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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Por que a 'geração selfie' não consegue emprego nos EUA?

Meus estimados Leitores(a) mais uma vez quero agradecer a todos vocês que diariamente prestigiam este blog com vossa presença!
A nota a seguir trata-se de um problema antigo que conhecemos a muito tempo aqui em terras tupiniquins, e só para recordar não é de agora que venho mostrando a vocês o quanto está cada vez mais parecida  á nossa realidade , á atual situação dos Nortes Americanos.
Pri:-)
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Muitos nos Estados Unidos comemoraram as estatísticas, recém-divulgadas, indicando que o desemprego no país se manteve em 6,7%, mas o cenário ainda é preocupante para os jovens que estão entrando no mercado de trabalho.

A taxa de desemprego para pessoas entre 20 e 24 anos chegou a 12,2%, enquanto para aquelas com 16 a 24 anos bateu em 14,5%.

Má reputação

Quem faz parte desta geração costuma ter uma má reputação. Diz-se que eles são "incapazes de desenvolver seu potencial e viciados em redes sociais e nas autorretratos conhecidos como 'selfies'", escreve Seth J. Carr no jornal Chicago Tribune.
Mas apesar da mania por "selfies", há outras razões para estes jovens estarem sem emprego.

Estar desempregado não é uma escolha para muitos deles, segundo Tim Donovan, do site Salon. Nesse grupo, há muitos "jovens pobres, com pouca educação e quase sempre de minorias" que não conseguem arrumar emprego.

Rachel Lu, professora de Filosofia da Universidade Saint Thomas, escreve no The Federalist que os pais dos jovens desta geração - nascidos durante o boom demográfico do pós-guerra - aconselham seus filhos a ir atrás de seus sonhos e aproveitar as oportunidades de autossuperação em vez de "estabelecer raízes".

"O principal objetivo destes novos adultos de hoje em dia é aperfeiçoar-se", diz a pesquisadora. "Supõe-se que as responsabilidades em relação a outras pessoas farão parte de suas vidas só mais tarde."

Lu acredita que não é certo colocar toda a culpa nestes jovens. A economia
americana atual não está em marcha lenta por causa deles.

Em seu blog na American Interest, Walter Mead comenta que esses jovens adultos precisarão se ajustar. Eles "pensam que podem ficar sentados sem fazer nada até que o governo e a economia lhes ofereça um posto de trabalho".

"Não é como o mundo funciona hoje. Em meio ao redemoinho da nova economia da informação e de serviços, eles terão que criar seus próprios empregos se quiserem trabalhar", afirma Mead.

Empresa própria

É provável que isso seja algo positivo, já que grande parte desses jovens terá que enfrentar uma batalha ladeira acima para encontrar um emprego estável tradicional.

Um estudo realizado pela emprega de Recursos Humanos Adecco descobriu que as chances de esses jovens serem contratados por empresas são três vezes menores em comparação com trabalhadores mais experientes, considerados mais "responsáveis" e "profissionais".

Muitos jovens adultos estão optando por aventurar-se na criação de uma empresa própria, por exemplo criando programas de computador e celulares, porque acreditam que ter um trabalho com um propósito maior é melhor do que ter um emprego que não lhes traz satisfação.

Isso não é sinal de preguiça, escreve Zachary Karabell para a revista Atlantic, mas uma "evidência de que se trata de uma geração de universitários recém-formados que não aceita qualquer coisa, o que é bom para o nosso futuro".

Outras pessoas consideram pouco realista esse desejo dos jovens de ter seu próprio negócio ou esperar pelo emprego perfeito. A geração Y tem que aceitar um lugar de trabalho tradicional, escreve Jewelyn Cosgrove, do Policy Mic:
"Muitos destes jovens tem dependido de trabalhos freelancer para sobreviver durante a crise econômica. Essa geração, na qual me incluo, se esquece do valor das habilidades obtidas em um ambiente de trabalho tradicional."

Mesmo que Cosgrove pense que estes jovens estejam mal preparados para enfrentar a economia de hoje, ela não perdeu completamente a fé neles: "Temos sido pisoteados e caluniados pelos meios de comunicação, mas mantemos nossa esperança".


Fonte: BBC

terça-feira, 23 de abril de 2013

Governo prepara lançamento de programa para ‘importação’ de médicos

Quando pensei que este assunto já tinha caído nos meandros do esquecimento eis que surge novamente o fantasma em questão que é a  importação de profissionais da Medicina. O que seria apenas especulação segue uma rota de  realidade triste e lamentável, dado o fato de que por aqui existem,na minha opinião um certo  "numero" de  profissionais que se empenham de corpo e alma pela Medicina.
Não estou aqui defendo nenhuma classe desses profissionais seja Brasileiros ou Estrangeiros por que no final todos tem um fato em comum: Precisam de Trabalho!
E além disso uns dos grandes problemas dos médicos Brasileiros é o Acomodatismo vemos isso pelo grande numero de pessoas que morrem por puro descaso de médicos. Todos os dias erros são cometidos em hospitais pelo Pais a fora. Resta saber se os recém  profissionais importados  iram se empenhar em ajudar o tão já sofrido povo Brasileiro...Eu acredito que dentro desta situação nada mudará.
By`Prila
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O governo está finalizando os últimos detalhes para o lançar o programa  que autoriza a contratação de médicos estrangeiros no Brasil. A iniciativa vem sendo negociada há vários meses pelo Ministério da Saúde, comandado pelo pré-candidato ao governo paulista Alexandre Padilha.
A proposta passa pela validação dos diplomas de médicos estrangeiros no País. O governo está de olho, por exemplo, na contratação de profissionais portugueses. A avaliação que se faz no ministério é a de que esses profissionais são altamente qualificados e estão em busca de uma oportunidade de emprego diante da crise econômica em seu país.

OBS: Mais triste ainda é  fato para aqueles que estão em curso de se formar em medicina gastando todos os poucos recursos pagando  uma faculdade vendo ruir seu futuro promissor. Trágico,muito trágico. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Com crise, europeu corta celular, cinema e academia

Desde do ano de 2008 o numero de pessoas que passaram a  conviver diretamente com a Crise Financeira teve um aumento significativo. Para a maioria que via em seus hábitos corriqueiros uma enorme necessidade em mante-los acima de qualquer prioridade, isso foi um xoque de realidade muito grande.
Para aquelas pessoas que desde sempre viveram em necessidades extremas não a nada de novo em ter que optar pelo almoço de hoje ou garantir a janta de amanhã,muitos menos para aqueles que todos os dias vasculham as latas de lixo atrás de algo para comer.
Então é isso meus queridos leitores(a) mas uma vez trago a você está nota que vem nos mostrar como os Europeus estão revendo seus conceitos  para dar prioridade  aquilo que mais necessitamos: A Alimentação.

Com crise, europeu corta celular, cinema e academia




ÁLVARO FAGUNDES
DE SÃO PAULO
Salas de cinemas mais vazias, restaurantes sem filas de espera, linhas de celular que não têm mais dono e aparelhos de musculação, outrora concorridos, que passam horas sem gerar suor.

Esses são alguns dos reflexos na vida real dos europeus, fruto de uma crise que teve início em 2008 e parece cada vez mais grave, apesar dos inúmeros planos e promessas elaborados pelas autoridades nesse período.

A retração do PIB, apontada pelos dados oficiais, mostra a economia mais fraca no continente, mas outros indicadores retratam melhor a cara "humana" da crise.
Os europeus estão cortando na carne e, muitas vezes, além dela.

O número de pessoas nos cinemas caiu 0,4% na União Europeia no ano passado, após recuar 1,8% em 2010.

Porém, esse número é muito grave nos países que estão no olho da crise. Na Espanha, a venda de ingressos teve queda de 7,1%. Na Itália, foi ainda pior: 7,9%.

"Eu saio muito menos", afirma a espanhola Cristina Rial, 28. "Tenho que comer e viver. O resto é luxo. Não deveria ser, mas é assim que é."

Desempregada nos últimos meses (quase um quarto dos espanhóis não tem trabalho, taxa que não tem similar no bloco), ela deixou de ir a concertos, o que costumava fazer semanalmente.

RESTAURANTES VAZIOS

Não é só a cultura que perde com os problemas de uma economia que deve encolher 1,7% neste ano e continuar a perder força em 2013, de acordo com o FMI. Nos últimos três anos, 12 mil bares, restaurantes e similares (de um total de 232 mil em 2009) fecharam suas portas.

"Nós costumávamos fazer certas coisas, como sair para jantar de vez em quando ou sair de férias uma vez ou outra. Nada de extravagância. De repente, tudo acabou", afirma a também espanhola Mercedes González, 52.

Ela perdeu o trabalho em uma loja de sapatos em 2007. No ano seguinte, foram o seu marido e o filho.

"Você tem que usar menos luz, menos gás. Começa a cortar coisas de que não precisa realmente para que possa comer. Atividades de lazer não têm mais vez."

De uma família com renda mensal de € 2.500 (cerca de R$ 6.000), os González vivem hoje com aproximadamente um terço desse valor, graças aos benefícios concedidos aos desempregados.

Na Itália, que também deve encolher neste ano e no próximo, 3.400 restaurantes deixaram de funcionar no ano passado, contrariando a tese do então premiê Silvio Berlusconi, que disse no fim de 2011 que não havia crise porque "nossos restaurantes estão cheios de gente".

Segundo pesquisa, 78% dos italianos reduziram suas idas a restaurantes.
Em Portugal, uma das consequências da crise da recessão é que as pessoas deixaram de frequentar as academias de ginástica: 20% das empresas do setor encerraram as operações, por falta de gente para colocar os músculos para trabalhar.

A economia do país está em recessão, e 15,4% das pessoas estão desempregadas.
Na Espanha, o corte de gastos também se deu na telefonia. Mesmo com recessão e desemprego, o número de celulares continuou crescendo até novembro de 2011. Não mais: desde então, 1 milhão de linhas foram abandonadas (de 55 milhões).
ss







Aproveito também para agradecer a todos vocês que sempre passam por aqui e também aos novos seguidores, muito obrigada sejam todos bem vindos!!!

Pri®





















terça-feira, 31 de julho de 2012

Jornal austríaco usa montagem em foto de família deixando cidade síria


 

Jornal austríaco usa montagem em foto de família 

Jornal Austríaco

Como manipular as imagens da Síria

 
Pelo que se vê, para alguns é certamente fácil: se tira uma foto distribuída por uma agência de notícias que reflete uma cena cotidiana em alguma cidade Síria (se puder com um bebê nos braços, melhor), pegue o Photoshop ou algum programa similar de retoque fotográfico, desapareça com o fundo original e sustitua pelo cenário de um bombardeio. E “voilà”, aqui temos uma cena dramática que dará a volta ao mundo.
A tosca manipulação não é obra de nenhum grupo radical nem foi distribuida através de fórums ou redes de Internet. Foi realizada e publicada, nada mais e nada menos, que pelo ‘Kronen Zeitung‘, o jornal de maior tiragem da Áustria (com uns 3 milhões de leitores diários), e com ela queria ‘ilustrar’ o desespero dos habitantes de Alepo inmersos na guerra que destrói o país.
A foto original foi tirada e distribuída no passado 26 de julho pela agência European Pressphoto (EPA). A manipulação foi publicada dois dias depois.
Isso sim, a fraude sim foi colocada em evidência, uma vez mais, na Rede. Para que logo nos venham com isso de jornalismo ‘sério’ versus ‘os perigos’ da Internet e ou mídia social.

domingo, 29 de julho de 2012

Polícia inglesa reprime protesto anti-olímpico

Policiais e manifestantes entraram em confronto, nesta sexta-feira, dia 27 de julho, em Londres, próximo a cerimônia de abertura das Olimpíadas.

Segundo o canal Russia Today, a Polícia utilizou gás de pimenta para conter o protesto anti-olímpico. Vários ciclistas que participavam da manifestação nos arredores do Estádio Olímpico foram presos..

Um vídeo colocado no YouTube por uma testemunha mostra policiais agredindo um homem.

A industria bilionária da fabricação de doentes

Os vendedores de doenças
As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune o seu desespero por ver o mercado potencial da sua empresa confinado somente às doenças. Explicando que preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante de gomas de mascar – Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às pessoas… saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo“. Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.
As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de quinhentos bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das “síndromes”
A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndromes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual” . O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais farmacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos. 

Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”. Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Produtor distribui laranja em protesto


Para chamar a atenção para a crise do setor, manifestantes também jogaram suco fora durante ato em Taquaritinga. 
Segundo representante das fábricas, há encalhe de 73 milhões de caixas de laranja; outras 10 milhões já estragaram



Frutas foram oferecidas a moradores de Taquaritinga na manifestação, realizada ontem


JOÃO ALBERTO PEDRINI
DE RIBEIRÃO PRETO



Produtores de laranja realizaram ontem um protesto para chamar a atenção para a crise que atinge o setor da citricultura. Os manifestantes distribuíram suco e fruta para a população, no centro de Taquaritinga, uma das principais cidades produtoras do país.

Previsão da CitrusBR (que reúne os principais fabricantes de suco do país) aponta uma sobra de 83 milhões de caixas (de 40,8 kg) neste ano. Desse total, 10 milhões já estragaram nos pomares.

"Se nenhuma medida for tomada, os outros 73 milhões [de caixas excedentes] vão estragar nos pés", diz Frauzo Ruiz Sanches, presidente do Sindicato Rural de Ibitinga e Tabatinga, que promoveu a manifestação.
Ele diz que o objetivo é sensibilizar os governos para amenizar a crise, reflexo da sobra de boas safras, queda no consumo, crise econômica mundial e alta dos estoques.

"Os governos precisam permitir a renegociação de dívidas dos produtores. Também poderiam comprar fruta para distribuir em programas sociais ou na merenda escolar." Segundo ele, foram distribuídos ontem quatro caminhões de laranja.

REUNIÃO EM BRASÍLIA

O Ministério da Agricultura afirma que uma reunião deve ser realizada, em Brasília, no Conselho Monetário Nacional, para debater proposta que prevê a fixação de um preço mínimo para a caixa de laranja, com base na média do custo variável de produção, pesquisado pela Conab nas diferentes regiões produtoras do país.
Esse custo está hoje em cerca de R$ 9 por caixa, de acordo com os produtores.

A solução proposta pelos técnicos do governo federal é o estabelecimento de um PEP (Prêmio para Escoamento de Produto).

Trata-se de uma subvenção econômica concedida pelo governo por meio de leilão público, que seria utilizada pelo arrematante para compra de produtos pelo valor de referência (preço mínimo) garantido pela União.

O tema não entrou na pauta da reunião do conselho realizada ontem, mas deve ser convocada uma extraordinária na próxima semana para deliberar sobre o assunto.

A Secretaria de Estado da Agricultura informou que "não é razoável pedir que o governo compre a produção excedente, estimada em 80 milhões de caixas de laranja, quando o consumo do país é de 35 milhões de caixas".

Acrescentou que o governo estadual tem participado de reuniões constantes com os representantes da cadeia da citricultura para estudar estratégias para minimizar os impactos da crise.

sábado, 21 de julho de 2012

“A sociedade atual é modelada pelo medo”


A sociedade atual é modelada pelo medo: medo da fome, medo do desemprego, medo da pobreza, medo do terrorismo, medo da guerra, medo das alterações clima, medo de epidemias e medo de estranhos. Medos de inimigos visíveis e invisíveis, alguns reais e outros criado e impingidos à nossa sociedade. Sob o medo da fome, milhares são obrigados a emigrar, deixando para trás o seu país e, por vezes, a sua cultura, em nome da abundância e prosperidade que nem sempre correspondem à realidade. Sob o medo do desemprego, as pessoas são levadas a aceitar empregos degradantes, tanto para a mente como para o corpo, tornando-se quase escravos dessa parca fonte de rendimentos, que poderá cessar quando já não servir os interesses dos patrões.”
Pedro Cipriano
Nova Águia, número oito

Nas justas palavras de Pedro Cipriano, depois da Idade da Pedra, da Idade do Bronze, do Ferro e do Aço, vivemos hoje numa autêntica “Idade do Medo”. O termo pode parecer exagerado, mas de facto nunca houve tantos direitos e garantias formais e nunca estes foram tão falhos de aplicação. Teoricamente, vivemos num Estado de Direito, na prática, viemos condicionados de múltiplas maneiras e os poderosos possuem hoje à sua disposição de um leque cada vez mais abrangente de ferramentas para imporem a sua vontade sobre os mais fracos.
Os dois principais mecanismos que deviam assegurar a democracia contra os tiranos (económicos ou políticos) estão sequestrados: a Justiça é livremente manipulada pelos ricos que abusam do recursos e das prescrições para a subverterem e a Democracia Parlamentar que está limitada pelo monopólio da partidocracia,  da bovinização popular induzida pelos Media (reféns do poder económico) e por valores absolutamente notáveis de abstencionismo crónico.
O Medo manda. Os poderosos aplicam-no em doses cuidadosamente calculadas por forma a manterem uma ilusão de legalidade e democracia e os pobres aceitam-no sem protestarem enquanto se deixam entreter (pão e circo) por doses massivas de Bola e “diversão” de massas,  docilizante e acefalizante.  Condicionado pelo Medo, o Povo vegeta e, com ele,  todo um país que se deixa assim resvalar para um regime cada vez mais autocrático e sujeito aos grandes especuladores e “empresários” não-produtivos.
Portugal é hoje o País de múltiplos medos e,  sabendo-se que teremos durante pelo menos dez anos,  taxas de desemprego superiores a 12% então estão criadas todas as condições para que esta situação seja cada vez mais intensa e severamente penalizadora da própria energia anímica do país para o conseguir fazer erguer da situação quase terminal em que hoje se encontra.

Fonte: Quintus

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Brasileiros fogem da crise em Portugal e pioram situação de pequenas cidades


A garrafa de cachaça quase cheia denuncia: faltam clientes brasileiros no Bar do Armando, no centro de Ericeira, em Portugal.

A pequena cidade a 50 km de Lisboa é um dos redutos de imigrantes do Brasil. Com a crise na Europa, porém, retornaram ao país, secando a economia de cidades inteiras.

Nos povoados da Costa da Caparica, onde a baixa de brasileiros foi maior, supermercados vendem até 60% menos, pequenos shoppings foram abandonados, restaurantes ficaram vazios e 40% de agências imobiliárias pararam de funcionar.

Com menos contribuições, a prefeitura teve que cortar vencimentos de funcionários.
"Os brasileiros eram consumidores diários. Com certeza afetou bastante nossa economia", diz à Folha o prefeito das vilas da Costa da Caparica, Antonio Neves.



Fonte: Folha de SP

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Argentinos protestam contra Cristina Kirchner

Aproximadamente 5 mil pessoas protestaram na noite de quinta-feira contra o governo argentino e o controle sobre a venda de dólares - em uma manifestação organizada por meio de redes sociais. A ação ocorreu na Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, a sede do governo, na capital Buenos Aires.

O protesto acontece sete meses após a reeleição da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, com 54% dos votos, e um dia após ela afirmar que trocaria seus depósitos pessoais em dólares por investimentos em moeda local, o peso.
No discurso, Cristina pediu que ministros e outras autoridades do governo seguissem o exemplo para que seja "superada a cultura argentina" de pensar em dólares.
O governo decidiu controlar a venda da moeda americana desde novembro do ano passado e nos últimos dias intensificou o controle da venda das divisas.

Analistas econômicos observam que tradicionalmente os argentinos de classes média e alta poupam em dólares, especialmente em tempos de inflação alta ou de desconfianças nas medidas governamentais.
A manifestação de quinta-feira é terceira em pouco mais de uma semana. Nos dias 1 e 2 de maio, protestos semelhantes ocorreram em Buenos Aires, mas em menor escala.
Os manifestantes bateram panelas e ergueram cartazes que exigiam, além do fim do controle sobre a venda de dólares, o combate à corrupção, à inflação e à insegurança pública.

Redes sociais

O protesto foi convocado pelo Twitter e pelo Facebook. A concentração na Praça de Maio aconteceu após caminhada dos manifestantes batendo panelas pelas principais avenidas da cidade, como a Santa Fé, no bairro da Recoleta, e Nove de Julio, no centro.
Também ocorreram protestos nos bairros de classe média Belgrano, Caballito, Flores, Palermo e San Telmo. Foi registrado ainda um panelaço em frente à residência presidencial de Olivos, na zona norte da província de Buenos Aires.

"O problema não é o dólar, é a inflação. Os argentinos estão tentando proteger seu dinheiro e o governo ainda está em tempo de resolver este problema", afirmou o ex-presidente do Banco Central, o economista Martín Redrado, critico do governo.

"Quando os argentinos sentem a inflação e percebem que o dinheiro não chega até o fim do mês então passam a prestar ainda mais atenção nos casos de corrupção do governo. É o que está acontecendo", disse a analista Mariel Fornoni, da consultoria política Managment&Fit.

Em 2008, protesto similar foi realizado em Buenos Aires e outras cidades do país pedindo "diálogo" da presidente com produtores rurais que realizavam paralisação. Cristina não costuma conversar com opositores, segundo observou a senadora e jornalista Norma Morandini.


Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 6 de junho de 2012

ENQUANTO ISSO NOS EUA: POBRES SÃO ENTERRADOS EM VALAS !



Trinta mortos eram enterrados em vala comum no subúrbio de Chicago quarta-feira, devido à falta de capacidade financeira para fornecer pessoal e custos de aterros funerários cobertura como essas pessoas estavam vivas. Valas comuns, embora até agora
criado principalmente em países do terceiro mundo, a maioria está cada vez mais emergente em os EUA como um resultado da crise económica.

Os corpos sem vida de trinta pessoas foram transferidas para o Homewood cemitério Memorial Gardens, 25 quilômetros a sudoeste de Chicago, e até mesmo a seção especial criada para aqueles que não podem pagar para assegurar-se de um funeral decente. Durante o enterro em massa, não comparecer a quaisquer parentes ou amigos do morto.

A existência desta parte do cemitério veio à tona no ano passado, provocando discussões sobre a necessidade de uma legislação mais rigorosa para limitar a arbitrariedade no que diz respeito à forma como o sepultamento nos cemitérios.No entanto, a crise financeira aguda levou a cidadãos indigentes de crescimento sustentado e as autoridades estaduais não adotaram as medidas necessárias que lhes darão uma maneira mais humana de licença funeral, quando suas vidas.






Fonte: Anti-NTP

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pobreza relativa afeta 13 milhões de crianças europeias



Paris, 29 mai (Prensa Latina) Ao redor de 13 milhões de crianças padecem de pobreza relativa ou privações nos países da Europa, revelou um relatório do Fundo de Nações Unidas para a Infância (Unicef), difundido hoje aqui.

  O estudo intitulado "Crianças pobres em países ricos" abarcou os 27 membros da União Europeia, mais Islândia, Noruega, Suíça, Canadá, Estados Unidos, Japão, Austrália e Nova Zelândia.

A situação mais grave no chamado velho continente é a da Romênia, Bulgária e Hungria e na melhor situação estão a Islândia, Suécia e Noruega, assinala o documento.

O estudo analisa duas grandes variáveis, uma delas a chamada pobreza relativa, que corresponde às crianças de lares onde a renda é equivalente à metade da média nacional.

A outra é a situação de privação, que ocorre quando um menor carece de dois ou mais dos 14 elementos considerados indispensáveis, como a alimentação, condições para estudar, livros adequados a seu nível de conhecimentos e outros.

Quanto à participação estatal para combater estes flagelos, a França ocupa o primeiro lugar europeu com uma despesa de 3,7 por cento do Produto Interno Bruto mas, apesar a isso, 10,1 por cento das crianças sofrem carências e 8,8 estão na pobreza relativa.

Segundo Fabienne Quiriau, presidenta da Comissão Infância da delegação francesa de Unicef, outras fontes indicam que na França há pelo menos 600 mil menores mal alojados e 20 mil sem domicílio fixo.

Embora as autoridades conseguiram reduzir a taxa bruta de pobreza relativa infantil de 19,4 para 8,8, outros países com menos despesas atingiram resultados mais favoráveis, assinala o relatório.

Quiriau afirmou que para melhorar os efeitos do investimento estatal nesta matéria ainda falta criar um observatório nacional da infância e a juventude, bem como um mecanismo de compensação da pobreza para acompanhar os menores e suas famílias.

Os resultados confirmam um diagnóstico elaborado pela Unicef da França e apresentado aos partidos políticos para ser considerado durante as eleições presidenciais e legislativas deste ano, informou Quiriau.

Nota:
Durante a pesquisa para que este post fosse publicado, o Google omitiu em suas Pesquisas a realidade de outros Países da Europa,citando como países pobres apenas países da América do Sul, Africa, e outros países do Oriente.
O importante é deixar claro que a pobreza e a fome está se alastrando para países antes abastados e ricos como é o caso da Europa e EUA.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Desemprego atinge 17 milhões de pessoas na Europa por causa da crise

A Espanha tem o pior quadro. Praticamente um quarto da população está fora do mercado de trabalho. Em seguida, vem a Grécia, onde mais de um quinto da população continua em busca de trabalho.

 

O desemprego assombra a Zona do Euro. Em toda a Europa, os números são assustadores. Milhões estão sem trabalho. As economias estão parando. As medidas de austeridade impostas pelos governos da zona do euro sufocam a produção, a indústria, os serviços.
O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, assumiu um tom crítico. Segundo ele, a Europa, que está investindo muita energia em criar instituições, não está conduzindo bem o processo para voltar a crescer. Os dados da agencia Eurostat confirmaram o aumento da depressão econômica do continente.
São os trabalhadores as grandes vítimas da crise europeia. Ao todo, 17 milhões de pessoas estão desempregadas na Zona do Euro. É como se a população inteira da Holanda não tivesse trabalho. É o maior índice europeu dos últimos 15 anos, só registrado em 1997.

A Espanha tem o pior quadro. Praticamente um quarto da população está fora do mercado de trabalho. E a situação é ainda mais dramática entre os jovens: a metade não consegue arranjar emprego. Em seguida, vem a Grécia, onde mais de um quinto da população continua em busca de trabalho.
Em meio ao rigor das reformas econômicas, poucos países saem ilesos. A Alemanha, o país mais rico da Europa, tem uma das taxas de desemprego mais baixas. A previsão dos economistas é de que a situação continue piorando no bloco, e o desemprego atinja os 11%.

As repercussões amargas vêm de lideres políticos e sindicais, que afirmaram que a política econômica conservadora da Europa não funciona e que os objetivos financeiros dos 17 países do Euro são irreais e incompatíveis com o desenvolvimento.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Holandeses vendem sobras de comida para driblar crise

Denise Dulcic faz parte de programa em que pessoas preparam sua própria comida e vendem as sobras


Durante o auge da crise financeira internacional, a Holanda parecia estar lidando relativamente bem com as ondas de problemas econômicos. Mas, agora, depois da queda do governo do primeiro-ministro Mark Rutte por discordâncias sobre cortes no orçamento, os sinais dos efeitos da crise ficam cada vez mais claros no país. Muitos holandeses vêm usando soluções criativas para driblar a crise, como vender o que sobra da comida feita em casa ou frequentar bares onde se pode levar a própria refeição.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

NA GRÉCIA, APOSENTADO SE SUICIDA POR NÃO TER DINHEIRO E PÕE A CULPA NO GOVERNO

Onde estava todo esse dinheiro? Estava muito bem guardado. De repente, ele apareceu logo, para salvar o quê? Vidas? Não. Apareceu para salvar os bancos.
 


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Postado por:ByPrila               Fonte: NetMundo