terça-feira, 19 de julho de 2011

10 Erros comuns na hora de cozinhar

Tudo o que você quer é ter um estilo de vida mais saudável? Pois uma maneira eficiente de conquistar esse objetivo é rever os ingredientes que você usa, o tipo de preparação e como manipular os alimentos .

1 Não lavar as mãos antes de começar a cozinhar
Já parou para pensar que na superfície da mão extremamente bem cuidada, macia e sedosa, diversos vírus, bactérias e até coliformes fecais podem estar alojados, sem emitir qualquer sinal de vida? Pois os especialistas garantem que uma das maiores fontes de contaminação para os alimentos são, sim, as mãos de quem cozinha! “Esses microorganismos nocivos que ficam na superfície da pele contaminarão automaticamente alimentos crus ou prontos, bastando o contato com eles. O resultado pode ser uma intoxicação alimentar”, explica a nutricionista Maria Aparecida R. Silveira, coordenadora da área de qualidade alimentar da Controlare Segurança Alimentar.
Para acertar:“Lave as mãos antes de entrar na cozinha, com água e sabão”, indica a médica veterinária Cynthia Rubião, diretora da BioSafe, empresa de consultoria em segurança de alimentos. Simples assim!

2 Deixar a comida esfriar antes de colocar na geladeira
Se você é do tipo que morre de medo de estragar o refrigerador, guardando o feijão quentinho, recém-tirado da mesa, espere até ouvir essa! “Conforme a temperatura do alimento vai baixando, vamos criando condições cada vez mais propícias para a multiplicação das bactérias, dentro do alimento”, afirma Maria Aparecida. Em duas horas, o seu delicioso feijão já terá potencial para se transformar em material extremamente tóxico. “Depois disso, as bactérias chegam a dobrar de número a cada 20 minutos”, complementa o biomédico Roberto Figueiredo, ou Dr. Bactéria.
Para acertar:em vez de cuidar tão bem da geladeira, tenha dó da sua saúde. Mande logo o feijão e tudo o mais que você serviu no almoço direto para o lugar onde eles permanecerão sempre fresquinhos e a salvo dos micro-organismos.

3 Usar colher de pau para mexer os alimentos
A madeira é um material poroso que vai acumulando resíduos dos alimentos em seu interior. Daí, por mais que você lave depois de usar, muitos micro-organismos nocivos não vão sentir nem cosquinha e continuarão bem acomodados ali, comendo o que sobrou nas fissuras e nas lascas. Como se não bastasse, os bichinhos maus ainda se multiplicam! “Esses micro-organismos, com o tempo, começam a migrar para os alimentos”, alerta Cynthia.
Para acertar: pode até doer o coração, mas o certo é jogar a colher, junto com todos os outros utensílios de madeira que você tem em casa, no lixo! “Troque por similares de plástico ou vidro, que podem ser higienizados de maneira mais adequada e não juntam tantos resíduos de alimentos”, ensina Figueiredo.

4 Guardar os enlatados na geladeira, para comer depois
  Eis um erro que os especialistas consideram gravíssimo! “Uma vez aberta, a lata já não pode ser vedada da maneira adequada. Com isso, fica muito mais fácil acontecer a contaminação por micro-organismos potencialmente perigosos”, esclarece Cynthia.
Para acertar:felizmente, existe um caminho do meio entre o desperdício e a sua falta de vontade de consumir a lata num só dia. “Basta transferir imediatamente o alimento para um pote plástico ou de vidro, que possa ser fechado”, diz Roberto Figueiredo, biomédico da Microbiotécnica.


5 Cozinhar vegetais em água fria
Um brócolis fresquinho reúne uma porção de propriedades nutricionais interessantes. Porém, ao colocá-lo para cozinhar, boa parte desses compostos ficarão boiando na água, em especial as vitaminas hidrossolúveis e os minerais. O mesmo acontece com a maioria dos vegetais que você não consome crus.
Para acertar:a pior forma de cozinhar os vegetais é mergulhando-os na água fria, esperando até que ela ferva. “Ao colocá-los já na água fervente, o tempo de cocção será menor e a perda de nutrientes, também”, explica nutricionista funcional Fernanda Granja. A melhor solução é cozinhá-los no vapor. “Aproveite a água da cocção para fazer molhos ou regar carnes”, ensina.

6 Usar apenas o azeite de oliva
O azeite de oliva extravirgem tem compostos antioxidantes, gordura monoinsaturada e é fonte de vitamina E. O caso é que boa parte desses benefícios desaparece quando o azeite é aquecido em temperaturas acima de 190oC, o que é comum na preparação de frituras. “Nessas condições, além de perder grande parte das propriedades nutricionais, o azeite pode oxidar, formando compostos que são tóxicos”, alerta Fernanda.
Para acertar: preserve sua saúde e seu orçamento doméstico reservando o azeite de oliva extravirgem, cujo preço é infinitamente superior ao dos óleos vegetais, para preparações frias, refogados e também ensopados. No momento de grelhar e fritar, procure utilizar os óleos de canola ou girassol, que são muito mais recomendados.

7 Tostar a carne ou colocá-la na grelha
"Quando alimentos gordurosos, como as carnes, são expostos a altas temperaturas por um determinado período de tempo, formam-se substâncias tóxicas chamadas de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são absorvidas pela carne. A queima do carvão também pode levar à produção desses compostos, que são carcinogênicos”, explica Cynthia.
Para acertar:quando o pecado da carne for inevitável, prefira um bife ao ponto. “A carne malpassada também apresenta grande risco de contaminação”, alerta Patrícia Nakasone Uchima, da Santa Casa.

8 Quebrar o ovo na pia da cozinha
Que é prático, é. Mas existe um motivo forte para mudar de vez esse hábito. Os ovos podem conter salmonella, uma bactéria que provoca diversas doenças gastrointestinais graves. “Em muitos casos, o alimento contamina a pia e, por contaminação cruzada, atinge outros alimentos”, explica o Dr. Bactéria. O contrário também acontece. Micro-organismos que caminham despreocupados pela sua pia podem decidir, de repente, mergulhar dentro daquela piscina amarela que nós chamamos de gema. E aí... já viu!
Para acertar:antes de usar, lave os ovos um a um com água e detergente neutro. “Depois, use uma colher limpinha para quebrar a casca”, indica Maria Aparecida.

9 Salgar demais
  Não é nenhuma novidade o fato de que o sal faz mal à saúde. O que pouca gente sabe é que, sem querer, acaba abusando desse condimento no dia a dia, expondo-se a todos esses riscos. “A Organização Mundial da Saúde recomenda utilizar apenas 2 g de sódio por dia. Só que o brasileiro ingere, em média, entre 8 g e 12 g de sal (uma colher de sopa), o que equivale a 4,5 g de sódio. É mais que o dobro do recomendado!”, informa Patrícia.
Para acertar: “Cozinhe os alimentos sem sal nenhum, só com temperos naturais, como ervas. Depois, adicione uma colher de café (1 g) de sal, direto no prato, no almoço e no jantar”, sugere a nutricionista. Mas só isso não basta. É preciso controlar a ingestão de alimentos prontos e que já vêm de fábrica com uma quantidade enorme de sódio.

10 Abusar do creme de leite
Não dá para negar que ele é capaz de transformar qualquer molhinho borocoxô em uma iguaria dos deuses. O único problema é que o tal creme também multiplica as calorias da sua receita. “O creme de leite é obtido a partir da gordura do leite, que se acumula na superfície, formando aquela camada de nata. Por isso mesmo, ele torna qualquer preparação mais gordurosa e, consequentemente, mais calórica”, avisa Fernanda.
Para acertar: quer salvar seu acompanhamento sem comprometer a saúde? Então use a criatividade. “Substitua o creme de leite pelo leite semi ou desnatado, engrossado com amido de milho”, indica Patrícia. Ou use a versão light do produto. Outra dica: “Adicione o creme ao prato sempre depois que ele estiver pronto, para evitar que ele coalhe e embolote na preparação”, complementa Fernanda.
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Postado por:ByPrila          Fonte: Viva Saúde

Um comentário:

  1. Bom dia!
    É fato comprovado. Infecção alimentar mata, e muito. Boas práticas em higiene e manipulação de alimentos são medidas preventivas eficientes, porém dentro de um processo industrial, em que um grande número de pessoas são envolvidas e utilizam um grande número de equipamentos e acessórios industriais , o risco de contaminação cruzada cresce de uma forma intensa, por que os volumes de produtos industrializados são altos. Dessa forma os aditivos antimicrobianos ou antibacterianos incorporados em resinas plásticas durante a fabricação do bem descartável ou durável mostram o seu “valor de uso”. Esses aditivos aliados às boas práticas ampliam a barreira de proteção quanto a contaminação cruzada, mas nunca abandonando as normas recomendadas de limpeza.
    Um bom aditivo antimicrobiano tem as funções bactericida, bacteriostática, fungicida e fungistática. Um produto eficiente também deverá eliminar além das bactérias, os bolores, as leveduras e os vírus. Os benefícios dessas tecnologias são amplos, é preciso saber quantificar e valorar os resultados para que possam ser comparados em relação ao acréscimo dos custos. A tradicional relação CUSTO X BENEFÍCIO. Por que no momento do ítem CUSTOS, aumento de CUSTOS surge o impasse! Certamente todo aditivo agrega um custo na matéria prima por que ele trará um resultado desejado, nesse momento conte com uma alternativa econômica, eficiente e duradoura, consulte a Provida Antimicrobianos, site www.provida.ind.br, nele você encontrará 03 linhas de antimicrobianos para tintas e resinas plásticas. Antimicrobianos Orgânicos "Nanoclean 80 e Nanoclean 500". Antimicrobianos Inorgânicos "Nanoclean Glass" produzido com silver glass (íons de prata em matriz vítrea) e Antimicrobiano 100% natural "Nanoclean Active" desenvolvido para transformar embalagens convencionais em embalagens ativas, produzido com ácidos orgânicos (100%). Das 3 linhas de produtos certamente uma resolverá o seu problema de microrganismos com eficiência e economia. Você encontrará também no www.provida.ind.br várias matérias técnicas sobre plásticos, boas práticas, bactérias, fungos, bolores, leveduras e vírus. Além de ter acesso a várias matérias de institutos ligados à saúde e a indústria alimentícia.
    Rubio Ribas.

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