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sábado, 27 de julho de 2013

Virar americano 'faz mal para a saúde'



Um número crescente de pesquisas científicas estão chegando a uma conclusão que vai no sentido contrário da filosofia do "sonho americano": virar americano pode fazer mal para a saúde dos imigrantes.
Grafite de rua
Os americanos de origem hispânica vivem em média três anos a menos que a geração dos seus pais. E a expectativa dos imigrantes originais é reduzida quanto mais tempo eles passam nos Estados Unidos.
A explicação pode estar no estilo de vida, diz o correspondente da BBC Brasil em Washington, Pablo Uchoa. Mas pode ser também uma questão de atitude.

sábado, 20 de abril de 2013

Voltemos a Escória...Politica Norte Americana e o Extremismo Sionista

Estimados leitores após uma breve pausa aqui estou novamente e como de costume mais uma vez sou grata a todos aqueles que prestigiam este blog.
Hoje trago para compartilhar convosco 2 Videos. Neste primeiro Vídeo podemos nos certificar de como os Judeus nos vêem como Gado ou na forma de "Jumentos" pois se um desses "jumentos" vier a morrer em pleno trabalho é prejuízo pois nele foi investido muito dinheiro.


Neste 2 Vídeo Louis Farrakhan explica como os EUA destabiliza outros países usando de meios sórdidos e asquerosos para cumprirem suas metas, e com isso levando a população a crerem que os fins justificam os meios.


Assistam aos Videos  lembre-se que: Consciência é o que todo ser humano deveria ter de melhor, pois é a partir daí que seu caráter inspirará a formação de outras virtudes.

Atenciosamente:ByPrila


Agradecimentos ao Blog Qual Caminho Seguir?

terça-feira, 31 de julho de 2012

Jornal austríaco usa montagem em foto de família deixando cidade síria


 

Jornal austríaco usa montagem em foto de família 

Jornal Austríaco

Como manipular as imagens da Síria

 
Pelo que se vê, para alguns é certamente fácil: se tira uma foto distribuída por uma agência de notícias que reflete uma cena cotidiana em alguma cidade Síria (se puder com um bebê nos braços, melhor), pegue o Photoshop ou algum programa similar de retoque fotográfico, desapareça com o fundo original e sustitua pelo cenário de um bombardeio. E “voilà”, aqui temos uma cena dramática que dará a volta ao mundo.
A tosca manipulação não é obra de nenhum grupo radical nem foi distribuida através de fórums ou redes de Internet. Foi realizada e publicada, nada mais e nada menos, que pelo ‘Kronen Zeitung‘, o jornal de maior tiragem da Áustria (com uns 3 milhões de leitores diários), e com ela queria ‘ilustrar’ o desespero dos habitantes de Alepo inmersos na guerra que destrói o país.
A foto original foi tirada e distribuída no passado 26 de julho pela agência European Pressphoto (EPA). A manipulação foi publicada dois dias depois.
Isso sim, a fraude sim foi colocada em evidência, uma vez mais, na Rede. Para que logo nos venham com isso de jornalismo ‘sério’ versus ‘os perigos’ da Internet e ou mídia social.

sábado, 21 de julho de 2012

“A sociedade atual é modelada pelo medo”


“A sociedade atual é modelada pelo medo: medo da fome, medo do desemprego, medo da pobreza, medo do terrorismo, medo da guerra, medo das alterações clima, medo de epidemias e medo de estranhos. Medos de inimigos visíveis e invisíveis, alguns reais e outros criado e impingidos à nossa sociedade. Sob o medo da fome, milhares são obrigados a emigrar, deixando para trás o seu país e, por vezes, a sua cultura, em nome da abundância e prosperidade que nem sempre correspondem à realidade. Sob o medo do desemprego, as pessoas são levadas a aceitar empregos degradantes, tanto para a mente como para o corpo, tornando-se quase escravos dessa parca fonte de rendimentos, que poderá cessar quando já não servir os interesses dos patrões.”
Pedro Cipriano
Nova Águia, número oito

Nas justas palavras de Pedro Cipriano, depois da Idade da Pedra, da Idade do Bronze, do Ferro e do Aço, vivemos hoje numa autêntica “Idade do Medo”. O termo pode parecer exagerado, mas de facto nunca houve tantos direitos e garantias formais e nunca estes foram tão falhos de aplicação. Teoricamente, vivemos num Estado de Direito, na prática, viemos condicionados de múltiplas maneiras e os poderosos possuem hoje à sua disposição de um leque cada vez mais abrangente de ferramentas para imporem a sua vontade sobre os mais fracos.
Os dois principais mecanismos que deviam assegurar a democracia contra os tiranos (económicos ou políticos) estão sequestrados: a Justiça é livremente manipulada pelos ricos que abusam do recursos e das prescrições para a subverterem e a Democracia Parlamentar que está limitada pelo monopólio da partidocracia,  da bovinização popular induzida pelos Media (reféns do poder económico) e por valores absolutamente notáveis de abstencionismo crónico.
O Medo manda. Os poderosos aplicam-no em doses cuidadosamente calculadas por forma a manterem uma ilusão de legalidade e democracia e os pobres aceitam-no sem protestarem enquanto se deixam entreter (pão e circo) por doses massivas de Bola e “diversão” de massas,  docilizante e acefalizante.  Condicionado pelo Medo, o Povo vegeta e, com ele,  todo um país que se deixa assim resvalar para um regime cada vez mais autocrático e sujeito aos grandes especuladores e “empresários” não-produtivos.
Portugal é hoje o País de múltiplos medos e,  sabendo-se que teremos durante pelo menos dez anos,  taxas de desemprego superiores a 12% então estão criadas todas as condições para que esta situação seja cada vez mais intensa e severamente penalizadora da própria energia anímica do país para o conseguir fazer erguer da situação quase terminal em que hoje se encontra.

Fonte: Quintus

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Kadima deixa coalizão de governo em Israel

Shaul Mofaz, líder do partido Kadima em Israel
O partido Kadima anunciou nesta terça-feira que saiu da coalizão de governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu por causa de um desentendimento sobre a obrigatoriedade do serviço militar para judeus ultra ortodoxos.
O Kadima é o maior partido no Parlamento israelense e ingressou na coalizão em maio, evitando assim a antecipação do pleito.
Netanyahu perde assim a ampla maioria entre os legisladores. O premiê negou especulações de que, após a saída do Kadiam, convocaria eleições.
O mandato atual do Parlamento israelense acaba em outubro de 2013
Atualizado em  17 de julho, 2012 - 15:02 (Brasília) 18:02 GMT


Israel derruba a isenção de judeus ultraortodoxos e árabes do Exército

O partido governante de Israel, Likud, aprovou por unanimidade um plano que acabaria com as isenções ao serviço militar dos judeus ultraortodoxos e dos árabes israelenses.
A questão é polêmica em Israel, onde milhares de pessoas que serviram no Exército se manifestaram para pedir que a responsabilidade seja compartilhada entre todos os cidadãos do país.
Após a votação, o governo afirmou que o presidente Binyamin Netanyahu chegou a um acordo com o líder do partido Kadima, Shaul Mofaz, que participa da coalizão do governo, para criar uma comissão que elabore a proposta de uma nova lei de recrutamento.

Atualizado em  8 de julho, 2012 - 10:11 (Brasília) 13:11 GMT


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Massacre no Paraguai...Seis policiais e onze camponeses foram mortos durante um desalojamento de trabalhadores sem-terra



A morte de seis policiais e de onze camponeses durante um desalojamento de trabalhadores sem-terra de uma fazenda na sexta-feira em Curuguaty, 250 km a nordeste de Assunção, revela uma antiga disputa pela propriedade da terra no Paraguai, país marcado pela desigualdade social.

"O Paraguai está sentado em um barril de pólvora. Teve que acontecer esta tragédia para que as autoridades voltassem a olhar com seriedade as exigências camponesas", disse à AFP Corsino Coronel, líder dos sem-terra.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Argentinos protestam contra Cristina Kirchner

Aproximadamente 5 mil pessoas protestaram na noite de quinta-feira contra o governo argentino e o controle sobre a venda de dólares - em uma manifestação organizada por meio de redes sociais. A ação ocorreu na Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, a sede do governo, na capital Buenos Aires.

O protesto acontece sete meses após a reeleição da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, com 54% dos votos, e um dia após ela afirmar que trocaria seus depósitos pessoais em dólares por investimentos em moeda local, o peso.
No discurso, Cristina pediu que ministros e outras autoridades do governo seguissem o exemplo para que seja "superada a cultura argentina" de pensar em dólares.
O governo decidiu controlar a venda da moeda americana desde novembro do ano passado e nos últimos dias intensificou o controle da venda das divisas.

Analistas econômicos observam que tradicionalmente os argentinos de classes média e alta poupam em dólares, especialmente em tempos de inflação alta ou de desconfianças nas medidas governamentais.
A manifestação de quinta-feira é terceira em pouco mais de uma semana. Nos dias 1 e 2 de maio, protestos semelhantes ocorreram em Buenos Aires, mas em menor escala.
Os manifestantes bateram panelas e ergueram cartazes que exigiam, além do fim do controle sobre a venda de dólares, o combate à corrupção, à inflação e à insegurança pública.

Redes sociais

O protesto foi convocado pelo Twitter e pelo Facebook. A concentração na Praça de Maio aconteceu após caminhada dos manifestantes batendo panelas pelas principais avenidas da cidade, como a Santa Fé, no bairro da Recoleta, e Nove de Julio, no centro.
Também ocorreram protestos nos bairros de classe média Belgrano, Caballito, Flores, Palermo e San Telmo. Foi registrado ainda um panelaço em frente à residência presidencial de Olivos, na zona norte da província de Buenos Aires.

"O problema não é o dólar, é a inflação. Os argentinos estão tentando proteger seu dinheiro e o governo ainda está em tempo de resolver este problema", afirmou o ex-presidente do Banco Central, o economista Martín Redrado, critico do governo.

"Quando os argentinos sentem a inflação e percebem que o dinheiro não chega até o fim do mês então passam a prestar ainda mais atenção nos casos de corrupção do governo. É o que está acontecendo", disse a analista Mariel Fornoni, da consultoria política Managment&Fit.

Em 2008, protesto similar foi realizado em Buenos Aires e outras cidades do país pedindo "diálogo" da presidente com produtores rurais que realizavam paralisação. Cristina não costuma conversar com opositores, segundo observou a senadora e jornalista Norma Morandini.


Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 6 de junho de 2012

ENQUANTO ISSO NOS EUA: POBRES SÃO ENTERRADOS EM VALAS !



Trinta mortos eram enterrados em vala comum no subúrbio de Chicago quarta-feira, devido à falta de capacidade financeira para fornecer pessoal e custos de aterros funerários cobertura como essas pessoas estavam vivas. Valas comuns, embora até agora
criado principalmente em países do terceiro mundo, a maioria está cada vez mais emergente em os EUA como um resultado da crise económica.

Os corpos sem vida de trinta pessoas foram transferidas para o Homewood cemitério Memorial Gardens, 25 quilômetros a sudoeste de Chicago, e até mesmo a seção especial criada para aqueles que não podem pagar para assegurar-se de um funeral decente. Durante o enterro em massa, não comparecer a quaisquer parentes ou amigos do morto.

A existência desta parte do cemitério veio à tona no ano passado, provocando discussões sobre a necessidade de uma legislação mais rigorosa para limitar a arbitrariedade no que diz respeito à forma como o sepultamento nos cemitérios.No entanto, a crise financeira aguda levou a cidadãos indigentes de crescimento sustentado e as autoridades estaduais não adotaram as medidas necessárias que lhes darão uma maneira mais humana de licença funeral, quando suas vidas.






Fonte: Anti-NTP

terça-feira, 5 de junho de 2012

Jubileu dos Oprimidos

Enquanto a maior parte dos olhares Ingleses voltaram-se para o Jubileu da Rainha...
uns poucos e corajosos estavam a protestar pela desigualdade e medidas de austeridades que assolam o País.

Críticos da 'vida de luxo da realeza' passam longe do Jubileu

Enquanto muitos britânicos estão celebrando o jubileu de diamante da rainha Elizabeth 2ª em festas de rua e comemorações oficiais, outros estão aproveitando a ocasião para reforçar suas críticas à monarquia. O Reino Unido celebra, entre sábado e terça-feira, um feriado prolongado pelos 60 anos do reinado de Elizabeth 2ª, com cerimônias que vão desde um monumental passeio de barcos pelo rio Tâmisa, neste domingo, até um show de música no palácio de Buckingham, na segunda-feira.

Mas Londres e outras grandes cidades britânicas também estão sendo palco de pequenos protestos, organizados por pessoas que rejeitam o fato de o país ter uma chefe de Estado que não foi eleita pelo voto popular. Pesquisas de opinião mostram que as celebrações do jubileu elevaram a popularidade da família real.


Críticos da monarquia, porém, estimam que a família real implique gastos de cerca de R$ 646 milhões por ano por causa do alto custo com segurança, sobretudo quando há grandes eventos, como o casamento do príncipe no ano passado e o Jubileu neste ano.


Ao mesmo tempo, muitos criticam as despesas com a festança - só o passeio de barco pelo rio Tâmisa custará o equivalente a R$ 30 milhões, que serão financiados de forma privada. 


Mas os gastos de segurança recairão sobre os bolsos dos contribuintes. A BBC News colheu o depoimento de alguns de alguns cidadãos comuns que não veem nada para comemorar neste jubileu.

 Steve Hughes, morador do norte da Inglaterra, vai aproveitar o feriado para sair do país. "A ideia de celebrar a vida de luxo da rainha me faz passar mal", disse ele. "Estava discutindo a monarquia (com amigos no pub) e muitos lembraram que essas celebrações estão acontecendo num momento de austeridade (na Grã-Bretanha), em que muitos estão perdendo seus empregos.

Os privilégios da realeza também incomodam Ian Stephenson, de Consett (norte inglês). "Não entendo porque uma pessoa pode ser colocada acima de outras", disse. "O sentimento monarquista certamente existe em muitas pessoas, mas não para a maioria. Há uma maioria silenciosa que não liga para isso. E há alguns, como eu, que abominam essa palhaçada."

Steve Gauge, de Caterham, sul de Londres, também vai protestar. "Farei um protesto antimonarquia perto da Tower Bridge (parte leste do rio Tâmisa) neste domingo. Já é tempo de termos um chefe de Estado eleito em vez desta farsa ridículas e cara", disse. "Ao redor do mundo, as pessoas estão se levantando pela democracia. Um político tem que ser alguém eleito pelo povo, e ninguém escolheu a rainha."

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Serie de Videos sobre a Crise Mundial



Africanos vivem em florestas na Espanha



Quando a Crise nos deixa sem chance...



Há o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas, não há o suficiente para a cobiça humana.


As imagens a seguir meus estimados leitores(a) são para que possam observar e analisar.
E deixo está questão em evidência:  O que essas imagens tem em comum  levando em conta seu  País de origem? Será que a miséria está se internacionalizando?
Paquistão
Irlanda

México


Grécia

EUA
Xangai
Palestina


Tibet 















































Bulgária

China

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Espanha reforça repressão para que "mais gente tenha mais medo do sistema"

Rajoy quer criminalizar manifs não autorizadas e convocatórias de protestos via redes sociais.
A resistência passiva usada nos piquetes na greve geral espanhola ou nas ações dos "indignados" passará a ser criminalizada. E quem convocar um protesto nas redes sociais será considerado membro de associação criminosa.
 Se as medidas que o Governo de Rajoy tem proposto nos últimos dias estivessem em vigor no 15 de maio do ano passado, provavelmente não haveria lugar nas prisões espanholas para prender tanta gente. É que entre elas está a de considerar um "atentado à autoridade" a presença em protestos não autorizados pela delegação local do Governo ou a desobediência à ordem de dispersão policial. Ora foi isso justamente que se passou na madrilena Praça do Sol em maio de 2011, quando se juntaram muitas dezenas de milhares de pessoas no evento que ficou conhecido pela sua data, 15-M, e que se prolongou por vários meses no local.
 
Os incidentes ocorridos durante a greve geral do último dia 29 de março, que opuseram piquetes e grupos de manifestantes à polícia armada com balas de borracha e gás lacrimogéneo, e a previsão de que o tom dos protestos vai subir a par das medidas de austeridade contra  jovens, trabalhadores e desempregados, foram o pretexto ideal para o governo de Rajoy ameaçar com o endurecimento da repressão.
 
Segundo informa o Publico.es, a intenção do Governo é a de equiparar os manifestantes aos jovens participantes da "kale borroka" nas ruas do País Basco, uma espécie de guerrilha urbana de baixa intensidade que durante décadas vandalizou agências bancárias, edifícios do governo e promoveu incontáveis batalhas de rua com a polícia. Ou seja, na prática irá enquadrar o protesto político na alçada da lei antiterrorista.
 
Os incidentes desta greve geral em Barcelona fizeram o conselheiro do Interior do governo catalão reclamar mais repressão "para que mais gente tenha mais medo do sistema". Felip Puig defendeu a ação policial durante a greve geral, apesar dos inúmeros relatos de agressões policiais a pessoas que nem tinham participado em qualquer manifestação. Pela primeira vez, dos 79 detidos na manifestação da greve geral, oito ficaram presos. Outras oitenta pessoas ficaram feridas nos confrontos com a polícia.
 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Grécia vai "alugar" os seus polícias



O ministério da Protecção Civil da Grécia decidiu alugar os agentes da polícia para arrecadar fundos e equilibrar os gastos com as forças de segurança.
 
Em breve, vai ser possível “alugar” um polícia na Grécia. Os privados poderão contratar os serviços de um agente por 30 euros à hora, ou mesmo um carro de patrulha por 10 euros à hora, informa a agência Efe.

De acordo com uma circular do próprio ministério, citada pelo diário espanhol “Expansión”, poderão alugar-se os serviços da Polícia para “escoltar explosivos ou materiais perigosos, objectos privados de grande valor como obras de arte e dinheiro” e também para o treino de forças de segurança privadas, e para a participação em filmes e séries televisivas.

A circular sublinha que estes serviços só podem ser requeridos “em casos específicos” e “não sujeitos a previsões relacionadas com a ordem pública e a segurança”.

“Não se trata de qualquer um pegar no telefone e pedir um polícia de aluguer”, explicou fonte policial à agência Efe, em Atenas.

“Os pagamentos serão incluídos no orçamento do Estado, como um benefício, e serão usados para cobrir o custo de equipamentos e infra-estruturas da Polícia grega”, informou o ministério da Protecção Civil, em comunicado.
 
O aluguel de uma hora dos serviços de um policial custará 30 euros (pouco mais de R$ 70) para particulares, ou companhias cinematográficas.

Um porta-voz policial disse que este tipo de serviço era oferecido gratuitamente em circunstancias excepcionais, mas seria agora uma forma de o país economizar dinheiro.

A Grécia passa pela maior recessão em sua história moderna.
 
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Postado por:ByPrila                       Fonte: NegociosOnline

sexta-feira, 6 de abril de 2012

No País da Maravilhas Cresce a Bolha dos Indignados(Parte 2)

Querido leitor,o post anterior falou sobre como anda a situações dos espanhoís e sua saga em busca de emprego. Agora vamos falar como anda as coisas por aqui no nosso país.Nos últimos dias tenho escutado muito o termo País das Maravilhas quando se referem ao Brasil nos meios de comunicações. Meditando sobre está frase me recordei de ter ouvido no rádio o locutor fazer referencia a edição de uma determinada revista na qual trazia o assunto: Chineses disputam vagas de emprego em SP e no Rio de Janeiro.

Novidade isto não é pois, não é de hoje que estrangeiros estão a circular por aqui atrás de oportunidades de emprego que não encontram em seu país de origem. Visto que quando aqui chegam recebem tratamento de primeira e lhe são oferecidas as melhores vagas . Interessante é o fato de que para os nacidos aqui neste País da Maravilhas não há empregos. Segundo recente pesquisa realizada pelo IBGE o  desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE) aumentou de 5,5% em janeiro para 5,7% em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego.

Em fevereiro, a população desocupada somou 1,4 milhão de pessoas.

Por regiãoEm fevereiro, sobre janeiro, São Paulo registrou taxa de desocupação de 6,1%, após ter exibido 5,5% na apuração anterior. Na comparação anual, o índice recuou em Recife, Salvador e Belo Horizonte. No Rio de Janeiro, subiu e, em Porto Alegre, ficou estável.
A quantidade de desocupados somou 1,4 milhão de pessoas nas seis regiões pesquisadas, ficando estável sobre o mês anterior. O contingente de desocupados cresceu 12,5% em São Paulo e ficou estável nas outras regiões. Na comparação com fevereiro de 2011, o contingente de desocupados caiu 8,6%. Os maiores destaques partiram de Recife, Salvador e Belo Horizonte (24,4%). 

Nota: A entrevista abaixo foi realizada no final do ano passado durante uma cerimonia de graduação na qual os recém-formados revelam suas frustrações e indignação em saber que o mercado de emprego não é capaz de absorver-los.

Mercado de emprego é sombrio e penoso para recém-graduados

Revelaram os próprios ao Canalmoz durante a cerimónia de graduação

  Na sexta-feira foram graduados 988 estudantes de diversos cursos e níveis académicos, pela Universidade Eduardo Mondlane. Esta graduação acontece numa altura em que os recém-formados reclamam contra a falta de oportunidade de emprego no mercado. A maioria dos graduados abordados pela nossa Reportagem não escondeu a sua indignação por o mercado de emprego não estar capaz de os absorver  

Maputo (Canalmoz) – Estão formados, têm um diploma mas não têm perspectiva de emprego. Muitos que os antecederam continuam sem emprego. O seu futuro é sombrio. A alegria de receber o diploma é de pouca dura. A história repete-se. Os graduados pela Universidade Eduardo Mondlane na última sexta-feira, na sua esmagadora maioria, admitem que estão “mal”. Sem emprego. O mercado de trabalho não consegue absorvê-los. A procura de emprego tem sido, para milhares de graduados em circunstâncias idênticas anteriores, a luta dia-a-dia. 

Planeia-se muito, alimentam-lhes cada dia muitas esperanças mas para muitos graduados a procura de emprego, depois da festa da graduação passa a ser um martírio constante que apenas uma ínfima parte acaba por conseguir superar.

Buscam emprego sem sucesso. Recorrem a tudo: anúncios públicos, pedem para estagiar, andam de porta em porta nas instituições públicas e empresas de todo o tipo. A resposta é quase sempre a mesma: “Ainda não temos vagas. Aguarde a nossa chamada”.

A nossa Reportagem, na sexta-feira última, durante a cerimónia de graduação, no pavilhão desportivo do Campus universitário da UEM ouviu os recém-graduados e de uma forma geral mostraram-se preocupados pelo facto de correrem o risco de desaprender o que tinham assimilado durante a formação, devido aos longos períodos de espera por emprego. Esta preocupação não é apenas desta leva de graduados. Os que os precederam andam desesperados e os que ainda estão em formação, também. De que vale estudar para depois o mercado de trabalho não estar capaz de os empregar? Começa a resumir-se nisso o drama de quem estuda para melhorar as suas vidas e depois sujeita-se a ver tudo perder-se.

Para Ana Jiana, formada em Sistemas de Informação Geográfica, “o mercado de emprego está cada vez mais fechado devido à concorrência existente”. “O mais preocupante”, segundo ela, “é também o facto de haver casos de nepotismo no mercado de emprego”. Acusa. Diz que “algumas vagas anunciadas já vêm direccionadas para alguns”. “E em consequência disso acaba não havendo oportunidade para nós que concorremos legalmente”.

“O nepotismo acaba influenciando. A má qualidade de serviços é a consequência. Muitas das vezes os favorecidos são pessoas com fraca habilidade profissional que ocupam cargos ou vagas apenas por favoritismo.” desabafou Ana Jiana. O dia era de alegria, mas as perspectivas frustrantes. É por este drama que passam todos os recém-graduados.

David Samson, formado em Ciências Biológicas, reclama. Diz que muitos anúncios públicos de vagas, exigem muitos anos de experiência. Considera este tipo de critério um exagero para exclusão. Acusa a maioria das empresas e instituições negarem até mesmo que o estudante entre para estagiar. “Não é possível o estudante ter anos de experiência se nem mesmo lugar para praticar ele tem. A experiência só vem com a prática. O pior é que temos tido dificuldades até mesmo para ter estágio nas empresas”, diz Samson.

Amélia Nhantumbo, outra graduada, reclama o facto do Governo nada ou pouco fazer para ajudar os jovens a criar auto-emprego. Segundo ela, os requisitos de acesso aos créditos bancários são muito exagerados para aquilo que são as reais condições e necessidades dos jovens estudantes que ainda procuram auto-sustento.


Apostar nos distritos

A proliferação de universidades  está a encher o mercado de graduados. O mercado de emprego no entanto não cresce. Tudo se está a tornar cada vez mais competitivo e renhido. Para escapar ao desemprego vêem-se agora os distritos como a única alternativa para novas oportunidades. Esta ideia é partilhada por muitos graduados. 

Em entrevistas com o Canalmoz na sexta-feira os recém-graduados mostraram-se preocupados com a falta de emprego nas cidades e admitem que nos distritos podem estar as alternativas. No entanto, revelaram à nossa Reportagem, que apesar da sua vontade de querer trabalhar num distrito, “muitos distritos ainda enfrentam problemas de falta de recursos, investimentos, energia, água potável, habitação, entre outros problemas que desincentivam os estudantes”.

O problema dos graduados pelas universidades que depois ficam sem emprego, está a crescer. O governo nada faz de concreto para que as condições melhorem. As empresas queixam-se da formação que as instituições de ensino proporcionam aos estudantes; queixam-se das capacidades do formados; queixam-se de que o ensino não tem qualidade; dizem que o ensino virou negócio que proporciona diplomas sem que estas correspondam verdadeiramente a conhecimento. Por seu turno as exigências iniciais dos recém-formados são muito elevadas para quem ainda está a querer começar a vida profissional. Entre queixas dos empregadores e queixas do diplomados cresce a bolha de indignados. (António Frades)


Agora termino este post com a seguinte pergunta:O Brasil é o Pais das Maravilhas pra quem?

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Postado por:ByPrila                     Fonte: NetMundo

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Espanhóis pioram currículo para concorrer a empregos (Parte-1)

Para aumentar suas chances de conseguir emprego, profissionais na Espanha estão escondendo qualificações em seus currículos, segundo uma pesquisa de consultorias e sindicatos.
Pesquisas anteriores diziam que um em cada dez espanhóis mentem nos seus currículos, no sentido de melhorar suas qualificações.


Mas a grave crise econômica que atinge o país com a maior taxa de desemprego da União Europeia (22,9%), está levando engenheiros, administradores de empresa, técnicos de informática e até ex-diretores a 'piorar' currículos em busca de empregos de baixa qualificação.


É o caso de José Ángel Silvano, economista. Em 2010 fechou sua própria empresa de logística e desde então não tem trabalho. Atualmente, no seu currículo consta pouco mais de "responsável, com iniciativa e experiência".
José Ángel Silvano: 'Tirei os cargos de direção, a graduação universitária e deixei só os idiomas e conhecimentos variados'


"Tirei os cargos de direção, a graduação universitária e deixei só os idiomas e conhecimentos variados para ver se assim encaixo em outros perfis. Para mim não é mentir, mas ocultar informação que possa dar imagens prejudiciais: que sou qualificado demais ou incapaz de cumprir postos considerados menores", contou ele à BBC Brasil.


O caso dele não é uma exceção. "Você se surpreenderia com a quantidade de universitários que estão procurando trabalhos em supermercados" afirmou à BBC Brasil, Martín Sanchez, estudante de Filosofia.


"Uma degradação absoluta", disse ele, membro do grupo Juventude Sem Futuro, que organiza protestos em Madri por causa da falta de perspectivas.


A cada dia, 10% dos desempregados lançam no mercado currículos profissionais ocultando dados, segundo a pesquisa das consultoras Adecco, Manpower e sindicatos Comissões Operárias e União Geral dos Trabalhadores (UGT) apresentada em janeiro.


A estratégia de mentir nas referências tem nome: Currículo B. Mas o fato de dar uma imagem pior é um fenômeno novo e que está aumentando, de acordo com os especialistas em Recursos Humanos.


"Mentir não costuma ser boa saída, nem para os que inflam, nem para os que ocultam", explicou à BBC Brasil a diretora de análise de mercado da UGT, Adela Carrión.


"Embora neste caso possa ser visto com uma opção de não dar mais detalhes do que o necessário. Uma adaptação do currículo aos requisitos específicos da oferta".


A pesquisa indica que a maioria dos que escondem dados é de profissionais experientes do setor de serviços que estão mais de um ano sem emprego e de universitários recém-formados com alto nível de qualificação.


A situação dos mais jovens traz à tona um contraste inusitado à realidade do mercado de trabalho espanhol. Essa mesma geração, dos nascidos a partir de 1980, é considerada a que teve menos oportunidades nos últimos 40 anos, é tida como a com o mais elevado grau de educação da história do país, segundo a Pesquisa Nacional de População Ativa.

Pelos dados oficiais, 39% dos espanhóis entre 25 e 35 anos tem diploma universitário, enquanto a média da U.E. é de 34%. Ao mesmo tempo a taxa de desemprego para este grupo na Espanha é de 48.7%.
Entre os qualificados que trabalham, 44% tem empregos abaixo do seu nível de formação.
Martín Sanchez: 'Você se surpreenderia com a quantidade de universitários que estão procurando trabalhos em supermercados'

Repercussões psicológicas

Para o catedrático em Economia Aplicada da Universidade Pompeu Fabra, José Montalvo, esta situação pode ter repercussões psicológicas nos trabalhadores.
"O perigo de que estes jovens tão qualificados permaneçam em empregos abaixo de seus padrões é que acabem aceitando isso como realidade. Psicologicamente se verão afetados, deixando de desenvolver estímulos e metas".
Os autores da pesquisa concordam. Desvalorizar os currículos "gera frustração a longo prazo" e se a empresa descobre o engano "se romperá a relação de confiança, porque fica claro que assim que o profissional encontrar uma oportunidade de acordo com sua formação, abandonará a empresa", diz o documento.
Uma solução pode ser emigrar. Além da alta taxa de desemprego, 37,7% dos jovens espanhóis têm contratos de trabalho temporários, média salarial de 800 euros (R$ 1.900) e 62% se dizem tão desmotivados que não veem futuro profissional no país.
Para o sociólogo Eusébio Megías, a questão é mais complexa porque "a crise modificou muitos conceitos".
"Um deles é que já não se procura o trabalho maravilhoso. Agora simplesmente o fim é encontrar um trabalho. E o horizonte do mercado já não é a sua própria cidade. Mas qualquer parte do mundo. Tudo está globalizado", concluiu.
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Nota: A realidade que se passa com os Espanhóis não é diferente da que vivemos aqui no Brasil.
O numero de pessoas com diplomas e sem empregos é alarmante.Tudo porque se vende a ideia de que você precisa crescer profissionalmente,ser alguém na vida,ter boa estrutura financeira.Não,não basta ser mais um na multidão,você precisa ser mais um com o tal do diferencial se não for assim a sociedade vai lhe tratar como um qualquer,pois o que vale é orgulhosamente dizer: Eu fiz Faculdade,só não tenho emprego!!!