quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Produtos para cuidados pessoais pode aumentar o risco de diabetes em 60% nas Mulheres


(NaturalNews) Será que você continuaria a aplicar livremente produtos de cuidados pessoais, incluindo moisturizers, polidores de unhas, sabonetes, spray para cabelo e perfumes se soubesse que o risco de desenvolver diabetes aumentaria dramaticamente?

Muitos indivíduos de mentalidade saudável estão cientes de desregulação endócrina substâncias químicas sintéticas, conhecidas como ftalatos, que são comumente encontrados em plástico brinquedos, eletrônicos e adesivos, mas poucos entendem como esses compostos perigosos podem lixiviar através de nossa pele a partir da aplicação de uma série de sprays comuns, pomadas e cosméticos. 

Uma equipe de pesquisadores do Brigham e do Hospital da Mulher (BWH) publicaram os resultados de seu trabalho na revista Environmental Health Perspectives, na qual avaliam os perigos do ftalatos para a saúde. No passado, os cientistas acompanharam de perto como a ingestão da petroquímica, BPH perturba a homeostase metabólica para aumentar o risco de distúrbios digestivos e linhas de certos tipos de câncer. Menos pesquisa foi publicada para documentar como os produtos químicos em produtos domésticos comuns passam aumentar risco de câncer  e diabetes na pele e unhas. 

Para conduzir o estudo, os pesquisadores analisaram as concentrações urinárias de ftalatos em 2.350 mulheres que participaram do National Health and Nutrition Examination Survey. Eles descobriram que mulheres com níveis mais elevados de ftalatos em sua urina eram muito mais propensas a ter diabetes. Especificamente, as mulheres que tiveram os níveis mais elevados dos produtos químicos mono-benzilo e ftalato de mono-isobutil ftalato, elas tinha quase duas vezes o risco de diabetes, em comparação com as mulheres com níveis mais baixos desses produtos químicos. 

Produtos produzidos sinteticamente para  perturbar a homeostase para promover a disfunção metabólica 

A descoberta mais surpreendente nesta pesquisa foi que as mulheres com níveis maiores do que a média na urina mono-3-carboxipropilo ftalatos (comumente encontrados em sabões, cosméticos e produtos para cuidados da pele) tinham aproximadamente 60% de aumentarem o risco de diabetes. As mulheres com níveis moderadamente elevados de produtos químicos a mono-n-butil-ftalato de di-2-etilhexilo ftalato (principalmente a partir da aplicação de um spray de cabelo e de gás de propulsão produtos) tinha aproximadamente 70% de aumento do risco de diabetes. 

O líder do estudo, James Dr.Tamarra-Todd concluiu: "Este é um primeiro passo importante em explorar a relação entre os ftalatos e diabetes ... sabemos que, além de estar presente em produtos de cuidados pessoais, ftalatos também existem em certos tipos de médicos dispositivos e medicamentos que são usados ​​para tratar a diabetes e isso também poderia explicar o maior nível de ftalatos em mulheres diabéticas. " 

Estamos sob ataque constante de uma barragem de compostos químicos sintéticos que se infiltraram, muitos produtos domésticos comuns e itens de higiene pessoal que são "geralmente considerados como seguros" por autoridades reguladoras. Esta pesquisa apenas arranha a superfície na tentativa de descobrir os problemas de saúde que cercam muitos produtos aparentemente seguros, na  qual que milhões de pessoas usam todos os dias. Sempre selecionar produtos fabricados com ingredientes naturais e ler os rótulos dos produtos para evitar que produto aumenten dramaticamente o risco de distúrbios metabólicos e doenças crónicas.

Para entender melhor como realmente funciona a Industria do Cosméticos vejam este video:


Fonte: Nos dias de Noé

terça-feira, 31 de julho de 2012

Jornal austríaco usa montagem em foto de família deixando cidade síria


 

Jornal austríaco usa montagem em foto de família 

Jornal Austríaco

Como manipular as imagens da Síria

 
Pelo que se vê, para alguns é certamente fácil: se tira uma foto distribuída por uma agência de notícias que reflete uma cena cotidiana em alguma cidade Síria (se puder com um bebê nos braços, melhor), pegue o Photoshop ou algum programa similar de retoque fotográfico, desapareça com o fundo original e sustitua pelo cenário de um bombardeio. E “voilà”, aqui temos uma cena dramática que dará a volta ao mundo.
A tosca manipulação não é obra de nenhum grupo radical nem foi distribuida através de fórums ou redes de Internet. Foi realizada e publicada, nada mais e nada menos, que pelo ‘Kronen Zeitung‘, o jornal de maior tiragem da Áustria (com uns 3 milhões de leitores diários), e com ela queria ‘ilustrar’ o desespero dos habitantes de Alepo inmersos na guerra que destrói o país.
A foto original foi tirada e distribuída no passado 26 de julho pela agência European Pressphoto (EPA). A manipulação foi publicada dois dias depois.
Isso sim, a fraude sim foi colocada em evidência, uma vez mais, na Rede. Para que logo nos venham com isso de jornalismo ‘sério’ versus ‘os perigos’ da Internet e ou mídia social.

domingo, 29 de julho de 2012

Polícia inglesa reprime protesto anti-olímpico

Policiais e manifestantes entraram em confronto, nesta sexta-feira, dia 27 de julho, em Londres, próximo a cerimônia de abertura das Olimpíadas.

Segundo o canal Russia Today, a Polícia utilizou gás de pimenta para conter o protesto anti-olímpico. Vários ciclistas que participavam da manifestação nos arredores do Estádio Olímpico foram presos..

Um vídeo colocado no YouTube por uma testemunha mostra policiais agredindo um homem.

A industria bilionária da fabricação de doentes

Os vendedores de doenças
As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune o seu desespero por ver o mercado potencial da sua empresa confinado somente às doenças. Explicando que preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante de gomas de mascar – Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às pessoas… saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo“. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.
As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de quinhentos bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das “síndromes”
A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndromes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual” . O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais farmacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos. 

Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”. Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Produtor distribui laranja em protesto


Para chamar a atenção para a crise do setor, manifestantes também jogaram suco fora durante ato em Taquaritinga. 
Segundo representante das fábricas, há encalhe de 73 milhões de caixas de laranja; outras 10 milhões já estragaram



Frutas foram oferecidas a moradores de Taquaritinga na manifestação, realizada ontem


JOÃO ALBERTO PEDRINI
DE RIBEIRÃO PRETO



Produtores de laranja realizaram ontem um protesto para chamar a atenção para a crise que atinge o setor da citricultura. Os manifestantes distribuíram suco e fruta para a população, no centro de Taquaritinga, uma das principais cidades produtoras do país.

Previsão da CitrusBR (que reúne os principais fabricantes de suco do país) aponta uma sobra de 83 milhões de caixas (de 40,8 kg) neste ano. Desse total, 10 milhões já estragaram nos pomares.

"Se nenhuma medida for tomada, os outros 73 milhões [de caixas excedentes] vão estragar nos pés", diz Frauzo Ruiz Sanches, presidente do Sindicato Rural de Ibitinga e Tabatinga, que promoveu a manifestação.
Ele diz que o objetivo é sensibilizar os governos para amenizar a crise, reflexo da sobra de boas safras, queda no consumo, crise econômica mundial e alta dos estoques.

"Os governos precisam permitir a renegociação de dívidas dos produtores. Também poderiam comprar fruta para distribuir em programas sociais ou na merenda escolar." Segundo ele, foram distribuídos ontem quatro caminhões de laranja.

REUNIÃO EM BRASÍLIA

O Ministério da Agricultura afirma que uma reunião deve ser realizada, em Brasília, no Conselho Monetário Nacional, para debater proposta que prevê a fixação de um preço mínimo para a caixa de laranja, com base na média do custo variável de produção, pesquisado pela Conab nas diferentes regiões produtoras do país.
Esse custo está hoje em cerca de R$ 9 por caixa, de acordo com os produtores.

A solução proposta pelos técnicos do governo federal é o estabelecimento de um PEP (Prêmio para Escoamento de Produto).

Trata-se de uma subvenção econômica concedida pelo governo por meio de leilão público, que seria utilizada pelo arrematante para compra de produtos pelo valor de referência (preço mínimo) garantido pela União.

O tema não entrou na pauta da reunião do conselho realizada ontem, mas deve ser convocada uma extraordinária na próxima semana para deliberar sobre o assunto.

A Secretaria de Estado da Agricultura informou que "não é razoável pedir que o governo compre a produção excedente, estimada em 80 milhões de caixas de laranja, quando o consumo do país é de 35 milhões de caixas".

Acrescentou que o governo estadual tem participado de reuniões constantes com os representantes da cadeia da citricultura para estudar estratégias para minimizar os impactos da crise.

sábado, 21 de julho de 2012

“A sociedade atual é modelada pelo medo”


A sociedade atual é modelada pelo medo: medo da fome, medo do desemprego, medo da pobreza, medo do terrorismo, medo da guerra, medo das alterações clima, medo de epidemias e medo de estranhos. Medos de inimigos visíveis e invisíveis, alguns reais e outros criado e impingidos à nossa sociedade. Sob o medo da fome, milhares são obrigados a emigrar, deixando para trás o seu país e, por vezes, a sua cultura, em nome da abundância e prosperidade que nem sempre correspondem à realidade. Sob o medo do desemprego, as pessoas são levadas a aceitar empregos degradantes, tanto para a mente como para o corpo, tornando-se quase escravos dessa parca fonte de rendimentos, que poderá cessar quando já não servir os interesses dos patrões.”
Pedro Cipriano
Nova Águia, número oito

Nas justas palavras de Pedro Cipriano, depois da Idade da Pedra, da Idade do Bronze, do Ferro e do Aço, vivemos hoje numa autêntica “Idade do Medo”. O termo pode parecer exagerado, mas de facto nunca houve tantos direitos e garantias formais e nunca estes foram tão falhos de aplicação. Teoricamente, vivemos num Estado de Direito, na prática, viemos condicionados de múltiplas maneiras e os poderosos possuem hoje à sua disposição de um leque cada vez mais abrangente de ferramentas para imporem a sua vontade sobre os mais fracos.
Os dois principais mecanismos que deviam assegurar a democracia contra os tiranos (económicos ou políticos) estão sequestrados: a Justiça é livremente manipulada pelos ricos que abusam do recursos e das prescrições para a subverterem e a Democracia Parlamentar que está limitada pelo monopólio da partidocracia,  da bovinização popular induzida pelos Media (reféns do poder económico) e por valores absolutamente notáveis de abstencionismo crónico.
O Medo manda. Os poderosos aplicam-no em doses cuidadosamente calculadas por forma a manterem uma ilusão de legalidade e democracia e os pobres aceitam-no sem protestarem enquanto se deixam entreter (pão e circo) por doses massivas de Bola e “diversão” de massas,  docilizante e acefalizante.  Condicionado pelo Medo, o Povo vegeta e, com ele,  todo um país que se deixa assim resvalar para um regime cada vez mais autocrático e sujeito aos grandes especuladores e “empresários” não-produtivos.
Portugal é hoje o País de múltiplos medos e,  sabendo-se que teremos durante pelo menos dez anos,  taxas de desemprego superiores a 12% então estão criadas todas as condições para que esta situação seja cada vez mais intensa e severamente penalizadora da própria energia anímica do país para o conseguir fazer erguer da situação quase terminal em que hoje se encontra.

Fonte: Quintus

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Kadima deixa coalizão de governo em Israel

Shaul Mofaz, líder do partido Kadima em Israel
O partido Kadima anunciou nesta terça-feira que saiu da coalizão de governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu por causa de um desentendimento sobre a obrigatoriedade do serviço militar para judeus ultra ortodoxos.
O Kadima é o maior partido no Parlamento israelense e ingressou na coalizão em maio, evitando assim a antecipação do pleito.
Netanyahu perde assim a ampla maioria entre os legisladores. O premiê negou especulações de que, após a saída do Kadiam, convocaria eleições.
O mandato atual do Parlamento israelense acaba em outubro de 2013
Atualizado em  17 de julho, 2012 - 15:02 (Brasília) 18:02 GMT


Israel derruba a isenção de judeus ultraortodoxos e árabes do Exército

O partido governante de Israel, Likud, aprovou por unanimidade um plano que acabaria com as isenções ao serviço militar dos judeus ultraortodoxos e dos árabes israelenses.
A questão é polêmica em Israel, onde milhares de pessoas que serviram no Exército se manifestaram para pedir que a responsabilidade seja compartilhada entre todos os cidadãos do país.
Após a votação, o governo afirmou que o presidente Binyamin Netanyahu chegou a um acordo com o líder do partido Kadima, Shaul Mofaz, que participa da coalizão do governo, para criar uma comissão que elabore a proposta de uma nova lei de recrutamento.

Atualizado em  8 de julho, 2012 - 10:11 (Brasília) 13:11 GMT


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Brasileiros fogem da crise em Portugal e pioram situação de pequenas cidades


A garrafa de cachaça quase cheia denuncia: faltam clientes brasileiros no Bar do Armando, no centro de Ericeira, em Portugal.

A pequena cidade a 50 km de Lisboa é um dos redutos de imigrantes do Brasil. Com a crise na Europa, porém, retornaram ao país, secando a economia de cidades inteiras.

Nos povoados da Costa da Caparica, onde a baixa de brasileiros foi maior, supermercados vendem até 60% menos, pequenos shoppings foram abandonados, restaurantes ficaram vazios e 40% de agências imobiliárias pararam de funcionar.

Com menos contribuições, a prefeitura teve que cortar vencimentos de funcionários.
"Os brasileiros eram consumidores diários. Com certeza afetou bastante nossa economia", diz à Folha o prefeito das vilas da Costa da Caparica, Antonio Neves.



Fonte: Folha de SP

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Viciada em coca-cola precisa ser internada


Quando o desequilíbrio toma conta e você perde completamente o domínio sobre o vício. Tomar refrigerante quando está em uma festa ou durante as refeições parece normal. A britânica Zoe Cross, de 18 anos, tomava cerca de 8,4 litros de coca cola por dia. Aproximadamente 24 latinhas. Devido ao vício, seu corpo foi ficando cada vez mais debilitado, o que levou ao seu internamento em um hospital de Milnrow, na Inglaterra.
Agora, a jovem não pode mais ingerir a bebida e os médicos a alertaram: “Ou para, ou morre”. Zoe disse que seu organismo não está suportando mais. “Os médicos disseram que o meu corpo não poderia aguentar a grande quantidade de cafeína e açúcar e me advertiram que o meu fígado poderia parar se eu não abandonasse o vício.”
A adolescente começou a tomar grandes quantidades do refrigerante depois que passou a trabalhar em uma rede de fast-food, que permitia que os funcionários bebessem à vontade. Após sair do hospital, Zoe decidiu reduzir o consumo para apenas dois litros diários e luta para largar o vício de vez. Mesmo ingerindo quantidades meno r do refrigerante Zoe continua tendo problemas de saúde.

sábado, 7 de julho de 2012

"A música é uma língua e pode ser aprendida como as crianças aprendem qualquer língua: ouvindo e imitando."

Lenine: Paciência



 Mesmo quando tudo pede                 
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mundial e Jogos Olímpicos expulsam 170 mil brasileiros de Casa

Pelo menos 170 mil pessoas estão a ser desalojadas no Brasil para permitir a construção de estádiosestradas e hotéis para o Mundial-2014 e Jogos Olímpicos-2016.

Veja aqui  mais detalhes do Contador



O Brasil, país organizador do Mundial-2014 de futebol e dos Jogos Olímpicos-2016, está a apostar forte para brilhar na história dos dois maiores eventos desportivos à escala mundial: ampliação e modernização da rede de transportes públicos, melhoria nas infraestruturas urbanas, novas estradas, novos estádios e renovação de instalações desportivas já existentes.
Mas nem tudo o que reluz é ouro. O lado sombrio é que estas obras, em curso desde 2011 em 12 cidades brasileiras, estão a expulsar milhares de pessoas das suas casas e estabelecimentos comerciais, deitados abaixo de maneira arbitrária. 



Os desalojamentos e deslocamentos para permitir o levantamento de estádios, hotéis, condomínios de luxo, estacionamentos e estradas sucedem-se no Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Recife, Natal, Salvador, Manaus, Cuiabá, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre, em nome da "revitalização" destas áreas que terão visibilidade durante os eventos.
A par dos protestos da população afetada, maioritariamente pobre, empurrada para casas na periferia, longe das suas redes de inserção económica, social e cultural e, via de regra, em locais carentes de serviços públicos, noutros casos compensada com indemnizações irrisórias (pelo valor construído do imóvel) ou simplesmente expulsa.  



Favelas Camufladas

O caso mais emblemático é o da favela do Metrô, no Rio de Janeiro, nas imediações do estádio do Maracanã, que será palco das cerimónias de abertura dos dois eventos desportivos. Com cerca de 40 anos de existência, a área ocupada pela comunidade faz parte do projeto Complexo Maracanã para o Mundial-2014 e vai dar lugar a um parque de estacionamento, conforme as exigências da FIFA.


 A Câmara do Rio de Janeiro deu um "prazo máximo de 0 dia(s)", em documento oficial, para a desocupação da comunidade.No ano passado, a favela da Maré, localizada entre o Aeroporto Internacional Tom Jobim e a Zona Sul do Rio de Janeiro - foi cercada com um muro acústico. De acordo com o Observatório de Favelas, o ActionAid e o Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Favelas e Espaços Populares, 73% dos moradores acreditam que o muro foi construído apenas para esconder a favela, fazendo parte do processo de maquilhagem do espaço urbano em virtude da realização do Mundial de futebol e dos Jogos Olímpicos.

Para mais esclarecimento assista aos Videos aqui


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Filtro Solar e Lampadas Fluorescente são Causadores de Câncer

EM ENTREVISTA A OLGA BONGIOVANNI, DR. ÍTALO ABORDA O TEMA DA "VITAMINA D" QUE, NA VERDADE, NÃO É VITAMINA E SIM UM HORMÔNIO.
 A "VITAMINA D" É MUITO IMPORTANTE PARA A SAÚDE. ELA PREVINE CONTRA VÁRIAS DOENÇAS E A ÚNICA MANEIRA DE ABSORVÊ-LA É TOMANDO SOL. É EVIDENTE QUE A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA TEM LUCRADO MUITO COM INÚMERAS CAMPANHAS CONTRA OS "DANOS" CAUSADOS PELO SOL.


É GRANDE A PUBLICIDADE A FAVOR DO BLOQUEADOR E DO FILTRO SOLAR. O SISTEMA EUGENISTA CRIOU UMA LENDA EM QUE O SOL É UM VILÃO QUANDO, NA VERDADE, ELE TRAZ GRANDES BENEFÍCIOS À SAUDE. O FATO É QUE JUSTAMENTE POR EVITAR O SOL, ADQUIRIMOS DIVERSAS ENFERMIDADES. 
 GISELLE BÜNDCHEN JÁ HAVIA FALADO SOBRE O ENGODO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. A MODELO NÃO USA PROTETOR SOLAR EM SI MESMA NEM EM SEU FILHO PORQUE O FPS CAUSA CÂNCER DE PELE. 


 O DR. ÍTALO DECLARA QUE O SOL PREVINE CONTRA DOENÇAS COMO HIPERTENSÃO, GRIPE SUÍNA E VÁRIAS OUTRAS E AFIRMA QUE AS LÂMPADAS SÃO AS CAUSADORAS DO CÂNCER. REPARE QUE O GOVERNO FAZ CAMPANHAS PARA QUE A POPULAÇÃO SUBSTITUA AS LÂMPADAS INCANDESCENTES PELAS FLUORESCENTES, MAS NÃO AVISA QUE ELAS SÃO NOCIVAS. 
 OS PRODUTOS UTILIZADOS EM LÂMPADAS FLUORESCENTES SÃO UM RISCO PARA A SAÚDE HUMANA E PARA O MEIO AMBIENTE. O CÁRDMIO, POR EXEMPLO, CAUSA TOSSE, FALTA DE AR, INFLAMAÇÃO NO SISTEMA RESPIRATÓRIO E ATÉ A MORTE. O MERCÚRIO PROVOCA INSÔNIA, FALHA DE MEMÓRIA, LESÕES NO SISTEMA NERVOSO E FRAQUEZA MUSCULAR. O CHUMBO PODE CAUSAR NÁUSEA, CONFUSÃO MENTAL E PERDA DE MEMÓRIA.
Assista ao Vídeo e tire suas conclusões!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Coca-Cola vendida no Brasil tem maior concentração de substância potencialmente cancerígena

A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), subproduto presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígena. A análise foi realizada no Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest), de Washington D.C. Eles testaram a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola também vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. As informações sobre o estudo foram divulgadas pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).


  
De acordo com o Centro de Pesquisa CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) do corante cancerígeno em 350 ml. Essa concentração é muito maior em comparação com a Coca-Cola vendida no Quênia 
                                          


Concentrações


A Coca-Cola do Brasil fornece nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a quantidade máxima de 39 ml do refrigerante por dia e nenhum outro produto que possui o corante Caramelo IV em sua composição.

Como nos últimos 30 anos o consumo de refrigerante quintuplicou no Brasil, o Idec ressalta que, independentemente da presença do corante, todas as bebidas que contêm açúcar devem ser evitadas, pois se consumidas em excesso podem aumentar o risco de diabetes, obesidade e doenças associadas aos cânceres de esôfago, rins, pâncreas, endométrio, vesícula biliar, cólon e reto.


Quantidade de 4-Metil-Imidazol(4-MI) Na Coca Cola Em Nove Países
Clique na Imagem para ver em tamanho ampliado







Mudanças

Nos Estados Unidos, após diversas petições de entidades de defesa do consumidor, o Estado da Califórnia reconheceu a periculosidade do aditivo. Diante disso, empresas como a Coca-Cola e a Pepsi dos Estados Unidos divulgaram que realizarão mudanças em suas fórmulas, de acordo com o instituto.
Por ser um ingrediente que desempenha uma função puramente estética, o Idec questionou às empresas brasileiras se elas possuíam outras alternativas ao Caramelo IV. Foi indagada, ainda, a quantidade de 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presente em seus produtos.

À Anvisa, o Idec questionou a base científica para permissão do uso do Caramelo IV no Brasil (estudos que garantem a segurança do aditivo), e se a agência monitora as quantidades de Caramelo IV e 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presentes nos produtos alimentícios brasileiros. O Idec exigiu que a agência adotasse providências imediatas, tendo em vista a proteção à saúde do consumidor.
As empresas e a Anvisa terão o prazo de 10 dias para responder aos questionamentos do Idec.


Outro lado

No fim da tarde desta segunda-feira, a Coca-Cola enviou comunicado em que afirma que quantidade da substância 4-metil-imidazol (4-MI) presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e segue os padrões aprovados pela Anvisa.

"Coca-Cola não vai alterar sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", afirma a empresa.

"Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade."











Fonte:UOL






Nota de Observação:  


Queridos leitores de certa forma este é um assunto requitando tenho ciência disto.Como o assunto do dia foi este também trouxe até vocês. Só para constar a um tempo atrás a fabricante de refrigerantes Dolly que é concorrente da Coca-Cola, já havia denunciado a cerca da quantidade em excesso do 4-Mi, e o governo brasileiro fez pouco caso do assunto e ignorou por completo os alertas .  


Outro fato importante é que o Nitrato que é largamente utilizado no Brasil na fabricação de conservas de embutidos de carne(Linguiça,salsicha etc) aumenta em mais de 50% o risco de cancer de Intestino.Por que o Governo, através da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária,) não proíbe o nitrato de sódio e o nitrito de sódio nos alimentos? Porque há um forte loby da poderosa indústria da carne. Leia-se BRF Brasil Foods (Sadia, Perdigão, Elegê etc.), Marfrig (Seara), JBS (Swift, Vigor, Friboi, Bordon, Bertin, Anglo), Aurora, Marba, Nobre etc.   

Sabemos que tudo em execesso é Prejudicial,então o que vale em qualquer caso  seja no comer ou no beber é a Moderação!




segunda-feira, 25 de junho de 2012

Esclerose Multipla e Vitamina D...o que tem em comum? A Cura!!!


Massacre no Paraguai...Seis policiais e onze camponeses foram mortos durante um desalojamento de trabalhadores sem-terra



A morte de seis policiais e de onze camponeses durante um desalojamento de trabalhadores sem-terra de uma fazenda na sexta-feira em Curuguaty, 250 km a nordeste de Assunção, revela uma antiga disputa pela propriedade da terra no Paraguai, país marcado pela desigualdade social.

"O Paraguai está sentado em um barril de pólvora. Teve que acontecer esta tragédia para que as autoridades voltassem a olhar com seriedade as exigências camponesas", disse à AFP Corsino Coronel, líder dos sem-terra.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Às vésperas dos Jogos, Londres ‘limpa’ área do parque olímpico de pobres e indesejados


 Faltam pouco mais de dois meses para o início da Olimpíada de Londres. A tocha, que já foi acesa na Grécia, vai percorrer o mundo e circular pelas ruas da capital britânica até acender a pira no Parque Olímpico de Stratford, zona leste da cidade. 


Dentro do estádio, 80.000 pessoas vão vibrar com a cerimônia de abertura enquanto, do lado de fora, moradores, ex-moradores e ativistas vão denunciar a “limpeza” da área, uma das mais empobrecidas do país, feita à base de políticas agressivas de coerção e remoção de pessoas em favor do “benefício econômico”.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rio+20 é o inimigo (ou: contra a sustentabilidade)


A Rio+20 é uma idiotice, desperdício de tempo e dinheiro, e contraproducente. Não vai dar em rigorosamente nada. Nem teria por quê. Não há o que debater. Os parâmetros pré-determinados para o debate garantem o fracasso da conferência.
A imprensa mundial trata o evento com a desimportância que merece. Um giro minutos atrás por BBC, CNN, Guardian, New York Times e El País não mostrou uma linha sobre a Rio+20. Le Monde tem um artigo escondidinho — mas só usa o gancho da conferência para cutucar Dilma, explicando sua moleza com os ruralistas na história do novo Código Florestal.
A razão do fracasso da Rio+20 não é a ausência de Barack Obama, presidente do país mais poluidor e poderoso, ou Angela Merkel, líder do país que dá as cartas na eurolândia. Nem os vagalhões que solapam a economia do mundo em suas premissas fundamentais.

Vergonha brasileira: estamos importando feijão preto da China... Desde de 2008


 A tradicional feijoada brasileira também é meio chinesa. O avanço do gigante asiático no mercado mundial vai além dos tablets, eletrônicos e das bugigangas que invadiram camelôs e lojas. Até abril deste ano, 44% das 78,2 mil toneladas de feijão-preto importado pelo País vieram da China, fatia quase equivalente à da Argentina (48%), velho fornecedor do grão.


A China nem aparecia nas compras externas brasileiras de feijão-preto seis anos atrás. Já em 2011, o feijão chinês era 33% das importações. E, só em abril deste ano, a participação atingiu 72,9%, apontam os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, elaborados pela Federação da Agricultura do Estado de Paraná (Faep). 

sábado, 9 de junho de 2012

"Cuidado com os burros motivados"

Observador contumaz das manias humanas, Roberto Shinyashiki está cansado dos jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias. 


Nas entrevistas de emprego, por exemplo, os candidatos repetem o que imaginam que deve ser dito. Num teatro constante, são todos felizes, motivados, corretos, embora muitas vezes pequem na competência. Dizem-se perfeccionistas: ninguém comete falhas, ninguém erra.
Como Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa) em Poema em linha reta, o psiquiatra não compartilha da síndrome de super-heróis. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada na vida (...) Toda a gente que eu conheço e que fala comigo nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, nunca foi senão príncipe”, dizem os versos que o inspiraram a escrever Heróis de verdade (Editora Gente, 168 págs., R$ 25)


 Farto de semideuses,Roberto Shinyashiki faz soar seu alerta por uma mudança de atitude. “O mundo precisa de pessoas mais simples e verdadeiras.”