil, e eu estava mal preparada para criar meu filho sozinha. Passei dias e noites chorando. Eu me sentia uma péssima mãe.”
Aqueles que compartilham a guarda dos filhos enfrentam um outro problema — negociar com o ex-cônjuge assuntos delicados como visitas, pensão e disciplina dos filhos. Christine, uma mãe divorciada nos Estados Unidos, comenta: “Desenvolver um relacionamento de cooperação com seu ex-marido não é fácil. Há muitos sentimentos envolvidos e, se não tomar cuidado, você pode acabar usando seus filhos como um meio para tentar manipular a situação.”
O que pode acontecer: As decisões tomadas no tribunal referentes à guarda dos filhos talvez não sejam as que você gostaria. Se você compartilha a guarda, seu ex-cônjuge talvez não seja tão sensato como você gostaria nas questões já mencionadas, como visitas, pensão e assim por diante.

“DIREITO BÁSICO DE TODA CRIANÇA”

“Quando eu tinha 5 anos, meus pais se divorciaram porque meu pai teve um caso passageiro com a secretária. No que diz respeito a cuidar de mim, eles fizeram tudo ‘certo’ de acordo com os conceitos da época. Eles me garantiram que, embora não se amassem mais, ainda me amavam. E os dois continuaram a cuidar das minhas necessidades materiais, mesmo depois que meu pai se mudou para um apartamento do outro lado da cidade.
“Dois anos depois, minha mãe se casou de novo e nos mudamos para outro país. Após isso, eu só via meu pai num intervalo de alguns anos. Nos últimos nove anos, eu o vi apenas uma vez. Ele perdeu a maior parte do meu crescimento e só conhece meus três filhos — seus netos — por meio das fotos e cartas que enviei para ele. Eles sentem falta de conhecer o avô.
“Embora meus pais tenham se divorciado, cresci sem problemas aparentes. Mas por dentro tive de lutar contra fortes sentimentos de raiva, depressão e insegurança, sem saber por quê. Perdi toda a confiança nos homens. Foi só quando eu tinha 30 e poucos anos que uma amiga experiente me ajudou a identificar a origem da minha hostilidade, e eu comecei a lutar para me livrar desses sentimentos.
“O divórcio dos meus pais tirou de mim o direito básico de toda criança — sentir-se segura e protegida. O mundo é um lugar frio e assustador, mas acho que a família completa é uma proteção, um lugar onde a criança pode se sentir cuidada e consolada. Sem a família, essa proteção não existe.” — Diane.

3 O efeito do divórcio em você

Mark, na Grã-Bretanha, foi traído pela esposa mais de uma vez. “Na segunda vez”, diz ele, “eu percebi que não conseguiria conviver com a possibilidade de ser traído de novo”. Mark optou pelo divórcio, mas descobriu que ainda a amava. “Quando as pessoas me dizem coisas negativas sobre ela, acham que estão ajudando, mas não estão”, conta ele. “O amor continua por um bom tempo.”
David, já mencionado, também ficou arrasado quando descobriu que sua esposa estava envolvida com outro homem. “A princípio não conseguia acreditar”, conta ele. “Eu realmente queria passar cada dia da minha vida com ela e nossos filhos.” David optou pelo divórcio, mas o rompimento deixou dúvidas quanto ao seu futuro. “Eu me pergunto se alguém poderá me amar de verdade ou se serei traído outra vez se me casar de novo”, comenta ele. “Minha confiança ficou abalada.”
Se você é divorciado, é natural que sinta uma ampla variedade de emoções. Pode ser que ainda sinta amor por essa pessoa com quem teve um relacionamento tão achegado. (Gênesis 2:24) Por outro lado, talvez guarde mágoas por causa do que aconteceu. “Mesmo após alguns anos”, diz Graciela, já mencionada, “você se sente confusa, humilhada e desamparada. Você se lembra de muitos momentos felizes do casamento e pensa: ‘Ele dizia que não conseguiria viver sem mim. Será que estava sempre mentindo? O que deu errado?’”
O que pode acontecer: Talvez você ainda sinta raiva e esteja ressentido por causa do modo como foi maltratado pelo seu cônjuge. Às vezes, a solidão pode ser devastadora. — Provérbios 14:29; 18:1.

4 O efeito do divórcio nos filhos

Crianças tristes

“Foi horrível”, diz José, um pai divorciado na Espanha. “O pior momento foi quando descobri que o outro homem era o marido de minha irmã. Eu simplesmente queria morrer.” José percebeu que seus dois filhos — de 2 e 4 anos — também foram afetados pelo comportamento da mãe. “Eles não conseguiam aceitar a situação”, diz ele. “Eles não entendiam por que sua mãe estava morando com o tio deles e por que tínhamos ido morar com minha irmã e minha mãe. Quando eu precisava ir a algum lugar, eles diziam: ‘Quando você vai voltar para casa?’ ou ‘Papai, não nos abandone!’”
Os filhos costumam ser as vítimas esquecidas na guerra do divórcio. Mas que dizer se pai e mãe simplesmente não se dão bem? Num caso assim, será que o divórcio é mesmo “melhor para os filhos”? Em anos recentes, essa ideia tem sido questionada — principalmente quando os problemas conjugais não são tão graves. O livro The Unexpected Legacy of Divorce (O Inesperado Legado do Divórcio) declara: “Muitos adultos que estão presos num casamento muito infeliz ficariam surpresos de saber que seus filhos estão relativamente satisfeitos. Eles não se importam se a mãe e o pai dormem em camas separadas, desde que a família esteja unida.”
É verdade que as crianças geralmente percebem os conflitos entre pai e mãe, e a tensão conjugal pode afetar a mente e o coração desses filhos tão pequenos. No entanto, pode ser um erro presumir que o divórcio automaticamente será nos melhores interesses deles. “A estrutura proporcionada pelo casamento parece ajudar os pais a manter o tipo de disciplina coerente e moderada à qual os filhos reagem bem, mesmo quando o casamento deixa a desejar”, escreveram Linda J. Waite e Maggie Gallagher no livro The Case for Marriage (Em Defesa do Casamento).
O que pode acontecer: O divórcio pode deixar seus filhos arrasados, principalmente se você não os incentivar a ter um relacionamento sadio com seu ex-cônjuge. — Veja o quadro “Em meio a um fogo cruzado”.
Este artigo analisou quatro fatores que você faria bem em considerar se estiver pensando em se divorciar. Como já foi mencionado, se o seu cônjuge o traiu, é você quem deve tomar uma decisão. Mas, não importa o que decida fazer, você precisa estar ciente das consequências. Saiba quais desafios surgirão e esteja preparado para enfrentá-los.
Depois de pensar no assunto, pode ser que chegue à conclusão de que a melhor saída é se esforçar para melhorar o casamento. Mas será que isso é possível mesmo?

“EM MEIO A UM FOGO CRUZADO”

“Meus pais se divorciaram quando eu tinha 12 anos. Em certo sentido, fiquei aliviada. O ambiente ficou mais calmo em casa; eu não precisava mais ouvir as brigas. Mesmo assim, eu tinha sentimentos conflitantes.
“Após o divórcio, eu queria me dar bem com meu pai e com minha mãe, por isso me esforcei para ficar o mais neutra possível. Mas não importava o que eu fizesse, sempre me sentia em meio a um fogo cruzado. Meu pai falava que minha mãe me colocaria contra ele. Então, eu precisava garantir-lhe constantemente que ela não estava tentando me influenciar. Minha mãe também era muito insegura. Ela dizia que tinha medo de que eu estivesse dando ouvidos às coisas negativas que meu pai falava sobre ela. Cheguei a ponto de achar que não podia contar mais a nenhum dos dois sobre como me sentia, porque não queria magoá-los. Então, dos 12 anos de idade em diante, eu basicamente guardei para mim meus sentimentos em relação ao divórcio deles.” — Sandra.
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