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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Com crise, europeu corta celular, cinema e academia

Desde do ano de 2008 o numero de pessoas que passaram a  conviver diretamente com a Crise Financeira teve um aumento significativo. Para a maioria que via em seus hábitos corriqueiros uma enorme necessidade em mante-los acima de qualquer prioridade, isso foi um xoque de realidade muito grande.
Para aquelas pessoas que desde sempre viveram em necessidades extremas não a nada de novo em ter que optar pelo almoço de hoje ou garantir a janta de amanhã,muitos menos para aqueles que todos os dias vasculham as latas de lixo atrás de algo para comer.
Então é isso meus queridos leitores(a) mas uma vez trago a você está nota que vem nos mostrar como os Europeus estão revendo seus conceitos  para dar prioridade  aquilo que mais necessitamos: A Alimentação.

Com crise, europeu corta celular, cinema e academia




ÁLVARO FAGUNDES
DE SÃO PAULO
Salas de cinemas mais vazias, restaurantes sem filas de espera, linhas de celular que não têm mais dono e aparelhos de musculação, outrora concorridos, que passam horas sem gerar suor.

Esses são alguns dos reflexos na vida real dos europeus, fruto de uma crise que teve início em 2008 e parece cada vez mais grave, apesar dos inúmeros planos e promessas elaborados pelas autoridades nesse período.

A retração do PIB, apontada pelos dados oficiais, mostra a economia mais fraca no continente, mas outros indicadores retratam melhor a cara "humana" da crise.
Os europeus estão cortando na carne e, muitas vezes, além dela.

O número de pessoas nos cinemas caiu 0,4% na União Europeia no ano passado, após recuar 1,8% em 2010.

Porém, esse número é muito grave nos países que estão no olho da crise. Na Espanha, a venda de ingressos teve queda de 7,1%. Na Itália, foi ainda pior: 7,9%.

"Eu saio muito menos", afirma a espanhola Cristina Rial, 28. "Tenho que comer e viver. O resto é luxo. Não deveria ser, mas é assim que é."

Desempregada nos últimos meses (quase um quarto dos espanhóis não tem trabalho, taxa que não tem similar no bloco), ela deixou de ir a concertos, o que costumava fazer semanalmente.

RESTAURANTES VAZIOS

Não é só a cultura que perde com os problemas de uma economia que deve encolher 1,7% neste ano e continuar a perder força em 2013, de acordo com o FMI. Nos últimos três anos, 12 mil bares, restaurantes e similares (de um total de 232 mil em 2009) fecharam suas portas.

"Nós costumávamos fazer certas coisas, como sair para jantar de vez em quando ou sair de férias uma vez ou outra. Nada de extravagância. De repente, tudo acabou", afirma a também espanhola Mercedes González, 52.

Ela perdeu o trabalho em uma loja de sapatos em 2007. No ano seguinte, foram o seu marido e o filho.

"Você tem que usar menos luz, menos gás. Começa a cortar coisas de que não precisa realmente para que possa comer. Atividades de lazer não têm mais vez."

De uma família com renda mensal de € 2.500 (cerca de R$ 6.000), os González vivem hoje com aproximadamente um terço desse valor, graças aos benefícios concedidos aos desempregados.

Na Itália, que também deve encolher neste ano e no próximo, 3.400 restaurantes deixaram de funcionar no ano passado, contrariando a tese do então premiê Silvio Berlusconi, que disse no fim de 2011 que não havia crise porque "nossos restaurantes estão cheios de gente".

Segundo pesquisa, 78% dos italianos reduziram suas idas a restaurantes.
Em Portugal, uma das consequências da crise da recessão é que as pessoas deixaram de frequentar as academias de ginástica: 20% das empresas do setor encerraram as operações, por falta de gente para colocar os músculos para trabalhar.

A economia do país está em recessão, e 15,4% das pessoas estão desempregadas.
Na Espanha, o corte de gastos também se deu na telefonia. Mesmo com recessão e desemprego, o número de celulares continuou crescendo até novembro de 2011. Não mais: desde então, 1 milhão de linhas foram abandonadas (de 55 milhões).
ss







Aproveito também para agradecer a todos vocês que sempre passam por aqui e também aos novos seguidores, muito obrigada sejam todos bem vindos!!!

Pri®





















sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Enganação do Flúor /The Flouride Deception


The Fluoride Deception (A Enganação do Fluoreto), uma entrevista com o autor, Christopher Bryson, do livro com o mesmo nome do filme, demonstra que o fluoreto usado em nossa água é uma substância altamente tóxica e que até nas concentrações usadas na água, produz doenças físicas, limita nossa inteligência e reduz nosso nível de energia. Por isso, o uso de água fluoretada está proibido em todos os países da Europa com exceção da Irlanda e existe um forte movimento Internacional para educar a população e eliminar o fluoreto das nossas torneiras.
            O autor resume a história do uso da água fluoretada e como isso foi o projeto da indústria norte-americana junto com o governo dos EUA para evitar ou ganhar processos na justiça das pessoas ou das famílias das pessoas que trabalhavam em ou moravam ao redor das suas fábricas. 

A idéia era, desde o inicio, enganar o público norte-americano, através de pesquisas com resultados distorcidos e propaganda manipuladora, para fazê-lo pensar que o fluoreto é uma espécie de nutriente essencial a prevenir caries e que conseqüentemente o uso do flúor e seus compostos é seguro na indústria e nas fábricas que produzem armas nucleares.

            O filme ilustra os casos de alguns cientistas cujas carreiras foram estragadas por ousar apresentar pesquisas sérias questionando o uso de água fluoretada. É um chamado, não somente para mobilizarmos para tirar o fluoreto da nossa água, mas para entender a estrutura da dominação da ciência e da mídia típica, que não permitem a disseminação dessa informação sobre o uso de fluoreto.

            Além do filme, veja o site. www.fluoridealert.org para ver referências às 1.100 pesquisas indicando os problemas com água fluoretada e para um volume imenso de outras informações sobre o assunto.
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Postado por: ByPrila                    Fonte: DocVerdade




segunda-feira, 25 de abril de 2011

Autismo feito nos EUA / Autism Made In U.S.A (2009)

Mais tragédias criadas pelos americanos veja o dilema e sofrimento de familias norte americanas, que Vacinaram seus filhos e amargam até hoje os efeitos, maléficos dessas Vacinas.
 
(EUA, 2009, 101min. - Direção: Gary Null)
Alarmante!
Autismo causado por vacinação? Você nunca ouviu falar disso? E você acha que a vacinação é fantástica. Talvez porque o "lobby" da indústria farmacêutica não queira que você saiba de toda a verdade. Mas nos EUA, bilhões de dólares foram pagos aos pais que tiveram seus filhos com autismo provocado pelo uso de vacinas.
A causa está principalmente no mercúrio, o elemento químico não radioativo mais venenoso da natureza, presente nessas vacinas, nos agrotóxicos e em outras produtos disponíveis legalmente no mercado.
Intensa movimentação de ativistas tem exigido retratação dos governos e a mundança desse cenário. Mas a mídia ainda tenta esconder os fatos.
O documentário também mostra os casos fantásticos de recuperação de autistas através de um tratamento não convencional.

Assistir diretamente no Youtube (10 partes).
ATENÇÃO: Para ver as legendas, ir diretamente para a página doYoutube e clicar no ícone "Interactive Transcription" ao lado do ícone da bandeirinha "CC" Contém Legendas PT ou INGLÊS.
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Fonte: Blog Qual Caminho Seguir?      Postado por: ByPrila