quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Subway é Realmente Saudável?

Bom dia queridos leitores!
Hoje quero compartilhar com todos mais um alerta a respeito do que chamamos de alimento saudável. Para iniciar vamos ver o que o Azodicarbonamide e a Sbway tem em comum.

A Subway usa um ingrediente chamado de azodicarbonamide  para fazer seu pão. Ele pode ser encontrado na maioria dos pães dos restaurantes Subway na América do Norte (Estados Unidos e Canadá), mas não na Europa, Austrália e em outras partes do mundo.”
“Azodicarbonamide é o mesmo químico usado para fazer tapetes de ioga, sola de sapatos e outros objetos burrachudos. Não deveria ser comida nem ingerido pelas pessoas de nenhuma forma. E, definitivamente, não é “fresco”!! 
A empresa Subway sabe fazer um marketing fenomenal, e com seu Slogan de “comida saudável” fica bem fácil convencer as pessoas de que é um Fast Food “do bem”.
Quando na verdade ele é tão ruim quanto qualquer outro Fast Food, exemplos não faltam: McDonald, Burguer King e cia
Além de consumir tantas calorias quanto se ingere nos concorrentes, ainda são de baixa qualidade.
Ao entrar em uma franquia, você pode ver que em cada opção subway eles exibem informações nutricionais, como por exemplo “Pouca gordura” mas eles não exibem nada dos ingredientes.
Vamos dar uma olhada mais de perto nestes ingredientes:
  • Subway mantem tudo fresquinho e eu descobri como fazem isso. São cheios de conservantes para mantê-lo … bem … fresco! 
Mas Subway faz os sanduíches ou saladas bem na sua frente não é? Mas o que realmente está acontecendo nos bastidores? Caixas de alimentos processados, repletos de aditivos químicos;
  • O pão 9 de grãos parece fresquinho? tem que parecer mesmo, afinal usam quase 50 ingredientes, incluindo farinhas refinadas, condicionadores de massa, MSG , açúcares refinados, etc.
Este pão parece comida real pra você? Certamente não!

Piorou quando se inclui um ingrediente químico chamado azodicarbonamide, que é um ingrediente proibido em vários lugares do mundo como Reino Unido, Europa e Austrália, e se uma empresa é pega usando em Cingapura, pode ser multada em mais de 400.000 mil dólares.

Azocarbonamide é mais vulgarmente usado na produção de plástico, no entanto, é permitido no Brasil como um aditivo alimentar. É usado para melhorar e dar aquele aspecto fresquinho ao pão.
O Reino Unido reconheceu este ingrediente como causa potencial de asma, e aconselha a  não ser ingerido por pessoas que têm alergias alimentares, porque azocarbonamide pode agravar a situação.
Enquanto este gasta quase 50 ingredientes para ser feito,  um Pão real não leva mais de 5 ingredientes.
  • Muitos dos sanduíches são compostos por carnes processadas cheias de nitratos. O consumo de nitratos precisa ser levado muito a sério.
Nitratos são convertidos em nitrosaminas, que aumenta o risco de doenças de forma dramática.
A mais recente pesquisa do World Cancer Research Fund declarou que “carne processada é muito perigoso para o consumo humano.” Ingerir diariamente aumenta o risco de câncer em 50% ,  doença cardíaca em 42% e 19% diabetes;
  • Mesmo a carne de peru processada que parece inofensiva, porque não contém nitratos é cheia de conservantes, aromatizantes, químicas e é cancerígeno. 
O Instituto de Cornell nos Eua revelou que assim que se ingere é imediatamente convertido em um agente cancerígeno no sistema digestivo;
  • Nem as azeitonas escapam. As azeitonas  contém gluconato ferroso, que é um conservante à base de ferro que ajuda a manter azeitonas pretas; 
  • O Pior molho é: molho Mostarda e Mel, contém xarope de milho, corantes artificiais, conservantes e dezenas de aditivos químicos; 
  •  Sanduíche na Subway contém até 3x mais sódio que o McDonalds. A média de ingestão de sódio no Subway é 2.149 mg  contra 1829 mg no McDonalds.
Subway_azodicarbonamide-1

 Azodicarbonamide

Este é um dos ingredientes mais controversos usado nos pães da empresa Subway e por isso merece destaque especial, você merece saber exatamente  o que esta ingerindo:
  • Azodicarbonamida é um pó alaranjado,  utilizado comercialmente na criação de plástico – como esteiras de ioga, solas de sapato, tapetes etc; 
  • Azodicarbonamida é venenoso, recentemente nos Eua um caminhão que transportava azodicarbonamide capotou, foram emitidos os mais altos alertas para evacuar as pessoas em toda localidade.

    Muitas das pessoas queixaram-se de ardência nos olhos e irritação da pele; 
  • A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que azodicarbonamida  esta ligada para a asma e outras reações alérgicas.

Por que  as companhias usam esses ingredientes?

Simplesmente porque permite que as empresas façam alimentos baratos quimicamente processados como se fossem fresquinhos, melhorando a textura.
Com azodicarbonamida é possível fazer um pão maior e mais branco que o normal.
Processamento mais rápido com ingredientes mais baratos = mais dinheiro no bolso da indústria do Fast Food.
Por favor, espalhe a mensagem com todos que você conhece … ninguém deve comer material de sola de sapato ou tapete.

Fonte: http://verdadeproibida.com/2014/02/como-um-simples-individuo-consegue-enfrentar-grandes-corporacoes/
http://www.emagrecercomnutri.com.br/subway/
 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

A cena se repete, e mais um inocente morre

Amados leitores, é triste como a total falta de informação tem  ceifado a vida de muitas crianças, nesses últimos tempos. Aqui no blog tem muitas postagens antigas a respeito do assunto em questão,não é a primeira e nem será a última vez que alerto a todos sobre os perigos das  vacinas. 

Mães por favor sejam mais cautelosas, não aceitem tudo que lhe é  dito  por um médico, enfermeira, agente de saúde, ou até mesmo pelos governantes.Aprenda a questionar, aprenda a buscar mais informação.

 Nossos filhos não são cobaias, não são  brinquedos de se  espetar.É inaceitável ver tantos erros absurdos cometidos por esses pseudos profissionais da saúde.

 Pri

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Criança de 1 ano tem convulsões e morre após tomar 4 vacinas

 

Piettra Oliveira, de um ano e quatro meses, morreu após tomar quatro vacinas em um posto de saúde na Praça Seca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a mãe de Piettra, Luciana Oliveira, a criança estava com duas vacinas atrasadas, mas, na última segunda-feira (27), foram aplicadas quatro vacinas. Luciana disse que ouviu da enfermeira que não havia problemas em tomar quatro doses ao mesmo tempo.
A criança chegou a ter febre de 39ºC, mas, apesar de tomar remédio, não melhorou e ainda teve convulsões. A família levou Piettra para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Taquara, onde ela teve três paradas cardíacas e não resistiu.

Para a família, a causa da morte foi a reação provocada pelas quatro vacinas. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) deve apontar a causa da morte.
O médico que atendeu Piettra na UPA disse que o excesso de vacinas pode ter levado a criança à morte.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde lamentou a morte e informou que “não há evidências de que tenha sido causado por evento adverso associado às vacinas”.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Falta Alimento no país, por que boa parte vai para o lixo.

A postagem a seguir nada mais é do que um lembrete ao que muitos fazem no seu dia a dia e não se dão conta: Desperdiçam alimentos .
Não sei se vocês sabem  mas no  Brasil 7,2 milhões de pessoas passam fome de acordo com os últimos dados, então o que você meu caro leitor (a) tem feito para não tornar este numero ainda maior? Uma dica seria antes de ir a feira dar uma  olhada  em sua geladeira, ou  em sua fruteira para não comprar alimentos que não vai utilizar evitando assim que se estrague e vá para o lixo.
É claro que existe muitas outras formas de se evitar o desperdiço de alimento, cabe a cada um escolher o método que melhor se adequa a sua família.
Além de economizar seu suado dinheiro,nestes tempos de crises financeiras em que tudo está um absurdo de caro você  vai evitar desperdício.

Pri
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Por Ana Luísa Fernandes, Priscila Bellini

Deveria ser ilegal desperdiçar comida?

Ao que parece, sim. Nós produzimos mais alimentos do que o necessário, mas ainda temos milhões de brasileiros que não têm o que colocar no prato. Essa conta não bate justamente porque muitos produtos - ainda em boa qualidade - vão parar no lixo. Para acabar com o desperdício, a França acabou de aprovar uma lei que obriga os mercados a doar os alimentos não vendidos. 
 
Na terra do Napoleão, uma só pessoa joga fora até 30 kg de alimento por ano. A situação ficou tão feia que o jeito foi mesmo apelar para multas e fazer pesar no bolso dos mercados. Na prática, ficou proibido encaminhar para a lata de lixo o que não for vendido, mas que ainda está em boas condições para consumo. Para isso, as saídas possíveis são instituições de caridade, a compostagem agrícola ou até o uso dos produtos para preparar ração animal.
Os brasileiros não ficam para trás em matéria de desperdício - por aqui, cerca de 26 milhões de toneladas são desperdiçadas todos os anos. É um dado alarmante, considerando que mais de 7 milhões de pessoas ainda passam fome no país. O desperdício está presente em todas as etapas da trajetória dos alimentos: desde a colheita até o prato do consumidor. O Chefe do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Celso Moretti, destacou os problemas que os produtos alimentícios sofrem no transporte. A falta de refrigeração dos alimentos, a colheita feita de modo errado e recipientes inadequados para transporte contribuem para que alimentos em perfeito estado sejam descartados. "Realizamos uma pesquisa que acompanhou o transporte de melões do Rio Grande do Norte até São Paulo. A temperatura no topo da carga chegou a 48ºC", diz.
No Brasil, a ONG Banco de Alimentos tenta reverter o enorme desperdício: ela é uma das grandes responsáveis por atuar na distribução da comida que seria jogada fora. "Atualmente complementamos a alimentação de mais de 21 mil pessoas por dia doando, em média, 30 mil quilos de alimentos por mês só em São Paulo", detalha a nutricionista Marcela Correa, que trabalha no projeto. "Esses alimentos são adquiridos por meio da colheita urbana, na qual os doadores cadastrados em nosso programa cedem as sobras de comercialização que serão redistribuídas pela ONG nas instituições cadastradas no projeto".
Comida desperdiçada
E há, ainda, outros motivos para o desperdício. Existe um preconceito muito grande (e infundado) contra alimentos considerados "feios". Por falta de informação, esses alimentos são descartados mesmo estando em perfeitas condições de utilização. Sobre esse problema, Marcela comenta que, para plantar, colher e transportar os produtos, são gastos inúmeros recursos como água, petróleo e terra, aumentando a rede de desperdício.
Em 2014, alguns supermercados da França lançaram uma campanha para incentivar o consumo de frutas e legumes "feios". O incentivo era um desconto de até 30% nos alimentos. A iniciativa foi um sucesso. Existe também em Portugal a cooperativa Fruta Feia, que trabalha diretamente com o produtor, recolhendo os produtos que seriam descartados e preparando cestas que são vendidas aos associados. Todo o lucro arrecadado é revertido para o próprio projeto. Com o slogan "Gente bonita come Fruta Feia", a cooperativa evita semanalmente o desperdício de 2 toneladas de alimentos hortifruti.
  
Imagem da campanha de supermercados franceses que incentiva o consumo de alimentos feios. A maçã feia. É como uma bonita, só que mais barata. Com frutas e legumes feios, Intermaché luta contra o desperdício alimentar.
        
 
Outro método que evita o desperdício de comida é o aproveitamento integral de alimentos (ou AIA). Ou seja: cascas, sementes, talos, folhas e qualquer outra parte do alimento pode ser usada. Além de evitar o desperdício, essas partes não convencionais são mais ricas em nutrientes e podem render receitas gostosas (dá até pra fazer um beijinho com bagaço de beterraba). O que existe é um preconceito rodeando essa prática, já que ela é comumente associada a pessoas de renda mais baixa. 


Aproveitamento completo

Mas as iniciativas para barrar o desperdício não pipocaram só no Velho Continente. No Brasil, um dos exemplos vem da lei Bom Samaritano, que altera a responsabilidade dos empresários sobre frutas, verduras e alimentos perecíveis em geral levados a instituições de caridade. Atualmente, se alguém passar mal depois de comer produtos doados, o doador pode ser responsabilizado juridicamente. Pelos novos padrões, se o doador não tiver noção sobre problemas com o alimento e quem recebê-lo não identificar nenhum estrago, fica tudo bem. Ou seja, se a pessoa que adquiriu o produto passar mal e isso não tiver nada a ver com o que o doador ofereceu, a lei não pode puni-lo por isso. A medida motivaria mais companhias a aderir aos esquemas de doações e a combater também a fome, que atinge milhões de brasileiros - ainda que nossa produção supere em 30% o necessário para abastecer todos os habitantes do país.
 

O domínio do homem-massa


Os que me acompanham sabem que tenho escrito muito sobre o homem-massa, esse espécime definido pelo filósofo espanhol José Ortega y Gasset no famoso livro 'A Rebelião das Massas' e que é muito pouco compreendido nos dias de hoje. O homem-massa, que ascendeu ao poder, é aquele que define hodiernamente os padrões de pensamento, de comportamento e até de diversões. As mostras cotidianas do predomínio desse sujeito são fartas e quero aqui comentar algumas delas.





Um exemplo que tenho dado é o caso do Adib Jatene, o famoso cardiologista que faleceu há pouco tempo. Ele foi o caso do homem que adquiriu uma excelência técnica inigualável no ofício da medicina e, a partir daí, quis bancar de sábio em ciência política. Legou-nos a execrável CPMF, no suposto de que essa derrama fiscal melhoria os serviços públicos, quando se sabe que isso não é verdade. É claro que, por detrás da visão de Jatene, está a sua crença no coletivismo comunista, ideologia que ele adquiriu independente e a despeito da sua destreza de cirurgião. Casos como o dele repetem-se amiúde. 

Ontem eu estive no shopping mais sofisticado de São Paulo. Estacionei na área externa e tomei a entrada mais próxima. Coincidiu de entrar comigo uma mulher visivelmente “madame”, rica. O notável é que vestia um desses vestidos de marca que, de longe, lhe caia bem e a embelezava. De perto é que vi que o que decorava o vestido eram uns remendos, como aqueles usados pelos bem pobres. A estética do pobre estampada de forma descarada por uma mulher de muitas posses. Chamou-se a atenção porque, até então, eu tinha percebido essa estética do molambo chique nas calças de jeans, estas já uma expressão da estética “trabalhadora” adotada há tempos no vestuário das pessoas mais ricas. Essa moda está generalizada e é encontrada em toda parte. Quanto mais rica a pessoa, mais molambuda anda para ser chique. Os preços das calças de jeans previamente rasgadas e remendadas não me deixam mentir.


Nas pinturas de Portinari deu-se algo equivalente, com a retratação de trabalhadores em ação de trabalho, uma clara exaltação da luta de classe e do coletivismo. Estética muito do agrado dos comunistas. Ter um Portinari na parece é o sonho estético dos ricos que adoram a estética dos pobres.
A moda do molambo não é apenas encontrada entre as mulheres, eu a tenho visto também em homens, mas o fato é aqui mais raro. As dondocas são as que mais gostam de se vestir como trabalhadoras pobres. Muito fashion, pois não? É verdade que os homens são menos sujeitos a modismos e, por mais que tentem, um homem elegante não abre mãos de uma calça e de uma camisa bem cortada, com um paletó ou jaqueta por sobre. Mesmo que a calça ou o casaco sejam de jeans.



Um outro comportamento social típico das massas alucinadas é o que se dá com as torcidas de futebol. Este esporte é belo e se mostra perfeito para ser exibido nas redes de televisões, porém virou um instrumento de amalgamar massas desembestadas. Quando vemos um torcedor na ação de torcer é que percebemos algo próximo da besta-fera. O sujeito fica alucinado, de olhos injetados como um lunático. Tenho a sensação de que ele projeta nos jogadores o esplendor atlético que gostaria de ter para si, sendo esse um dos atrativos a hipnotizar as massas. A proeza do ídolo é como se fosse a própria proeza esportiva do torcedor.



Um outro ponto é que o futebol reduz tudo a uma igualdade de 11 contra 11, uma igualdade falsificada. Como as técnicas de futebol e a preparação física estão mais ou menos disseminadas mundo a fora, então o jogo iguala todos e vence o que é ligeiramente melhor ou dá mais sorte. O campeonato mundial da FIFA produz uma ilusão perfeita de igualdade, pela qual um time dos EUA, por exemplo, pode facilmente ser batido pelo México ou até por Honduras. A indústria da comunicação em torno do futebol criou muitas metáforas tiradas do meio militar e exalta o nacionalismo. A coisa é doentia. O machismo e o orgulho nacional são exaltados de um modo bastante estúpido.


O mesmo se vê nas torcidas dos clubes, mais das vezes levando torcedores a batalhas campais antes, durante e depois dos jogos, na expressão mais crua de sua loucura. Alguns torcedores têm sido assassinados por torcidas rivais com frequência. O fenômeno é mundial. A torcida é uma imersão no coletivo do grupo e basta aderir a ele para ser aceito. Camiseta posta, ingresso comprado, os torcedores esmeram-se em mostrar quem “torce” mais e quem melhor viu a jogada, a que deu certo e a que não deu certo também. Ver torcedores em ação é espetáculo deprimente.




Nem quero aqui falar dos programas de televisão e das novelas, veículos que funcionam como estupefacientes das massas e são por elas adoradas. Enfim, estamos sob o reino do homem-massa, o mesmo que elegeu Lula e Dilma Rousseff e que, governando o Brasil há anos, estão a ponto de destruí-lo. O afã igualitário utópico é que move o PT. Afinal, Lula pode se enquadrar perfeitamente na moda do molambo, ele que veio de baixo e certamente serviu de modelo para os estilistas. Exibir roupas assim, ou torcer pelos times de futebol como Lula faz, são uma maneira de determinar o comportamento nas escolhas políticas. De fato, a profusão dos molambentos chiques é que elegeu o PT.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Cada cabeça uma sentença

Olá meus estimados leitores,boa noite a todos!

Está semana a filha do cantor Gilberto Gil, resolveu se pronunciar a respeito do uso da Curcuma como uma opção saúdavel e natarual para escovar os dentes, ao invés do uso de creme dental.
Como era de esperar  criou-se uma polêmica quanto ao que foi dito, (se bem que em minha opinião ela não disse nenhuma inverdade)  quando alguém tem a coragem de apresentar uma alternativa eficaz, vem toda essa oposição.
Os odontólogos os médicos e uma infinidade de profissionais defendem em muitas situações, suas fontes de renda em detrimento da saúde da maioria.
O flúor,  é adicionado à água no Brasil porque não havia onde despejar esse lixo industrial. Em vários países do primeiro mundo é proibido água com flúor. No entanto, no Brasil os dentistas por costume, ignorância e ganância fazem uso dele. Da mesma forma que nunca um dermatologista dirá que leite de magnésia é o mais eficiente desodorante que existe, nunca nenhum dentista dirá que há substitutos melhores que a pasta de dente,não espere ver isto.
Pri
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Após publicar post em que defende o uso da cúrcuma para escovar os dentes em substituição aos cremes dentais, gerando polêmica nas redes sociais e críticas de dentistas, a apresentadora Bela Gil disse ao G1 nesta terça-feira (21) que sua intenção era mostrar uma alternativa às pessoas para evitar “os males do flúor”.


Segundo ela, os cientistas e médicos do Brasil precisam testar coisas novas e "não podem ter a cabeça quadrada”.
“Não me arrependo de ter feito esse post. Muita gente me falou ‘tira isso, é uma irresponsabilidade social’. Cada um tem seu olhar. Eu vou continuar com o meu. Gosto do que faço, das minhas experiências e acredito que faz quem quer e segue quem quer. Não estou aqui para apontar o dedo a ninguém”, afirmou.
O texto em sua página no Facebook – que até a manhã desta terça já tinha sido compartilhado mais de 9 mil vezes e recebido mais de 24,3 mil curtidas – fala sobre as propriedades da cúrcuma.
“Cúrcuma para escovar os dentes! Melhor do que qualquer pasta de dente por aí (na minha opinião)!!! Anti-séptica [sic], antibiótica, anti-inflamatória, 100% natural e sem efeito colateral (a não ser as manchas amarelas na escova e na toalha de rosto)”, escreveu Bela.
Após receber diversos comentários negativos em seu post, Bela soltou um texto em seu site dizendo que nunca quis ofender ninguém "mostrando uma alternativa à pasta de dente para pessoas que não querem consumir mais toxinas do dia a dia",
Chamada também de açafrão-da-terra, a cúrcuma é uma planta usada em temperos. Ela tem uma forte coloração amarela e é um dos ingredientes do curry.


A cúrcuma serve para o tratamento de problemas digestivos, como falta de apetite, indigestão ou acidez gástrica, problemas do fígado e da vesícula biliar, artrite, reumatismo, eczema, asma e psoríase. Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada para diminuir os níveis de colesterol no sangue, inibir a formação de coágulos e aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Como ter uma saúde melhor

Como ter uma saúde melhor

 

NINGUÉM gosta de adoecer. A doença é inconveniente e ainda por cima gera despesas. Além de se sentir mal, você talvez não consiga trabalhar, estudar, ganhar dinheiro ou cuidar de sua família. Pode ser que você precise de cuidados e tenha de pagar por remédios e tratamentos caros.
Não é à toa que as pessoas costumam dizer: “É melhor prevenir do que remediar.” Embora nem sempre seja possível evitar ficar doente, você pode fazer muito para retardar o aparecimento de uma doença ou até mesmo se prevenir contra certas doenças. Veja cinco hábitos que podem ajudar você a ter uma saúde melhor desde já.

TENHA UMA BOA HIGIENE


Segundo uma agência do Ministério da Saúde do Brasil, lavar as mãos é “a melhor maneira de prevenir o desenvolvimento de infecções”. Esfregar o nariz ou os olhos com as mãos contaminadas por germes é uma das formas mais fáceis de pegar um resfriado ou uma gripe. Por isso, a melhor defesa é lavar as mãos regularmente. Uma boa higiene também pode evitar a transmissão de doenças mais graves como pneumonia e disenteria, que anualmente resultam na morte de mais de 2 milhões de crianças com menos de 5 anos. Até mesmo a transmissão do mortal vírus ebola pode ser minimizada pelo simples hábito de lavar as mãos.
Em certas situações, lavar as mãos é especialmente importante para proteger sua própria saúde e a de outros. Você deve lavar as mãos:
  • Depois de usar o banheiro.
  • Depois de trocar fraldas ou de ajudar uma criança a usar o banheiro.
  • Antes e depois de tratar um ferimento ou corte.
  • Antes e depois de ficar perto de alguém doente.
  • Antes de preparar, servir ou tomar uma refeição.
Itens usados para uma boa higiene
 

  • Depois de espirrar, tossir ou assoar o nariz.
  • Depois de tocar num animal ou em excrementos de animais.
  • Depois de manusear lixo.
Além disso, é importante lavar as mãos corretamente. Pesquisas mostram que uma grande porcentagem de pessoas que usam banheiros públicos não lava as mãos ou não as lava de forma correta. Qual é a maneira certa de lavar as mãos?
  • Molhe as mãos com água corrente limpa e depois use sabão.
  • Esfregue as mãos até formar espuma, não esquecendo de limpar as unhas, os polegares, as costas das mãos e entre os dedos.
  • Esfregue por pelo menos 20 segundos.
  • Enxágue em água corrente limpa.
  • Seque com um pano limpo ou papel-toalha.
Essas são medidas simples, mas podem prevenir doenças e salvar vidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

USE ÁGUA DE FONTE SEGURA

 

Um copo de água limpa e fatias de limão
Em alguns países, o esforço para conseguir suficiente água limpa faz parte do dia a dia de muitas famílias. Mas em qualquer parte do mundo isso pode se tornar um problema se a fonte de água potável ficar contaminada por causa de enchentes, tempestades, tubulações danificadas ou outros problemas. Quando a água não vem de uma fonte segura ou não é armazenada corretamente, ela pode causar infecções provenientes de parasitas, além de cólera, diarreia aguda, febre tifoide, hepatite e outras doenças. A água contaminada é uma das causas de aproximadamente 1,7 bilhão de casos de doenças diarreicas todos os anos.
Você pode fazer muito para diminuir as chances de ficar doente ou até se prevenir contra certas doenças
Na maioria das vezes, a cólera é contraída quando uma pessoa ingere água ou alimentos que foram contaminados com matéria fecal de pessoas infectadas. Mesmo logo após um desastre natural, você pode tomar medidas para se proteger caso a água esteja contaminada. Como?
  • Certifique-se de que a água que você usa para beber — além da água usada para escovar os dentes, fazer gelo, lavar louça, lavar alimentos e cozinhar — seja de uma fonte segura, como uma empresa de abastecimento público que trate a água de forma adequada ou garrafas lacradas de um fornecedor confiável.
  • Se houver alguma possibilidade de a água de sua casa estar contaminada, ferva-a antes de usá-la ou trate-a com produtos químicos apropriados.
  • Se usar produtos químicos, como cloro ou pastilhas purificadoras de água, siga cuidadosamente as instruções do fabricante.
  • Use filtros de qualidade, se estiverem disponíveis a um preço acessível.
  • Se não houver nenhum produto para tratamento de água, adicione duas gotas de água sanitária para cada litro de água, misture bem e então deixe a água repousar por 30 minutos antes de usá-la.
  • Sempre armazene água tratada em recipientes limpos e cobertos a fim de evitar uma possível recontaminação.
  • Certifique-se de que todo utensílio — por exemplo, uma concha — que entre em contato com seu estoque de água tratada esteja limpo.
  • As mãos devem estar limpas ao manejar recipientes de água; não mergulhe as mãos nem os dedos na água usada para beber.

 3 CUIDE DE SUA ALIMENTAÇÃO

Alimentos saudáveis de vários grupos de alimentos
É impossível ter boa saúde sem uma boa nutrição e, para ter boa nutrição, você precisa de uma alimentação saudável e balanceada. Talvez seja necessário prestar atenção à quantidade de sal, gordura e açúcar que você ingere, bem como ao tamanho das porções. Inclua frutas, legumes e verduras em sua dieta e coma alimentos variados. Ao comprar arroz, cereais, massas ou pão, prefira os integrais. Esses alimentos são mais ricos em fibras e nutrientes que os feitos com grãos refinados. Quanto às proteínas, coma pequenas porções de carnes magras e procure comer peixe duas vezes por semana, se possível. Em alguns países, também é possível encontrar alimentos de origem vegetal que são ricos em proteínas.
Se comer muito açúcar e gordura, você pode acabar com sobrepeso. Para diminuir esse risco, beba água em vez de bebidas adocicadas. Procure comer mais frutas, em vez de doces. Limite a ingestão de gordura sólida, encontrada em alimentos como linguiça, carne, manteiga, queijo, bolo e biscoito. E, ao cozinhar, use óleos mais saudáveis em vez de gordura sólida.
Muito sal, ou cloreto de sódio, na comida pode aumentar sua pressão sanguínea a um nível prejudicial à saúde. Se você tem pressão alta, leia as informações nas embalagens para limitar a ingestão de sódio. Em vez de sal, use ervas e especiarias para temperar suas refeições.
O quanto você come pode ser tão importante quanto o que você come. Por isso, durante as refeições, pare de comer assim que estiver satisfeito, mas não cheio.
Um problema relacionado à nutrição é o risco de intoxicação alimentar. Qualquer comida pode causar intoxicação se for preparada ou armazenada de forma incorreta. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, milhões de pessoas ficam doentes todo ano por causa de alimentos contaminados e muitos morrem. O que você pode fazer para evitar esse problema?
  • Legumes e verduras podem ter sido cultivados em solo adubado com estrume, por isso, lave-os cuidadosamente antes de prepará-los.
  • Lave as mãos, a tábua de corte, os utensílios, os pratos e a bancada da cozinha com água quente e sabão antes de preparar cada item.
  • Para evitar contaminação cruzada, lave bem uma superfície que esteve em contato com ovos, carne, frango ou peixe crus antes de usá-la para preparar alimentos.
  • Cozinhe o alimento até a temperatura certa e ponha imediatamente na geladeira qualquer item perecível que não será consumido logo.
  • Jogue fora itens perecíveis que tenham ficado por mais de duas horas a uma temperatura entre 21°C e 23°C ou que tenham ficado por mais de uma hora a uma temperatura acima de 32°C.

 4 PRATIQUE ATIVIDADES FÍSICAS

Uma bola de futebol e um par de chuteiras
Seja qual for a sua idade, você precisa praticar atividades físicas regularmente para ficar em forma. Muitas pessoas hoje não se exercitam o suficiente. Por que praticar exercícios é importante? Porque isso pode ajudar você a:
  • Dormir bem.
  • Manter a mobilidade.
  • Manter os ossos e os músculos fortes.
  • Alcançar ou manter um peso saudável.
  • Diminuir o risco de depressão.
  • Diminuir o risco de morte prematura.
Se não praticar exercícios, é mais provável que você:
  • Sofra de doenças do coração.
  • Sofra de diabetes tipo 2.
  • Desenvolva pressão alta.
  • Venha a ter colesterol alto.
  • Sofra um derrame.
O tipo de atividade física mais adequado para você depende de sua idade e de suas condições de saúde. Por isso, é melhor consultar seu médico antes de começar um programa de exercícios. Várias fontes recomendam que crianças e adolescentes realizem todo dia pelo menos 60 minutos de atividades moderadas a intensas. Adultos devem praticar 150 minutos de atividades moderadas ou 75 minutos de atividades intensas toda semana.
Escolha uma atividade que seja divertida. Você talvez goste de basquete, tênis, futebol, caminhada, ciclismo, jardinagem, natação, canoagem, corrida ou outro exercício aeróbico. Como você pode saber se uma atividade é moderada ou intensa? Em geral, uma atividade moderada é aquela que faz você suar; na intensa, fica difícil você conversar.

 5 DURMA O SUFICIENTE

Um quarto quieto e relaxante
A quantidade de sono necessária varia de pessoa para pessoa. A maioria dos recém-nascidos precisa dormir entre 16 e 18 horas por dia; crianças de 1 a 3 anos, cerca de 14 horas; e crianças de 3 a 4 anos, aproximadamente 11 ou 12 horas. Crianças em idade escolar em geral precisam de pelo menos 10 horas de sono; adolescentes, talvez 9 ou 10 horas; e adultos, de 7 a 8 horas.
Descansar o suficiente não deve ser opcional. Segundo especialistas, dormir o suficiente é importante para:
  • O crescimento e o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
  • O aprendizado e a retenção de novas informações.
  • Manter equilibrados os hormônios que afetam o metabolismo e o peso.
  • A saúde cardiovascular.
  • A prevenção de doenças.
Não dormir o suficiente está relacionado à obesidade, depressão, doenças cardíacas, diabetes e acidentes trágicos. Com certeza, essas são boas razões para procurar dormir o suficiente.
Então, o que você pode fazer para melhorar seu sono?
  • Procure ir dormir todos os dias no mesmo horário e tente acordar na mesma hora todos os dias.
  • Faça do seu quarto um lugar quieto, escuro, relaxante e que não seja muito quente nem muito frio.
  • Não veja televisão nem use aparelhos eletrônicos enquanto estiver na cama.
  • Deixe sua cama o mais confortável possível.
  • Evite refeições pesadas, cafeína e álcool antes de dormir.
  • Se você seguir essas dicas e ainda tiver insônia ou outros distúrbios do sono — como sonolência excessiva durante o dia ou falta de ar enquanto dorme — talvez seja melhor consultar um profissional de saúde qualificado.

sábado, 21 de março de 2015

Ferréz leva para França seu ódio aos ricos e à classe média

Queridos Leitores(a) é prazer estar aqui novamente depois de uma longa pausa.
Desde já sou grata a todos  que por aqui marcam presença:-)
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A postagem a seguir trata do ponto de vista de um escritor brasileiro conhecido por criticar a classe média e que foi para Paris participar da fera do livro, e suas palavras para  mim fazem  bastente sentido, leiam parte da entrevista exclusiva que ele deu ao site uol:



                                      “Sou o pregador do ódio!”.

Todos leitores sabem que os alvos preferidos de Ferréz são os ricos e a classe média alta. Em entrevista exclusiva, após ser questionado sobre quem prega a conciliação entre todas as classes existentes no Brasil, disparou o torpedo que abre este texto. “Querem conciliação do quê? Enquanto meu povo lavar privada, quero que ele não idolatre os ricos, que entenda que já nasceu sendo roubado. Nosso povo aceita muito as coisas, é muito simpático”, continuou.

Antes, em sua fala na mesa que dividiu com Ronaldo Correia de Brito e Godofredo de Oliveira Neto no Salão do Livro de Paris, já havia seguido linha semelhante. “Se a gente da periferia não é a esperança, essa classe média preguiçosa que não sabe nem fazer café que também não é. Nós que possibilitamos a vida deles, só não recebemos a renda por isso”.

O autor de “Capão Pecado” disse estranhar o luxo de Paris, mas que isso faz com que entenda um pouco as vontades dos brasileiros mais abastados. “Em São Paulo eu não frequento os lugares da hora, aí, chego aqui, vejo o que o rico de lá quer fazer”. O escritor sabe que seu discurso incomoda muita gente, mas não se importa com isso, pelo contrário, afirma que seu papel não é “fazer massagem”. “Eles não gostam quando eu falo, mas da favela eles podem falar, né!?”.

É o povo mais simples, aliás, que está retratado em “Os Ricos Também Morrem”, seu novo livro, lançado pela Planeta, que apresenta contos feitos ao longo dos últimos três anos, escritos com uma linguagem bastante acessível para que possam ser facilmente compreendidos por alunos e por adultos que não estão habituados a ler.

Em um dos contos, o alvo são os food trucks, algo que também causa indignação em Ferréz. “Tem essa tendência de pegar tudo que já existe e colocar nome em inglês. Daqui a pouco lançam o super motoboy”, ironiza. “A classe média tem um esvaziamento cultural tão grande que precisa desses supérfluos, pagar R$30,00 em um pão com salmão, para achar que está vivendo”.

Ao ser questionado, por conta do título da obra, se os ricos morrem de maneira diferente, disse que sim: “eles morrem tomando suco verde e achando que são eternos”.
Dentre os textos está também “Pensamentos de um 'Correria'”, conto inspirado em um assalto a Luciano Huck (levaram o relógio do apresentador), publicado originalmente na Folha de São Paulo. Narrando a situação da perspectiva do assaltante, Ferréz acabou sendo acusado de apologia ao crime e precisou prestar explicações em uma delegacia. Hoje, a respeito de Huck, diz que o global “é um bom representante da classe dos coxinhas”.

Ainda sobre a Globo, Ferréz não mostrou empolgação alguma ao saber que três novelas da emissora programadas para este ano serão, de alguma forma, ambientadas na favela. “Nunca vi nada na Globo ser positivo. Outro dia, vi que em uma novela tinha três estereótipos em um único personagem, que era negro, gay e cabeleireiro. Falta profundidade, qualquer tema eles transformam em uma idiotice”.

Neste ano Ferréz também lançará mais um livro juvenil, este pela Dsop, com ilustrações de Fernando Vilela. “A Menina Ana e o Balão” contará a história de uma garota que, após perder o seu pai, aluga um balão para procurá-lo no céu, uma forma de abordar a morte junto às crianças.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Você quer o melhor para seu filho? Vídeo mostra o triste futuro das crianças viciadas em fast-food

Um homem obeso é socorrido na UTI de um hospital após um ataque cardíaco. Quem é o culpado por deixá-lo à beira da morte aos 32 anos e 140 kg? O vídeo abaixo tem a resposta, e você vai se surpreender!


Criado pela entidade norte-americana Children’s Healthcare of Atlanta, o filme Rebobine seu Futuro mostra que todos os hábitos não saudáveis que os pais ensinam para seus filhos — incluindo a “inocente” batatinha-frita oferecida para acalmar o bebê — serão levados para a vida toda, resultando em um final trágico, assim como o do personagem.

 Durante a retrospectiva da vida do paciente, as imagens mostram o consumo exagerado de hambúrgueres, pizzas e refrigerantes que, aliados ao sedentarismo, são os grandes responsáveis por diversos problemas de saúde e podem levar à morte prematura.

 A campanha Strong4Life, ou "Forte para a Vida", propõe uma reflexão sobre o assunto e incentiva que os pais substituam a famosa combinação de fast-food e longas horas em frente à televisão por uma alimentação saudável e prática de atividades físicas.
Afinal, que futuro você quer para o seu filho?

domingo, 31 de agosto de 2014

Recalls de alimentos: comer tornou-se um perigo?

Inicio este post com uma pergunta por que gostaria de saber de vocês meus estimados leitores  o que pensam sobre este assunto:  Recalls de alimentos: comer tornou-se um perigo?

Em meio a tantos recalls alimentares toda vez que pensamos em comer algo dá até um frio na barriga, sim por que não sabemos o que podemos encontrar no alimento seja ele processado, enlatado,  ou seja lá da forma que for. O que importa é que temos sim que nos preocupar com o que levamos a nossa mesa visto que não podemos contar com o serviço de vigilância sanitária nesta luta diária pra proteger  a saúde de nossos familiares.

O texto abaixo é bem esclarecedor quanto ao assunto e serve como alerta para todos!

 Escrito por 
Rastreabilidade, regulação e recolhimentos voluntários de alimentos pelas empresas. Aumento de recalls significa falta de qualidade ou conscientização?

Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada na última semana no Diário Oficial da União proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do Lote 32966047S1, com validade até 23/10/2014, da Água Mineral Natural da marca São Lourenço, produzido pela Empresa Nestlé Waters Brasil.

Na semana anterior, a PepsiCo, detentora da marca Toddynho, recolheu o lote GRU L15 23:04 até 23:46, com validade de 29/11/2014. Em nota, a empresa reconhece que os produtos podem "eventualmente" causar desconforto estomacal, mas diz que os demais lotes estão em perfeitas condições para o consumo.

Apesar de os recalls estarem cada vez mais frequentes, especialmente na indústria alimentícia, o Brasil realiza uma quantidade ínfima de recalls, quando comparado por exemplo com os EUA, Canada e Comunidade Européia, segundo o blog Food Safety Brazil.

André de Souza Dutra, doutor em ciência e tecnologia alimentar e coordenador do MBA em Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos da Universidade Veiga de Almeida, em especial de 2013 do jornal O Globo, chamado Segurança à Mesa, não há um número maior de recalls porque não há um sistema de vigilância sanitária que consiga verificar tudo. Há, inclusive, municípios onde o sistema não existe.

A diferença dos números, segundo ele, se justifica pela estrutura de controle e vigilância de alimentos, que é muito melhor nos EUA. " Lá, eles têm laboratórios de altíssima qualidade, que dão suporte não só ao país, mas também ao exterior. Os laboratórios são muito bem equipados e contam com recursos humanos altamente qualificados. No Brasil, cada estado tem um laboratório de referência para dar suporte às vigilâncias do estado e de seus municípios.

Na China, o recente recall da Heinz levantou uma questão que ainda não é discutida no Brasil, o rastreamento de ingredientes, como acompanhar o trajeto de ingredientes de fontes diversas em um país onde tecnologias de rastreamento de fornecimento de alimentos estão longe de ser comuns. Sistemas de rastreamento por códigos de barras, comuns nos Estados Unidos e na Europa, são em grande parte ausentes.

João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil-Associação Brasileira de Automação, em artigo no Canaltech, acredita que é preciso investir na rastreabilidade dos alimentos. Em um trecho do artigo ele explica que "a padronização de dados dos bens alimentares na cadeia de suprimentos se torna cada vez mais necessária e gera maior confiança por parte do consumidor. Com um sistema de identificação em todas as fases de produção dos alimentícios, é possível a localização ágil e segura de cada item. O Brasil não pode perder mais tempo. É preciso investir na rastreabilidade, pois, o mais importante, é estar preparado para enfrentar e resolver eventualidades. Quem faz a lição de casa ganha duas vezes: conquista a confiança do consumidor e abre as portas para o comércio mundial, que também tem sido criterioso quanto ao controle de origem. Tecnologias existem. O que precisamos é que elas sejam aplicadas".

Para a especialista em defesa do consumidor, Gisele Friso Gaspar, o recall de alimentos ao mesmo tempo é preocupante e benéfico. "É uma segurança ao consumidor. Muitos fatores podem causar a contaminação de produtos alimentícios, desde a produção até o transporte e armazenamento. Se o fornecedor não estiver extremamente atento às normas de segurança, ou mesmo deixar de cuidar do controle de qualidade na produção, o alimento poderá sofrer contaminação. Há casos, por exemplo, de alimentos contaminados por produtos químicos utilizados para a limpeza da linha de produção.

Outros casos de alimentos contaminados por bactérias, como e coli e salmonela. Contaminação por vidro, metal e plástico também podem ocorrer. Há ainda o caso de contaminação dolosa (sabotagem ou fraude) na linha de produção. Todos esses casos geram risco à saúde e à vida do consumidor, levando à necessidade de, após a descoberta do risco, haver o recolhimento dos produtos, e de se informar ao consumidor, de forma ostensiva, sobre os riscos envolvidos", explica a advogada.

Além disso, ela alerta para algo que está além do controle dos órgãos reguladores, mas não das empresas, as fraudes. "Há casos de produtos que reiteradamente sofrem contaminação, como no caso do leite - normalmente, contaminação dolosa, por conta de fraudes. Isso gera extrema preocupação ao consumidor, especialmente por serem produtos também consumidos (ou muitas vezes destinados) por crianças. Casos de contaminação por bactérias, por exemplo, podem levar à morte ou a lesões gravíssimas e irreversíveis. É importante salientar que a empresa sempre será responsável por quaisquer problemas ou danos gerados ao consumidor, independente de haver feito o recall ou o recolhimento do produto. Cabe ao consumidor, em caso de danos, buscar seus direitos, inclusive por meio de processo judicial. Para que o consumidor verifique se há recall de algum produto, basta que entre no site do Ministério da Justiça (http://portal.mj.gov.br/recall/pesquisaConsumidor.jsf) e pesquise a respeito do produto que deseja saber".

Conscientização das empresas e mudança de comportamento
No ano passado, a Anvisa foi oficialmente informada sobre a realização de dois recolhimentos voluntários por empresas do setor alimentício. Este ano, também já houve a realização de outros dois procedimentos.

Os números parecem modestos quando comparados aos procedimentos realizados nos Estados Unidos, por exemplo, que atingem dezenas de recalls num único mês. Ainda assim, tem-se observado um aumento na execução desses procedimentos no Brasil. A Anvisa considera esta prática extremamente benéfica, pois é um reflexo da melhoria e amadurecimento do próprio setor produtivo. Isso porque a retirada de produtos impróprios do mercado por iniciativa das próprias empresas significa maior responsabilização e comprometimento com a qualidade dos produtos ofertados. Falhas inevitavelmente ocorrem e o recall é uma ferramenta eficiente e rápida para minimizar os riscos à saúde dos consumidores.

O recall já está previsto no Código de Defesa do Consumidor desde 1990, mas em 2013 a Anvisa editou Consulta Pública para estabelecer procedimentos e fluxos mais claros para o recolhimento de alimentos.   Atualmente, a área técnica trabalha na compilação das contribuições e na redação da proposta final de Resolução. A previsão é de que até o final do ano, a norma seja publicada.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Quem ganhou e quem perdeu

Estimados leitores,boa noite!

Depois de todos os olhares da mídia hipócrita e mentirosa se voltarem ao Brasil de modo lindo e evidenciando todos os pontos  turísticos, a boa comida e a gentileza  do povo a farsa acabou. após a "derrota" sofrida no jogo contra a Alemanha agora todos se voltam de forma dura a realidade da qual nos convém.

O sonho acabou pra todos os brasileiros que sonhavam com o Hexa, acabou pra todos aqueles que acreditavam que existe verdade no futebol e acabou principalmente pra quem achou que iria lucrar muito. Embora ainda não tenha terminado a Copa serviu bem pra mostrar quem manda e desmanda.
E em meu ponto de vista apesar de sermos os donos da casa, não somos os donos da festa e muito menos a atração principal. Os gastos investidos jamais serão recuperados, e muito menos as vidas que se foram durante as construções dos estádios que simplesmente não contaram para os dirigentes em questão.

Agora a vida segue, um pouco mais triste para os fanáticos de plantão que gastaram o que não tinham pra comprar os ingressos e se endividaram. A vida segue dolorosa para os que amargam nos leitos hospitalares sabendo que podiam sim ao menos ter um atendimento médico decente no país da copa e no entanto não tem, por que uma das principais razões é a falta de dinheiro. A vida segue para aqueles que todos os dias tomam banho de caneca por que pagam sua conta de água mas a torneira está seca.

Enfim a lista vai  longe por isso termino por aqui e deixo claro que não estou triste por termos perdido a copa, nunca gostei de futebol respeito quem gosta. O que mais me deixa triste é ver como as pessoas se deixam levar, como uma nação inteira pode receber de braços abertos algo que apenas serviu pra trazer dor e lamento (Pra quem quiser recordar vide post sobre as desapropriações por conta da copa nas cidades sedes do mundial).

Obrigada beijos da Pri!
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Quem ganhou e quem perdeu
bola Navalhada do dia
Por:  Heródoto Barbeiro

Ganharam os cartolas que vão manter o domínio da CBF.
Ganhou a FIFA que vai levar os seus bilhões sem pagar um tostão de imposto.
Ganharam as empreiteiras que pegaram dinheiro público para construir os elefantes brancos.
Ganhou o Blatter que vai continuar no comando apesar das acusações de corrupção.
Ganharam os jogadores que vão voltar para os seus carrões e mansões na Europa.
Ganhou o técnico que foi  o segundo maior garoto propaganda da Copa.
Ganharam as empresas de cosméticos pintaram os cabelos dos jogadores de loiro.
Ganhou a fábrica de chuteiras que fabricou as douradas.
Ganharam as celebridades que saíram com ou sem roupa em todos os lugares possíveis.
Perdeu o povo brasileiro que acreditou no marketing e agora cai na real.



sábado, 10 de maio de 2014

Por que a medicina pode levar você à falência(Por:CRISTIANE SEGATTO)

O atendimento médico privado prolonga a vida como nunca. Isso pode significar a morte financeira das famílias abandonadas pelos planos de saúde. É possível curar esse mercado doente?

 Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA

Quanto vale o ar que chega aos pulmões a cada inspiração? Ninguém pensa nisso enquanto respira, naturalmente, 25 mil vezes ao dia. É uma pergunta irrelevante na saúde – e crucial na doença. Por 24 horas de oxigênio, os melhores hospitais privados de São Paulo chegam a cobrar R$ 3 mil. Essa é só uma das preocupações da oftalmologista S.L., de 31 anos. Ela pertence a uma família de médicos que, há dois anos, vive um drama, em silêncio, num dos mais respeitados centros de saúde do país – o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. 

S.L. não roubou. Não matou. Não feriu os bons costumes. Ainda assim, esconde o rosto. Para quem se orgulhava de manter as finanças em dia, a cobrança é constrangedora. S.L. deve cerca de R$ 5 milhões. Foi processada pelo Einstein por não pagar uma conta impagável. Sua contravenção foi acompanhar o pai e assinar o documento de internação quando ele decidiu se submeter a uma cirurgia que tinha tudo para dar certo. No início de 2012, a família vivia uma vida confortável em Assis, interior de São Paulo. Seu pai, o médico H.L., era dono de uma clínica de oftalmologia. Aos 60 anos, ele decidira se submeter a uma troca de válvula cardíaca quando um exame revelou que ela não funcionava bem. O procedimento foi planejado com calma. H.L. escolheu o mesmo cirurgião que o operara, com sucesso, alguns anos antes no Albert Einstein. O plano de saúde – a Unimed de Assis – não oferecia cobertura naquele hospital. Segundo o orçamento emitido, a operação custaria R$ 120 mil. A Unimed aceitou fazer um reembolso de R$ 60 mil. O paciente pagaria o restante em dez parcelas.

O orçamento compreendia oito diárias de hospital. Segundo a previsão médica, após esse período, H.L receberia alta. Ele entrou no centro cirúrgico e nunca mais saiu do Einstein. Foi vítima de uma complicação pouco frequente. A artéria aorta se rompeu. Com pouco oxigênio, seu cérebro sofreu uma lesão permanente. H.L. não fala e não se mexe. Olha e pisca. “Tenho a sensação de que, às vezes, o cérebro dele conecta e, logo depois, desconecta”, diz a filha. “Em alguns momentos ele parece entender o que digo. Em outros, não.” Sem poder contar com os rendimentos dele, a família fechou a clínica de Assis, demitiu os funcionários, vendeu carros e equipamentos médicos.

 A conta cresce a cada dia. Cobranças chegam quase todo mês. Boletos de R$ 180 mil, R$ 250 mil, R$ 300 mil brotam sob a porta do apartamento, como se fossem contas de água e luz. Quando a cobrança chega, S.L. abre o envelope, espia o valor e joga a carta na gaveta de boletos do hospital. Foi preciso esvaziar uma gaveta inteira do guarda-roupa para acomodar as cobranças. A aparente indiferença esconde uma dor moral. Para os honestos, a inadimplência pode ser devastadora. S.L. recorreu aos antidepressivos para tentar suportar a ausência do pai e a falência da família. Com o nome registrado no cadastro nacional dos maus pagadores, ela não pode abrir conta em banco, nem sonhar com um financiamento imobiliário. Quando o oficial de justiça bate à porta do prédio para entregar uma nova intimação, a fofoca circula entre os vizinhos. S.L. encolhe os ombros. “Sinto vergonha. Uma vergonha enorme de algo que não fiz.”
S. L. (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
 

Nos tribunais, o destino das famílias falidas
A história de S.L. não é um caso isolado. Nos Tribunais de Justiça do país, centenas de famílias falidas em decorrência de tratamento médico são processadas pelos hospitais. Devem o que não têm, ou valores equivalentes ao patrimônio familiar construído ao longo da vida. São cobranças de R$ 600 mil, R$ 750 mil, R$ 1,5 milhão, R$ 5 milhões. As contas não são apenas impagáveis. São excessivamente detalhadas e incompreensíveis. É impossível avaliar a coe­rência dos valores cobrados. Qual o preço justo de um par de luvas cirúrgicas? E das agulhas hipodérmicas com dispositivo de segurança, na espessura Y, do fornecedor Z? Por que o soro fisiológico custa o dobro do preço cobrado na farmácia da esquina? Como as taxas de materiais e procedimentos são definidas? Como compará-las aos hospitais de mesmo porte?

Todo mundo sabe quanto custa um iPad, uma Ferrari ou um pacote de sabão em pó. Se não sabe, pode descobrir com um simples clique. Bem diferente do que acontece na saúde. Quando está em jogo aquilo que existe de mais precioso – a vida –, o consumidor não encontra instrumentos para exercer seu poder de decisão. Exauridas financeira e emocionalmente, as famílias que recebem contas astronômicas tentam comparar os valores cobrados por medicamentos de baixo custo e materiais básicos com os preços encontrados no varejo. Os hospitais argumentam que essa é uma comparação esdrúxula, porque os custos da assistência numa instituição de alto nível são superiores aos da farmácia da esquina. É um parâmetro imperfeito, sem dúvida. Ainda assim, no obscuro mercado da saúde, é o único disponível ao cliente.

 Nos últimos meses, ÉPOCA seguiu os passos de famílias arrasadas por um duplo infortúnio: uma doença grave e a falência financeira decorrente dela. Analisou as cobranças recebidas por pacientes particulares de hospitais de alto nível: Albert Einstein, Sírio-Libanês e Samaritano, todos na capital paulista. Comparou os valores de insumos e medicamentos básicos com os preços praticados em farmácias e sites de materiais cirúrgicos. Grandes diferenças apareceram. Em março de 2012, o Einstein cobrou da família de H.L R$ 150 por 100 unidades de luvas de procedimento não estéreis. Dois anos depois, ÉPOCA comprou o mesmo item por R$ 30,66 no site da Drogaria Onofre. Em julho de 2012, o Sírio-Libanês cobrou R$ 5,91 por um frasco de 500 mililitros de soro fisiológico 0,9%. Vinte meses depois, ÉPOCA comprou o mesmo produto por R$ 3,20. Em abril de 2011, uma cliente do Samaritano pagou R$ 12,92 por um frasco de 30 mililitros de Rinosoro. Três anos depois, ÉPOCA comprou o mesmo medicamento por R$ 6,88. Os exemplos estão distribuídos ao longo desta reportagem. Procurados por ÉPOCA, os hospitais preferiram não comentar as diferenças encontradas em cada item. A falta de critérios claros para definir preços, que confunde as famílias e esgota economias, afeta todo o sistema de saúde. A indefinição sobre o valor dos produtos e dos serviços contribui para o aumento dos custos. A sociedade gasta mais dinheiro sem, necessariamente, ganhar mais saúde. ÉPOCA pesquisou processos movidos contra pacientes e entrevistou dezenas de especialistas para tentar entender como essas distorções afetam o país. O resultado da investigação é nossa contribuição para o debate informado de um dos temas mais urgentes da sociedade brasileira.

domingo, 4 de maio de 2014

Micróbio de mãe

Por: Lucas Mendes



Consulta de rotina: quais alimentos estão hoje na lista dos envenenados e proibidos?

A carambola é uma surpresa para mim.

Quando era garoto subia no pé e comia carambola enquanto via a tia do amigo tomando banho. Fruta maravilhosa. Agora aparece como veneno para quem tem qualquer fragilidade renal. Nos Estados Unidos ela se chama star fruit e vem da China.

Há a lista básica de "venenos", proibidos para qualquer tipo de rim: pipoca de micro-ondas, margarina em cubos, tomate em lata, molho de salada engarrafado, todas as barras de energia e maçãs não orgânicas. Ameaças da cabeça aos pés.

Sobre alimentos, venenos, bactérias, arqueobactérias, fungos, micróbios, vírus, algumas novidades surpreendentes estão no livro do Dr. Martin Blaise, o "homem micróbio", diretor do Programa do Microbioma Humano da New York University.

Ele estuda um universo de trilhões de microorganismos que vivem dentro de nós e representam 90% das nossas células, quase dois quilos de bichinhos.

Missing Microbes, ou Micróbios Desaparecidos, é o título do livro que examina porque, nos últimos 70 anos, aumentaram doenças como asma, alergias, diabetes, obesidade, colites ulcerosas e a doença de Crohn. Os suspeitos são duas grandes conquistas do século 20: os antibióticos e as cesarianas.

Os efeitos negativos dos abusos de antibióticos já estão há um bom tempo na mira da ciência e da imprensa. MRSA (a sigla inglesa para Staphylococcus Aureus Resistente à Meticilina) é uma doença infecciosa provocada por uma bactéria resistente a qualquer antibiótico e mata 19 mil americanos por ano, mais do que Aids. Há uma nova tuberculose não menos resistente a antibióticos.

No laboratório, o Dr. Blaise alimentou ratos com comida gordurosa. Engordaram. Acrescentaram antibióticos e os ratos ficaram obesos. Ele concluiu que o antibiótico potencializa o efeito da gordura.
Os efeitos da cesariana são menos conhecidos. Blaise conta que o momento decisivo na vida do bebê é quando as membranas se rompem, a bolsa de água estoura e o bebê começa a sair numa viagem única, intensa, dramática.

Nela, o bebê é exposto às primeiras bactérias do mundo, as da mãe, que estão no canal de saída. Durante o trabalho de parto, os bebês se banham e engolem o "suco" de micróbios vaginais da mãe, um poderoso esterilizante.

O médico cita quatro estudos comparativos de bebês que nasceram de partos normais e através de cesarianas. Foram feitos em Boston, Londres, Canadá e Brasil. Bebês que nasceram em partos convencionais têm o microbioma das mães e são mais sadios. É impossível identificar os microbiomas dos cesarianos, mas eles são mais frágeis.

Maria Gloria Rodrigues e Robin Knight hoje pesquisam três tipos de bebês. Os de partos naturais, os cesarianos e os cesarianos que receberem uma colher do "suco" vaginal. Os resultados vão sair no próximo mês.

Dr. Blaise, homem avesso aos abusos dos antibióticos, vê futuro nos probióticos, centenas de produtos que vão reforçar nossos exércitos de bons micróbios, bactérias, fungos, etc..., mas desconfia dos que estão hoje nas prateleiras, porque não há nenhum tipo de controle. É só uma questão de tempo.

Um dia alguém produzirá "sucos" vaginais milagrosos, sob medida, com os micróbios das mamães.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Piada de Páscoa: o povo mais preguiçoso do mundo acusa brasileiro de ser vagabundo

Por: Nirlando Beirão


The Economist, a revista que se diz radical de centro mas que na verdade é porta-voz da direita financista, publica nesta edição ampla matéria acusando o brasileiro de ser preguiçoso.
“50 anos de letargia” é o título do texto (a imagem é de alguém deitado numa rede).

Diz que nossa economia só vai voltar a crescer quando o trabalhador brasileiro “sair da letargia”. Compara com o desempenho de chineses e indianos com base num índice de produtividade “estagnado desde os anos 60”.

Claro que o texto do Economist soa como música aos ouvidos daqueles adeptos do darwinismo social – que não são poucos, aliás – prontos para botar no povão a conta de todos os nossos males e nossos atrasos.

Uma cantilena que vem da escravatura: nossa elite operosa e culta sendo obrigada, coitadinha, a conviver com a indolencia, a malemolencia, a malandragem do populacho.

Essa ralé que só pensa em sexo, samba e futebol.
O que The Economist faz é reproduzir um tremendo estereótipo que, no entanto, encanta muitos dos próprios brasileiros e que tem obviamente como gancho oculto a Copa do Mundo. Sem paranoia: por causa da competição que se aproxima, está todo mundo de olho no Brasil e ninguém vai aliviar a nossa cara.

Vai ser um prato cheio para quem está louco, aqui ou lá fora, para requentar aquele nosso velho complexo de vira-lata. Se temos a sétima economia do mundo, e logo chegaremos a ser a sexta, deve ser por sortilégio divino – não pelo trabalho de nossa gente.

Chegaremos a sexta economia, logo, logo, eu disse – em cima sabe de quem? Do Reino Unido. Dor de cotovelo é mesmo péssima conselheira.

The Economist prima pela hipocrisia: nenhum povo no mundo trabalha menos do que os ingleses (recente paper da London School of Economics sugere uma carga horário seminal de 20 horas, para diminuir o desemprego). Eles são hoje 2,5 milhões de sem-trabalho. Adoram um feriado e um expediente camarada.
Foram os inventores da instituição do bridge – ou ponte, o feriadão prolongado.

Mais da metade da população se encosta em algum tipo de muleta oferecida pelo governo (previdencia social, seguro desemprego, etc). E nós é que somos vadios!
De mais a mais, o país do The Economist tem grande apreço por seus desocupados históricos: a realeza.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Por que a 'geração selfie' não consegue emprego nos EUA?

Meus estimados Leitores(a) mais uma vez quero agradecer a todos vocês que diariamente prestigiam este blog com vossa presença!
A nota a seguir trata-se de um problema antigo que conhecemos a muito tempo aqui em terras tupiniquins, e só para recordar não é de agora que venho mostrando a vocês o quanto está cada vez mais parecida  á nossa realidade , á atual situação dos Nortes Americanos.
Pri:-)
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Muitos nos Estados Unidos comemoraram as estatísticas, recém-divulgadas, indicando que o desemprego no país se manteve em 6,7%, mas o cenário ainda é preocupante para os jovens que estão entrando no mercado de trabalho.

A taxa de desemprego para pessoas entre 20 e 24 anos chegou a 12,2%, enquanto para aquelas com 16 a 24 anos bateu em 14,5%.

Má reputação

Quem faz parte desta geração costuma ter uma má reputação. Diz-se que eles são "incapazes de desenvolver seu potencial e viciados em redes sociais e nas autorretratos conhecidos como 'selfies'", escreve Seth J. Carr no jornal Chicago Tribune.
Mas apesar da mania por "selfies", há outras razões para estes jovens estarem sem emprego.

Estar desempregado não é uma escolha para muitos deles, segundo Tim Donovan, do site Salon. Nesse grupo, há muitos "jovens pobres, com pouca educação e quase sempre de minorias" que não conseguem arrumar emprego.

Rachel Lu, professora de Filosofia da Universidade Saint Thomas, escreve no The Federalist que os pais dos jovens desta geração - nascidos durante o boom demográfico do pós-guerra - aconselham seus filhos a ir atrás de seus sonhos e aproveitar as oportunidades de autossuperação em vez de "estabelecer raízes".

"O principal objetivo destes novos adultos de hoje em dia é aperfeiçoar-se", diz a pesquisadora. "Supõe-se que as responsabilidades em relação a outras pessoas farão parte de suas vidas só mais tarde."

Lu acredita que não é certo colocar toda a culpa nestes jovens. A economia
americana atual não está em marcha lenta por causa deles.

Em seu blog na American Interest, Walter Mead comenta que esses jovens adultos precisarão se ajustar. Eles "pensam que podem ficar sentados sem fazer nada até que o governo e a economia lhes ofereça um posto de trabalho".

"Não é como o mundo funciona hoje. Em meio ao redemoinho da nova economia da informação e de serviços, eles terão que criar seus próprios empregos se quiserem trabalhar", afirma Mead.

Empresa própria

É provável que isso seja algo positivo, já que grande parte desses jovens terá que enfrentar uma batalha ladeira acima para encontrar um emprego estável tradicional.

Um estudo realizado pela emprega de Recursos Humanos Adecco descobriu que as chances de esses jovens serem contratados por empresas são três vezes menores em comparação com trabalhadores mais experientes, considerados mais "responsáveis" e "profissionais".

Muitos jovens adultos estão optando por aventurar-se na criação de uma empresa própria, por exemplo criando programas de computador e celulares, porque acreditam que ter um trabalho com um propósito maior é melhor do que ter um emprego que não lhes traz satisfação.

Isso não é sinal de preguiça, escreve Zachary Karabell para a revista Atlantic, mas uma "evidência de que se trata de uma geração de universitários recém-formados que não aceita qualquer coisa, o que é bom para o nosso futuro".

Outras pessoas consideram pouco realista esse desejo dos jovens de ter seu próprio negócio ou esperar pelo emprego perfeito. A geração Y tem que aceitar um lugar de trabalho tradicional, escreve Jewelyn Cosgrove, do Policy Mic:
"Muitos destes jovens tem dependido de trabalhos freelancer para sobreviver durante a crise econômica. Essa geração, na qual me incluo, se esquece do valor das habilidades obtidas em um ambiente de trabalho tradicional."

Mesmo que Cosgrove pense que estes jovens estejam mal preparados para enfrentar a economia de hoje, ela não perdeu completamente a fé neles: "Temos sido pisoteados e caluniados pelos meios de comunicação, mas mantemos nossa esperança".


Fonte: BBC